sexta-feira, 29 de maio de 2015

31 DE MAIO - DIA MUNDIAL SEM TABACO



A ONU (Organização das Nações Unidas) instituiu, no ano de 1987, o Dia Mundial sem tabaco (31 de maio de cada ano). É uma data voltada para a conscientização das pessoas sobre os efeitos nocivos do cigarro e outros produtos que utilizam o tabaco em sua composição. 

As ações comemorativas são articuladas com as secretarias Estaduais e Municipais de Saúde dos 26 estados e Distrito Federal, envolvendo, também, a sociedade.

quinta-feira, 28 de maio de 2015

TABAGISMO ESTÁ ENTRE AS PRINCIPAIS CAUSAS DE MORTE DESTE SÉCULO

Para conscientizar a população no Dia Mundial Sem Tabaco, neste domingo, 31 de maio, coordenadora do Programa Antitabagismo do HCor explica que o cigarro está entre os pilares das chamadas Doenças Crônicas não Transmissíveis (DCNTs) que, segundo a OMS, já são responsáveis por mais de 60% das mortes ocorridas neste século.

Até o final do século XX, a maior parte dos óbitos ocorria em função de doenças infectocontagiosas. Hoje em dia, porém, o quadro é bem diferente. Desde o início do século XXI, mais de 60% das mortes foram causadas pelas chamadas Doenças Crônicas não Transmissíveis (DCNTs), segundo dados da Organização Mundial de Saúde (OMS). Cada vez mais presentes no estilo de vida moderno, enfermidades desse tipo são provocadas, basicamente, pela má alimentação e por hábitos prejudiciais à saúde, como o alcoolismo e, principalmente, o tabagismo. “Embora o cigarro tenha sido bastante combatido nos últimos anos, ele ainda está entre as principais causas das DCNT. Por isso, podemos afirmar que ele contribui ativamente com a taxa de mortalidade gerada em função do problema que abrange também hipertensão, diabetes, obesidade e câncer de diferentes tipos”, afirma a psicóloga Silvia Cury, coordenadora do Programa de Controle do Fumo do Hospital do Coração (HCor).

Consequências – Para conscientizar a população no Dia Mundial Sem Tabaco, neste domingo, 31 de maio, Silvia aponta quais medidas podem ser tomadas para o controle e prevenção do tabagismo e, consequentemente, das DCNTs associadas a ele. “Entre elas estão infarto agudo do miocárdio, derrame, trombose, bronquite, enfisema, além de câncer no pulmão, boca, laringe, faringe, esôfago, pâncreas, rim, bexiga, colo do útero, entre outras regiões do corpo”, enumera a psicóloga do HCor. “Isso sem contar efeitos colaterais como impotência sexual nos homens, entre outros problemas graves como complicações na gravidez, aneurismas arteriais, úlcera do apa relho digestivo e infecções respiratórias das mais diversas”, complementa.

Causas – De acordo com o último levantamento realizado por órgãos ligados ao Ministério da Saúde, o cigarro é consumido com frequência por cerca de 11% da população brasileira e causa mais de 200 mil mortes por ano no país, matando aproximadamente 23 pessoas por hora. “Além de ser incentivado por fatores socioculturais, o tabagista geralmente tem um perfil permeado por ansiedade, depressão, estresse, emoções negativas e positivas. Por isso, é importante junto ao tratamento medicamentoso associar o acompanhamento psicológico”, explica a psicóloga.

Tratamento – No Programa de Controle do Fumo do HCor, por exemplo, a equipe de psicologia e médicos de diferentes especialidades prestam auxílio aos dependentes de nicotina por meio de um tratamento com nove sessões de duração. Neste processo, os fumantes são medicados, de acordo com a suas respectivas necessidades, e são acompanhados por terapia psicológica, cujo objetivo é tratar a dependência física e psicológica do cigarro. “Paralelamente, também apoiamos ações preventivas em escolas, a partir da 8.ª série, com o objetivo de alertar para os perigos trazidos pelo cigarro”, diz Silvia. “Embora a dependência de nicotina possa ser tratada, a maio r arma contra o fumo ainda é evitá-lo”, conclui a psicóloga do HCor.

FUMANTES COM DEPRESSÃO

Os fumantes têm em geral mais depressão do que as pessoas que não fumam.

Os fumantes com depressão podem ter maior dificuldade para deixar de fumar pois tendem a ter:

- maior grau de dependência da nicotina (faça o teste de Fagerstöm para verificar o seu grau de dependência) ;

- mais sintomas de abstinência quando param de fumar: mais insônia, irritabilidade, dificuldade de concentração, inquietação, tontura, fissura etc.

- piora da depressão ou início de novo episódio de depressão quando deixam o cigarro (a nicotina parece exercer algum efeito antidepressivo nos indivíduos com depressão).

Quanto mais sintomas de depressão o indivíduo tiver no momento, maior dificuldade ele vai apresentar para parar de fumar.

O que fazer ?
- Apesar destas dificuldades, se você estiver vivendo esta situação, não desista de sua intenção de parar de fumar.

- Procure um psiquiatra para orientá-lo quanto ao tratamento mais adequado:

- ele poderá identificar e abordar outros transtornos e sintomas psiquiátricos que necessitem de tratamento além da depressão (transtornos ansiosos, dependências químicas etc.);

- frequentemente, é necessário tratar primeiramente a depressão (se os sintomas estiverem intensos) para depois tratar o tabagismo;

- se a sua depressão for moderada a grave, o tratamento de eleição é inicialmente medicamentoso (antidepressivos);

- se a sua depressão for leve ou houver indicação, o psiquiatra pode encaminhar você para a psicoterapia;

- A psicoterapia pode auxiliar você a entender a relação que você estabeleceu ao longo de anos com o cigarro. Este pode exercer uma função psicológica na sua vida, como uma muleta para lidar com situações de angústia e frustração, como extensão dos momentos de prazer e como companheiro para aplacar a solidão. O psicoterapeuta pode ajudar você a desenvolver recursos internos para lidar com a falta do cigarro e adquirir uma nova identidade, agora de “ex-fumante”.

Fonte: http://www.tabagismo.hu.usp.br/fumantes-com-depressao.html

quarta-feira, 27 de maio de 2015

FUNCIONÁRIOS E PACIENTES DO CIS/AMURES PARTICIPAM DO DIA DO DESAFIO



Os funcionários e os pacientes do CIS/AMURES arregaçaram as mangas e por algumas minutos fizeram exercícios físicos, com o auxilio da Terapeuta Ocupacional Paula Passos. Foram aproximadamente 50 pessoas nos períodos da manhã e tarde participando do Dia do Desafio, evento que ocorre anualmente em diversos países e estimula a prática de atividades físicas em uma disputa saudável 







DIA DO DESAFIO

O Dia do Desafio é uma campanha mundial de incentivo à vida ativa e à adoção de hábitos saudáveis para as pessoas de todas as idades e acontece anualmente na última quarta-feira do mês de maio, por meio de ações comunitárias. As cidades participantes devem moblilizar o maior número de pessoas para à prática de esportes e atividades físicas. 

terça-feira, 26 de maio de 2015

TABAGISMO E DEPENDÊNCIA PSICOLÓGICA

O fumante desenvolve a dependência psicológica após vários anos no hábito de fumar.
 Repetindo o mesmo comportamento instala-se a Dependência Comportamental.  Estabelece uma condição automática. Se depara com os gatilhos: disparadores do comportamento de fumar. Então fuma depois do café, das refeições, entre outros.

Poderá também desenvolver a Dependência Emocional.
O cigarro ganha um lugar importante na vida do tabagista, onde imagina que não saberá mais viver sem ele. Em alguns casos, sofre um luto com sua retirada, a mesma sensação da perda de um ente querido.
Cria representações como: cigarro-amigo, cigarro-antidepressivo, cigarro-calmante.
Delega a ele um poder de resolver todos os seus problemas. Um falso poder, uma ilusão. O que torna mais difícil sua retirada. Tem medo da perda desse aliado que resolve tudo ilusoriamente.
O cigarro ocupa o lugar da falta, do vazio, da solidão.
Precisará agora mudar essa relação mágica que criou com o cigarro.

No Grupo Psicológico do Programa Antitabágico do HU-USP, poderá obter um tratamento para esta dependência. O papel deste é de fortalecer o indivíduo até o ponto em que estando mais forte que o cigarro, consegue parar.

Vai conhecer e aprender novas técnicas e estratégias que irão ajudá-lo no seu objetivo de parar de fumar. Nomear os motivos que o levam a acender o cigarro.
Aprenderá técnicas de adiamento, de substituição, entre outras.

Terá com a equipe e os participantes, o apoio que irá fortalecer o seu compromisso. Este é sem dúvida um grande diferencial.

Fonte: Psicóloga Edinalva Cruz

segunda-feira, 25 de maio de 2015

COMO PARAR DE FUMAR

Essa ajuda pode ser participar de um Programa de Antitabagismo.

Somente você pode decidir parar de fumar. Outros podem desejar ou pedir que você pare, mas a decisão é somente sua.

Existem várias idéias que reforçam essa decisão.

Acreditar que você pode ficar doente se continuar fumando.

Acreditar que você pode fazer uma tentativa sincera de parar de fumar.

Acreditar que os benefícios em longo prazo de parar de fumar superam a ilusão de prazer imediato que o cigarro oferece.

Tomada a decisão de parar, é necessário buscar ajuda. Essa ajuda pode ser tratamento médico ou o apoio de um “padrinho”. O padrinho pode ser um amigo ou parente, ex-fumante ou não fumante, que possa dar apoio. Alguém a quem recorrer nos momentos mais difíceis.

sexta-feira, 22 de maio de 2015

NALÚ GANHA FESTA SURPRESA DOS FUNCIONÁRIOS DO CIS/AMURES


No dia 21 de maio a gerente executiva do CIS/AMURES, Nalú Julio soprou as velinhas e os funcionários e amigos não deixaram a data passar em branco. Uma festa surpresa foi preparada para aniversariante, com bolo, salgadinho e tudo que ela merece. 





quinta-feira, 21 de maio de 2015

FUMAR DURANTE A GESTAÇÃO: RISCOS E CONSEQUÊNCIAS


Fumar durante a gestação traz sérios riscos para a saúde da mãe e do bebê. Ainda assim, nesse período muitas não abandonam o vício antes de engravidar.

Abortos espontâneos, nascimentos prematuros, complicações com a placenta e episódios de hemorragia (sangramento), bebês abaixo do peso, são os casos mais frequentes em mães fumantes.

Para começar, o tabagismo é um dos principais hábitos de vida que podem causar subfertilidade. Já está comprovado cientificamente que as mulheres fumantes, como também os homens, têm menor chance de conceber. O tabagismo pode reduzir inclusive a quantidade de óvulos nas mulheres (reserva ovariana) e de espermatozoides nos homens. Portanto, esse hábito nocivo já começa a prejudicar mesmo antes da gestação!!

Durante a gravidez, os problemas se devem, sobretudo, aos efeitos do monóxido de carbono e da nicotina absolvidos pelo organismo materno e passados para o feto. Em poucos minutos os batimentos cardíacos do feto aceleram, devido ao efeito da nicotina sobre o seu aparelho cardiovascular. Pesquisas recentes provam que o fumo também pode danificar os vasos sanguíneos do bebê. O cigarro também deve ser evitado no período de amamentação, pois a nicotina passa pelo leite e é absorvida pela criança.

Em gestantes, o fumo age tanto sobre a mãe quanto sobre a criança. Veja as principais implicações:

Os abortos espontâneos aumentam conforme a quantidade diária de fumo;

•O fumo destrói a vitamina C, e quando ela não está presente para eliminar o ácido lático, há um aumento da fadiga muscular;

O fumo é também um sério fator de hipoglicemia, provocando dores de cabeça e ansiedade, e aumenta a taxa de colesterol;

Fumar traz graves distúrbios circulares e o enfraquecimento da memória;

•Diminui o apetite e atrapalha o aproveitamento dos alimentos, levando a uma subnutrição. Isso tem efeito direto no peso e na resistência da criança;

Causa diminuição da capacidade respiratória e problemas pulmonares para mãe e para o bebê;

Uma das piores sequelas é que o bebê pode nascer com dependência química da nicotina;

No entanto, com todos os males do cigarro, não é recomendável parar de fumar abruptamente durante a gravidez. Ao cessar o uso do cigarro o organismo começa a passar por um processo de desintoxicação. A nicotina acumulada nos pulmões é jogada diretamente na corrente sanguínea antes de ser eliminada. Isso prejudica bastante o feto. Sintomas de Síndrome de Abstinência Aguda na mãe também podem ser prejudiciais ao feto.

Por isso ao decidir conceber um filho isso deve ser pensado. É aconselhável deixar o fumo seis meses antes de engravidar, mas o ideal seria um ano. Fumar significa privar a criança de oxigênio e, mais tarde, predispor a criança a se tornar um fumante.



Veja mais algumas consequências de fumar durante a gestação:

Defeitos congênitos: Um estudo envolvendo 173.687 casos de bebês malformados revelou que o hábito de fumar durante a gravidez aumenta o risco da ocorrência de uma série de malformações, como defeitos cardiovasculares, defeitos do sistema gastrointestinal e defeitos ósseos. A literatura médica sugere que há uma redução da vascularização dos tecidos fetais em formação/desenvolvimento provocada principalmente pela nicotina e seus derivados.

Obesidade na criança de idade pré-escolar: Vários autores evidenciaram uma tendência maior à obesidade em crianças de mães que fumaram durante suas gestações. A incidência chega a ser quase 50% maior. O possível mecanismo proposto é interessante. Ao sofrer a privação de nutrientes durante a gestação, uma vez que o tabagismo reduz a passagem de sangue pela placenta, as crianças seriam programadas a desenvolver mecanismos de “acúmulo de energia” também após o nascimento. Dessa forma, seriam mais predispostas ao desenvolvimento de obesidade e o diabetes tipo 2 na idade adulta.

Problemas comportamentais e neurológicos: O hábito de fumar durante a gestação também se associa a uma maior incidência de crianças com problemas de comportamento, tais como a irritabilidade, a falta de atenção, a diminuição da resposta a estímulos auditivos e problemas de desenvolvimento da fala. Esses distúrbios podem ser percebidos não somente durante a infância, mas também durante a idade adulta.

Risco de câncer infantil: Sabe-se que o hábito de fumar aumenta o risco de câncer e que cerca de 30% de todos os casos estão relacionados ao seu uso. A evidência dessa relação é ainda maior em crianças e o fato mais inusitado é que, embora o consumo do cigarro pelas mães seja o foco da maioria das pesquisas, recentes estudos mostram que essa correlação é somente positiva no consumo do cigarro pelo homem (pai). O mecanismo preciso ainda está obscuro, mas parece que esteja ligado a um feito deletério sobre o DNA dos espermatozoides ou a um tabagismo passivo das mães, isto é, embora elas não sejam fumantes, elas inalam as substâncias tóxicas do cigarro que afetam os fetos.

quarta-feira, 20 de maio de 2015

TABAGISMO - É POSSÍVEL PARAR

Todos os anos, cerca de 200 mil pessoas morrem no Brasil em decorrência do tabagismo. Cada cigarro introduz no organismo mais de 4,7 mil substâncias tóxicas, entre elas a nicotina (responsável pela dependência química). Aproximadamente 25% dos brasileiros adultos são fumantes. O fumo é a maior causa de morte evitável e é responsável por uma em cada oito mortes no mundo, mata mais que a AIDS, acidentes, drogas, suicídios e homicídios juntos. Além das consequências à saúde, o tabagismo provoca enormes custos sociais, econômicos e ambientais. Em países desenvolvidos, os custos relacionados aos cuidados com as doenças associadas ao tabagismo consomem de 6% a 15% do gasto total com saúde.
Fumar eleva os riscos de desenvolvimento de doenças cardiovasculares, cerebrovasculares, respiratórias, além de cânceres e outros males, reduzindo a expectativa de vida. Trata-se da principal causa de morte evitável em todo o mundo de acordo com a Organização Mundial de Saúde (OMS).

Diante deste quadro alarmante, a boa notícia é que os benefícios para quem abandona o vício começam a ser sentidos apenas vinte minutos após o fim do último cigarro. Entre cinco a dez anos após largar o vício, o risco do ex-fumante sofrer um infarto será o mesmo que o de um não fumante.

Nesta seção você encontra mais informações sobre os malefícios causados pelo cigarro e motivos para começar uma nova vida. Informe-se aqui sobre como parar e envolva sua família nessa conquista que será de todos. Uma vida sem tabaco é sinal de saúde sempre para desfrutar da companhia daqueles que você ama.

Fonte: http://portal.unimedbh.com.br/

segunda-feira, 18 de maio de 2015

PREVENÇÃO PARA NÃO RECAIR AO PARAR DE FUMAR

Além de parar de fumar, o tabagista precisa aprender a se manter sem fumar.

Identificar os motivos geradores da recaída e desenvolver estratégias para evitar que ela aconteça.

Terá no grupo depoimentos de exfumantes que o ajudarão neste sentido.

Nesta situação sempre digo que é preciso ter cartas na manga, ou seja, ampliar o repertório de recursos para lidar com a vontade de fumar.  Pensar em novas ações, comportamentos substitutivos que o ajudariam neste momento.

Ensinamos técnicas de confronto de pensamentos. Com a experiência adquirida no grupo, vai pensar se vale a pena perder tudo que alcançou até agora pelo risco que vai correr se fumar um cigarro.

Já sabe agora o valor ilusório do cigarro e dos ganhos de estar sem fumar, não vai querer colocar tudo a perder.

Além de parar de fumar, o tabagista precisa aprender a se manter sem fumar.

Não basta participar do programa e ir embora ao alcançar a cessação.

A continuidade é importante para desenvolver a prevenção de recaídas.

Identificar os motivos geradores da recaída e desenvolver estratégias para evitar que ela aconteça.

Encontrará no grupo depoimentos de exfumantes que o ajudarão neste sentido.

Nesta situação sempre digo que é preciso ter cartas na manga, ou seja, ampliar o repertório de recursos para lidar com a vontade de fumar. Pensar em novas ações, comportamentos substitutivos que o ajudariam neste momento.

Ensinamos técnicas de confronto de pensamentos. Com a experiência adquirida no grupo, vai pensar se vale a pena perder tudo que alcançou até agora pelo risco que vai correr se fumar um cigarro.

Fonte: Psicóloga Edinalva Cruz

sexta-feira, 15 de maio de 2015

OUTRAS SUBSTÂNCIAS NOCIVAS PRESENTES NO CIGARRO

Pulmão de um fumante


Além do tabaco, o cigarro apresenta muitas outras substâncias prejudiciais, dentre elas, a nicotina, que causa dependência.

Logo de início, a nicotina apresenta um efeito benéfico ilusório, pois estimula a atenção, a memória e gera um estado moderado de euforia.

Entretanto, a partir do momento que o hábito de fumar se torna crônico, a nicotina somente atenua os sintomas tão incômodos da abstinência, que são: confusão mental, nervosismo, ansiedade, insônia e depressão.

Em usuários crônicos, tais sintomas se iniciam de forma bastante rápida, em aproximadamente 30 minutos após cada dose.

Um outro malefício da nicotina é que ela causa distúrbios no metabolismo e inibe o apetite.

Pesquisas médicas concluíram que fumantes crônicos possuem uma probabilidade muito maior de contrair doenças como câncer de pulmão, enfisema e doenças cardiovasculares.

Diante de todos esses malefícios causados pelo cigarro, muitos países restringiram sua venda obrigando os fabricantes a colocarem advertências bastante destacadas em suas embalagens.

Visando desencorajar o fumo, outras medidas também foram tomadas por muitos governantes, como a restrição, ou, até mesmo, a proibição de se fumar em restaurantes, shoppings e em muitos outros locais públicos.

Fonte: http://www.todabiologia.com/saude/tabagismo.htm

quinta-feira, 14 de maio de 2015

CIGARRO ALTERA OLFATO E PALADAR

Fumantes comem menos frutas e verduras e consomem mais sal para sentir os sabores.

O tabagismo é um vício com intensa disseminação e é considerado pela Organização Mundial da Saúde (OMS) a maior causa isolada e evitável de doenças e mortes no mundo, além de maior poluidor doméstico. 

O hábito de fumar não traz prejuízos somente para o fumante, mas para a família que acaba por inalar a fumaça. A fumaça possui uma mistura de cerca de sete mil elementos químicos, sendo que alguns desses são comprovadamente cancerígenos. 

O fumo acarreta sérias consequências no processo digestivo, já que ocasiona alterações na boca, nariz e na mucosa estomacal. 

Os agentes químicos presentes no cigarro atuam como irritantes da mucosa bucal, ressecando-a e provocando aumento da camada de queratina. 

O fumo também promove alterações nas papilas gustativas, o que impede que o fumante sinta o real sabor dos alimentos. É prejudicial também para a mucosa olfativa, já que o efeito térmico do cigarro pode levar a lesões, alterando também o olfato. 

O tabagismo pode levar ao aparecimento de úlceras gástricas e duodenais.  

"O fumo acarreta sérias consequências no processo digestivo, já que ocasiona alterações na boca, nariz e na mucosa estomacal".


Mudança de hábito 

O fumante normalmente modifica seus hábitos alimentares em função da redução do olfato e do paladar, o que fazem consumir menos vegetais e frutas e aumentar o consumo de sal para realçar o sabor das preparações. 

Hábitos alimentares inadequados são comuns entre os tabagistas, exemplos são: consumo frequente de café , bebidas alcoólicas, balas e gomas de mascar, na tentativa de eliminar o odor da fumaça. 

Uma alimentação equilibrada  é fundamental para o bom funcionamento do organismo. Alimentos que contém nutrientes antioxidantes e desintoxicantes exercem funções de grande importância e devem ser incluídos nos hábitos alimentares. 

Os antioxidantes protegem as células da ação danosa dos radicais livres, produzidos pelo fumo. Já os alimentos com ação desintoxicante, favorecem a eliminação de toxinas, impedindo o seu acúmulo no organismo. 


O que incluir na alimentação? 

- Licopeno, pois esta substância além de combater o envelhecimento das células, estimula o sistema de defesa do organismo. Fontes são: tomate, melancia e goiaba. 

- Sulfarofanos são substâncias capazes de promover a eliminação de substâncias tóxicas do organismo. Podem ser obtidos através do consumo de vegetais crucíferos, como brócolis, couve-flor e repolho. 

- Aloe Vera rica em fibras, vitaminas e minerais antioxidantes. Fonte ainda de aminoácidos e enzimas importantes para o metabolismo. Tem importante papel na saúde digestiva e no processo de desintoxicação. 

-Resveratrol antioxidante fenólico que atua no combate aos radicais livres. Está presente nas uvas vermelhas, suco de uva e vinho tinto. Epicatequinas, presentes no chocolate amargo (com 70% de cacau), apresentam ação antioxidante. 
Vitamina C presente nas frutas cítricas como laranja, acerola, limão e tangerina, que também apresentam ação antioxidante.
Flavonóides de ação antioxidante presentes nos chás verdes e brancos obtidos da planta Camelia sinensis.
Vitaminas do complexo B, presentes nos cereais integrais e nos minerais zinco e magnésio encontrados na semente de abóbora, castanha de caju, nozes e pistache. Também auxiliam na proteção das células contra os radicais livres.
Alho fornece antioxidantes como a aliina e alicina. Deve ser consumido cru na forma de tempero, por exemplo.
Óleo de coco de excelente ação antioxidante, pode ser utilizado em sucos e saladas.
Cúrcuma utilizada como tempero de pratos já prontos, é fonte de curcumina um potente antioxidante.

Fonte: Thais Souza e Natalia Lautherbach Nutricionistas da Rede Mundo Verde

BRASIL RECEBE PRÊMIO INTERNACIONAL PELO CONTROLE AO TABAGISMO

O trabalho do Brasil no controle do tabagismo foi reconhecido internacionalmente pela Bloomberg Philanthropies, que entregou o “Prêmio Bloomberg para o Controle Global do Tabaco” ao ministro da Saúde, Arthur Chioro, nesta quarta-feira (18). A cerimônia ocorreu durante a 16ª Conferência Mundial Sobre Tabaco ou Saúde em Abu Dhabi, capital dos Emirados Árabes Unidos.

A premiação é um reconhecimento ao papel desempenhado pelo Ministério da Saúde e pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), no monitoramento epidemiológico do uso do tabaco e na implantação de políticas públicas para enfrentar o desafio da luta contra o fumo.

Ao justificar a escolha do Brasil para o prêmio, a entidade internacional destacou a atuação do País no controle do tabagismo. “O trabalho que o Ministério da Saúde fez é modelo para outros países que também atuam nessa área”, ressalta o documento da Fundação Bloomberg.

“É inquestionável o impacto danoso do cigarro. E o Brasil, graças à politicas que tem sido implementadas ao longo dos últimos anos, conseguiu efeitos extremamente importantes, tendo a nossa política reconhecida internacionalmente aqui em Abu Dhabi. Dedico este prêmio a todos os brasileiros defensores do controle do tabaco", destacou o ministro da Saúde, Arthur Chioro.

Responsável por cerca de 6 milhões de mortes por ano em todo o mundo, o tabagismo pode chegar a matar 8 milhões de pessoas em 2030, caso não sejam implantadas medidas para conter o avanço do fumo no planeta.

No Brasil, no entanto, o número de fumantes permanece em queda. A Pesquisa Nacional de Saúde (PNS), realizada pelo Ministério da Saúde em parceria com o IBGE, revela que o índice de pessoas que consomem cigarros e outros produtos derivados do tabaco é 20,5% menor que o registrado cinco anos atrás. Em 2013, do total de adultos entrevistados, 14,7% afirmavam fumar. Esse índice era de 18,5% em 2008, conforme a Pesquisa Especial de Tabagismo do IBGE (PETab).

“A nossa política está em quatro grandes pilares: a taxação do preço do cigarro, ou seja a elevação do preço progressiva, levando a diminuição do consumo; a proibição de todo e qualquer forma de propaganda; a eliminação de todos os pontos de fumo, chamados de fumódromos; e um programa de atendimento gratuito, inclusive com distribuição de medicamentos as pessoas que querem parar de fumar na rede do SUS”, ressalta Chioro.

A priorização do atendimento ao tabaco em unidades básicas de saúde também pode ser mensurado pela PNS. De acordo com a pesquisa, 73,1% das pessoas que tentaram parar de fumar conseguiram tratamento, um aumento importante em relação a 2008, quando o índice era de 58,8%.

Atualmente, são mais de 23 mil equipes de saúde da família em todo o País prontas para oferecer o tratamento ao tabagismo em 4.375 municípios. Em 2013 e 2014, o Ministério da Saúde destinou R$ 41 milhões para o combate ao uso de tabaco.

Além do tratamento no Sistema Único de Saúde para quem deseja parar de fumar, a pasta atua na elaboração de leis que contribuem para a redução do tabagismo.

O cigarro é responsável por cerca de 200 mil mortes por ano no Brasil e a Organização Mundial de Saúde reconhece o tabagismo como uma doença epidêmica. A dependência da nicotina expõe os fumantes continuamente a mais de quatro mil substâncias tóxicas, que são fatores de risco para aproximadamente 50 doenças, principalmente as respiratórias e cardiovasculares, além de vários tipos de câncer como o de pulmão e brônquios. O fumo responde hoje por 90% dos casos de câncer de pulmão e 25% das doenças vasculares, como infarto.

Fonte: http://www.brasil.gov.br/saude/2015/03/brasil-recebe-premio-internacional-pelo-controle-ao-tabagismo

quarta-feira, 13 de maio de 2015

DICAS DE COMO MANTER SEU COMPROMISSO DE NÃO FUMAR

Aqui estão algumas dicas de como manter seu compromisso de ficar sem fumar.
Evite pessoas e lugares que vão tenta-lo a fumar. Com o tempo você vai lidar mais facilmente com as tentações.

Mude seus hábitos. Use sucos e água gelada ao invés de álcool. Mude os caminhos que você usa no dia a dia. Faça uma caminhada ao invés de pausa para o café.

Procure alternativas ao cigarro. Use vegetais, balas sem açúcar ou chicletes para acalmar a vontade de fumar.

Atividades. Exercício e atividades ao ar livre diminuem a vontade de fumar. Procure caminhar ou realizar algum trabalho manual.

Respire profundamente. Durante os períodos de fissura, respire profundamente!

Tragar um pouco de ar fresco é revigorante e não faz mal. Durante as respirações lembre-se dos motivos que o levaram a parar de fumar.

Evitar a abstinência não é fácil. Se você esta conseguindo, merece um prêmio.

Separe o dinheiro que você habitualmente gastaria com cigarro e, no fim da semana ou do mês se de um presente. Lembre-se que o melhor presente você já ganhou!
Uma vida saudável e mais longa sem cigarro.

Fonte: http://www.tabagismo.hu.usp.br

terça-feira, 12 de maio de 2015

O TABAGISTA E SUA DECISÃO DE PARAR DE FUMAR


O Tabagista quando pensa em parar de fumar fica assustado, amedrontado e foge dessa intenção. É claro, ele desenvolveu esse hábito durante anos e anos, dia após dia fumou vários cigarros, foram milhões de tragadas. E mais, tudo isso acompanhado de histórias de vida e várias situações emocionais. Instalou-se assim uma dependência química e psicológica. Contando ainda com um poder enorme do efeito da nicotina, que em segundos chega ao cérebro trazendo rapidamente uma sensação de prazer. Não é mágico?
Tudo isso seria maravilhoso se o preço não fosse tão caro. Mas é. Ou no mínimo é muito arriscado.

O que talvez o tabagista não saiba é que é possível sair desta armadilha, desse aprisionamento, através de um tratamento.

Participando de um Programa de Antitabagismo em que possa ser acompanhado por profissionais durante 1 ano após parar de fumar.

Prevenção de recaídas faz parte desse processo. Muitos param sozinhos e desistem do seu objetivo encontrando as primeiras dificuldades desse desmame.

É preciso conhecer quais estratégias terá que desenvolver para lidar com as situações de risco. Informar-se das possíveis indicações de medicamentos existentes para aliviar as fissuras ou outros sintomas.

Além disso, participando de um Grupo Psicológico, encontrará pessoas na mesma situação, que lhe darão forças para enfrentar os desafios que virão pela frente.

Com certeza nesse formato, vai se sentir mais apoiado.

Se estiver com dúvida, venha apenas para conhecer como funciona, sem nenhum compromisso. Poderá também conversar com algum profissional da equipe. Ou ainda agendar uma consulta com o médico do programa.

Escolha qual caminho é melhor para você neste momento.

Fonte: Psicóloga Edinalva Cruz

segunda-feira, 11 de maio de 2015

COMO LIDAR COM A ABSTINÊNCIA DO CIGARRO

A falta de cigarro leva a abstinência. O organismo do fumante esta acostumado com uma dose de nicotina diária. Isso é dependência! Sem a nicotina aparecem alguns sintomas físicos e psicológicos.

Conhecer os sintomas é a melhor forma de se preparar e lidar com eles.
O hábito de fumar esta conectado a praticamente todas as suas atividades. Acordar, tomar café da manhã, assistir televisão, ler o jornal e no trabalho. Essas atividades funcionam como um gatilho que leva a acender o cigarro. Esses gatilhos fazem mesmo quem esta muito determinado a parar ter vontade de acender um cigarro. A vontade intensa de fumar é chamada fissura.
Nos momentos de fissura, o organismo esta pedindo por uma dose de nicotina. Aparecem os sintomas de abstinência. É comum o fumante então racionalizar. Isto é: Inventar desculpas para si mesmo.

Procurando motivos para fumar.
Esses pensamentos são recorrentes e devem ser evitados.
Vou fumar até passar esse momento ruim.
Sem fumar não vou resolver esse problema.
Hoje não é um bom dia. Amanhã eu paro
É meu único vício.
A vida não tem graça sem fumar.
Essas racionalizações podem colocar tudo a perder. Levar você de volta ao vício. Lembre-se: O cigarro é mais um problema. Não um amigo. Ele não ajuda a resolver nenhuma dificuldade da sua vida. Apenas obscurece os problemas, colocando uma cortina de fumaça entre você e eles. Fica ainda mais difícil reconhecer e resolver situações de estresse!

Fonte: http://www.tabagismo.hu.usp.br/

sábado, 9 de maio de 2015

FELIZ DIA DAS MÃES!




A Equipe CIS/AMURES deseja um feliz dia a todas as mães!

COLABORADORAS MÃES DO CIS/AMURES SÃO HOMENAGEADAS



As funcionárias mamães do Consórcio Intermunicipal de Saúde foram surpreendidas no final da tarde desta sexta-feira (08/05). Elas receberam uma homenagem emocionante dos colegas de trabalho.

Um vídeo trouxe uma mensagem especial para as mães e no final todas foram presenteadas.







O CIS/AMURES deseja UM FELIZ DIA DAS MÃES!

sexta-feira, 8 de maio de 2015

TABAGISMO: COMO PARAR?



Parar de fumar sozinho não é fácil. Segundo o INCA, 80% dos fumantes desejam parar, mas somente 3% tem êxito sem ajuda e precisam de tratamento específico. Para saber qual a melhor forma de largar o cigarro em cada caso, é fundamental consultar um médico.

Em linhas gerais, existem dois métodos para parar de fumar: de forma imediata ou gradativa. Especialistas recomendam a primeira opção, pela qual o fumante marca uma data e, a partir daí, não fuma mais. Pela opção gradativa, o fumante reduz o número de cigarros por dia ou atrasa o consumo do primeiro cigarro do dia cada vez mais. Nesse processo, entretanto, não se deve gastar mais de duas semanas, sob risco de apenas adiar a parada definitiva.

Há também modelos de tratamento baseados em terapias individuais ou em grupo com o objetivo de orientar o fumante de forma que ele desenvolva habilidades para conseguir ficar sem fumar. Caso seja necessário recorrer a um tratamento medicamentoso, é possível recorrer ao SUS (Sistema Único de Saúde).

Fonte: http://vivermais.custhelp.com/

quinta-feira, 7 de maio de 2015

TABAGISMO: ENFERMIDADES



O tabagismo está relacionado a cerca de 50 doenças diferentes, provocadas pelas substâncias presentes na fumaça do tabaco. A nicotina, por exemplo, aumenta a liberação de substâncias que causam vasoconstrição e, consequentemente, causa hipertensão arterial. No aparelho digestivo, ela estimula a produção de ácido clorídrico, o que pode causar úlceras. No pulmão, colabora para o desenvolvimento de enfisema pulmonar e bronquite crônica, doenças que fazem parte de um grupo de enfermidades que compõe o quadro conhecido como DPOC (Doença Pulmonar Obstrutiva Crônica). O monóxido de carbono, interferindo no transporte de oxigênio, dificulta a chegada do gás até os órgãos, além de provocar doenças cardiovasculares como a aterosclerose.

Os fumantes têm risco de 20 a 30 vezes maior de desenvolver câncer de pulmão. O organismo do tabagista é exposto a uma série de outros distúrbios e doenças, entre eles em catarata, aneurismas, osteoporose, trombose, menopausa precoce, impotência sexual no homem, infertilidade na mulher e complicações na gravidez.

Fonte: http://www.brasilescola.com/saude/tabagismo.htm

quarta-feira, 6 de maio de 2015

TABAGISMO: FUMANTES PASSIVOS



Não são apenas os fumantes que sofrem as consequências do consumo do tabaco. Quem inala a fumaça produzida por fumantes em ambientes fechados, mesmo sendo um não-fumante, é chamado de tabagista passivo. Estima-se que seja a terceira maior causa de morte evitável no mundo, ficando atrás apenas do tabagismo e do consumo excessivo de álcool.

É chamada de poluição tabagística ambiental (PTA) a fumaça produzida pelos fumantes em ambientes fechados, seja a exalada pelo indivíduo (corrente primária), seja a que sai da ponta do cigarro (corrente secundária). O ar poluído com a fumaça do cigarro é composto principalmente pelo segundo tipo, tem em média três vezes mais nicotina e monóxido de carbono, e até cinquenta vezes mais substâncias que causam câncer do que a fumaça inalada pelo fumante. Isso porque a corrente secundária não é filtrada e devido à combustão incompleta causada pela queima a baixa temperatura.

Assim, adultos tabagistas passivos têm risco 30% maior de desenvolver câncer de pulmão e 24% maior de sofrer um infarto do coração em relação a não-fumantes que não se expõem à fumaça. As crianças ficam mais suscetíveis a infecções de ouvido, resfriados e doenças respiratórias como bronquites, pneumonias e asma.

Há também efeitos mais imediatos, como tosse, irritação nos olhos, alergias, cefaleias e aumento da pressão arterial. De acordo com a OIT (Organização Internacional do Trabalho), funcionários de restaurantes, bares e outros ambientes fechados constituem um grupo especialmente suscetível aos males do tabagismo passivo, pois ficam de 300% a 600% mais expostos à fumaça do tabaco do que outras categorias de profissionais.

Fonte: http://www.brasilescola.com/saude/tabagismo.htm

terça-feira, 5 de maio de 2015

TABAGISMO: SUBSTÂNCIAS NOCIVAS



A fumaça produzida pelo consumo do tabaco contém mais de 4.700 substâncias tóxicas, entre elas a nicotina, o monóxido de carbono e o alcatrão. A nicotina age diretamente no sistema nervoso central como a cocaína e chega ao cérebro em nove segundos. O monóxido de carbono (CO), extremamente tóxico, é o mesmo gás que sai dos escapamentos de automóveis. Liga-se facilmente aos glóbulos vermelhos, responsáveis pelo transporte de oxigênio, dificultando a oxigenação do sangue. Já o alcatrão é constituído por diversas substâncias que causam o câncer, como arsênio, acetona, resíduos de agrotóxicos, naftalina, substâncias radioativas e até fósforo P4/P6, usado na fabricação de veneno para ratos.

Fonte: http://www.brasilescola.com/saude/tabagismo.htm

segunda-feira, 4 de maio de 2015

TABAGISMO: O QUE É?



O tabagismo é classificado como uma doença do grupo dos transtornos mentais e comportamentais em decorrência do uso de substância psicoativa, no caso a nicotina, que causa dependência e é extraída da planta Nicotiana tabacum, conhecida como tabaco. O consumo mais comum se dá por meio do cigarro, mas pode acontecer também pelo uso de cachimbo, charuto, rapé ou tabaco de mascar. Apesar de ser a principal causa de morte evitável no mundo, um terço da população ainda é fumante, ou seja, 1,2 bilhão de pessoas. Pesquisas comprovam que aproximadamente 47% de toda a população masculina mundial e 12% da feminina fumam.

Fonte: http://www.brasilescola.com/saude/tabagismo.htm