sexta-feira, 30 de setembro de 2016

INFECÇÃO POR HPV

Infecções por HPV



O vírus do Papiloma Humano (VPH ou HPV) é um vírus que afeta pele e mucosas, podendo apresentar-se sobre a forma de 200 variações diferentes. A maioria das estirpes está associada a manifestações benignas, como verrugas, mas algumas são malignas, podendo originar neoplasias, como o tão atualmente falado, cancro do colo do útero.

Estima-se que cerca de 70% das pessoas com uma vida sexual ativa contraia pelo menos um infecção por HPV, o que as torna em infecções muito comuns. Na maioria dos casos, o nosso sistema imunitário controla-as, mas cerca de 20% tornam-se crônicas, podendo degenerar em cancro, especialmente se associadas a outros factos de risco como o tabagismo ou hereditariedade.

O cancro do colo do útero é, na Europa, o segundo tipo de cancro mais comum em mulheres entre os 15 e os 44 anos, sendo o primeiro o cancro da mama. Portugal regista a maior incidência de todos os países da União Europeia – cerca de 17 casos em cada mil habitantes, com 900 novos casos e 300 mortes por ano.

A epidemiologia relacionada com a doença assusta qualquer um, mas felizmente há boas noticias. Quando detectado numa fase precoce, o tratamento tem uma taxa de sucesso de 100%. A transformação em células cancerígenas é um processo lento e silencioso, razão pela qual o rastreio é essencial, não podendo ser descurado em qualquer que seja a idade da mulher, realizando periodicamente citolologias cervicais.

Não podemos esquecer que, apesar de pouco comum, as manifestações também podem surgir no homem. A melhor forma de prevenir o contágio, passa por evitar comportamentos sexuais de risco, assim como nas restantes doenças sexualmente transmissíveis.

O tratamento, numa fase inicial, passa, na maioria dos casos, por uma pequena intervenção cirúrgica, com o recurso e laserterapia.

Atualmente existe já outra grande novidade e esperança no combate desta doença – a vacinação. Segundo os estudos realizados, a vacina atualmente utilizada, demonstra ser 100% eficaz na prevenção de infecções das estirpes mais comuns do vírus, prevenindo o aparecimento de lesões pre-cancerígenas e adenocarcinomas não invasivos do colo do útero.

De ressalvar que esta não é eficaz no caso de a infecção já tenha ocorrido, ou seja, não atua como tratamento da infecção mas apenas como prevenção desta.

No caso de Portugal, esta vacina já faz parte do Plano Nacional de Vacinação, podendo ainda ser administrada a mulheres em idade adulta.

Fonte: http://www.ruadireita.com/saude/info/infeccoes-por-hpv/#ixzz4Grfjrz6G

segunda-feira, 26 de setembro de 2016

MENOPAUSA, UMA NOVA FASE DA VIDA

                 Menopausa, uma nova fase da vida


Durante demasiado tempo, a menopausa foi vista como o “fim de carreira” de uma mulher, expiradas que estavam as suas funções reprodutivas, qual “reforma antecipada” de uma vida que ainda ia a pouco mais de meio. Entrar na menopausa era sinônimo de doença, velhice e destituição da condição de mulher. Se calhar, a partir do momento em que as menstruações cessassem, as mulheres passavam a recensear-se como pertencentes ao gênero masculino…

Felizmente, as mentalidades foram mudando e a ignorância dissipando-se, abrindo espaço para a concepção da menopausa como uma fase na vida feminina, com profundas alterações físicas, emocionais e psicológicas, causadas pela redução gradual e posterior supressão da produção de estrogênio, a hormona feminina.

Os níveis, não só de estrogênio como de progesterona, entram em declínio. Daí decorrem efeitos para diversos órgãos e sistemas, susceptíveis de provocar sintomas como: calores, sudação noturna, diminuição da líbido, insônia, irritabilidade, depressão, secura vaginal, redução da capacidade de atenção e de memória, afrontamentos, dores ósseas, musculares e articulares, incontinência urinária, hipertensão, aumento do colesterol, modificações na pele, no cabelo e no peso, e outros eventuais, variáveis de pessoa para pessoa. Outra das características da menopausa é a possível perda de cálcio nos primeiros cinco anos, que pode conduzir a um quadro de osteoporose, patologia séria passível de facilitar fracturas de vértebras e da bacia, por exemplo. Realizar uma mamografia e um exame para aferir acerca da densidade óssea (densitometria óssea) são procedimentos a adotar.

Na menopausa, normalmente ocorrida entre os 45 e os 55 anos, podendo, no entanto, iniciar-se por volta dos 35 ou, mais raramente, dos 60, intensifica-se o risco de doença cardíaca e de osteoporose, devido ao baixo nível de estrogênios, mormente se existir na família um historial clínico desta natureza. Factores com a hereditariedade, o tabagismo e a submissão a cirurgias e a tratamentos contra o cancro, podem desencadear uma menopausa precoce (antes dos 40 anos).

Apesar de natural, esta nova circunstância da vida da mulher pode comprometer-lhe a qualidade dessa mesma vida, pelo que a terapia de reposição hormonal (TRH) está bastante difundida. Todavia, embora sublime ou elimine os desconfortos mais prementes, existem contra-indicações que importa mencionar, sobretudo em mulheres que apresentem risco de cancro da mama, diabetes, doenças musculares e outras complicações. Um estudo efetuado nos Estados Unidos, no National Institute of Health (NIH), refere o maior perigo que a TRH representa no desenvolvimento de enfarte do miocárdio, acidentes vasculares cerebrais, embolias e cancro da mama. Simultaneamente, este tratamento revela-se preventivo do cancro retal e de fracturas da anca.

É possível limitar os impactos da menopausa, tanto em termos físicos como emocionais, recorrendo a “técnicas” mais naturais, como o yoga, que melhora a saúde, o bem-estar, a alegria de viver e o sistema imunitário e estimula a resistência física, tal com evita a tão temida osteoporose. Adotar uma alimentação e um estilo de vida adequados é outra das facetas. Incluir soja com fartura na ração diária permite ao seu grão atuar na prevenção da anemia (pela presença do ferro) e evitar a depressão, a fraqueza e lesões dermatológicas (devido ao seu alto teor de ácido fólico).

Nesta etapa de transição, o apoio do médico, do companheiro e da família é essencial para que a menopausa seja uma experiência libertadora e positiva e não crie à mulher limites para a concretização de todos os papéis que ela é chamada a desempenhar na sociedade actual.

Fonte: http://www.ruadireita.com/saude/info/menopausa-uma-nova-fase-da-vida/#ixzz4GrenuoEQ 

sexta-feira, 23 de setembro de 2016

INFECÇÃO POR HPV

Infecções por HPV



O vírus do Papiloma Humano (VPH ou HPV) é um vírus que afeta pele e mucosas, podendo apresentar-se sobre a forma de 200 variações diferentes. A maioria das estirpes está associada a manifestações benignas, como verrugas, mas algumas são malignas, podendo originar neoplasias, como o tão atualmente falado, cancro do colo do útero.

Estima-se que cerca de 70% das pessoas com uma vida sexual ativa contraia pelo menos um infecção por HPV, o que as torna em infecções muito comuns. Na maioria dos casos, o nosso sistema imunitário controla-as, mas cerca de 20% tornam-se crônicas, podendo degenerar em cancro, especialmente se associadas a outros factos de risco como o tabagismo ou hereditariedade.

O cancro do colo do útero é, na Europa, o segundo tipo de cancro mais comum em mulheres entre os 15 e os 44 anos, sendo o primeiro o cancro da mama. Portugal regista a maior incidência de todos os países da União Europeia – cerca de 17 casos em cada mil habitantes, com 900 novos casos e 300 mortes por ano.

A epidemiologia relacionada com a doença assusta qualquer um, mas felizmente há boas noticias. Quando detectado numa fase precoce, o tratamento tem uma taxa de sucesso de 100%. A transformação em células cancerígenas é um processo lento e silencioso, razão pela qual o rastreio é essencial, não podendo ser descurado em qualquer que seja a idade da mulher, realizando periodicamente citolologias cervicais.

Não podemos esquecer que, apesar de pouco comum, as manifestações também podem surgir no homem. A melhor forma de prevenir o contágio, passa por evitar comportamentos sexuais de risco, assim como nas restantes doenças sexualmente transmissíveis.

O tratamento, numa fase inicial, passa, na maioria dos casos, por uma pequena intervenção cirúrgica, com o recurso e laserterapia.

Atualmente existe já outra grande novidade e esperança no combate desta doença – a vacinação. Segundo os estudos realizados, a vacina atualmente utilizada, demonstra ser 100% eficaz na prevenção de infecções das estirpes mais comuns do vírus, prevenindo o aparecimento de lesões pre-cancerígenas e adenocarcinomas não invasivos do colo do útero.

De ressalvar que esta não é eficaz no caso de a infecção já tenha ocorrido, ou seja, não atua como tratamento da infecção mas apenas como prevenção desta.

No caso de Portugal, esta vacina já faz parte do Plano Nacional de Vacinação, podendo ainda ser administrada a mulheres em idade adulta.

Fonte: http://www.ruadireita.com/saude/info/infeccoes-por-hpv/#ixzz4Grfjrz6G

quinta-feira, 15 de setembro de 2016

MEL REFORÇA A IMUNIDADE

Mel e derivados para reforçar a imunidade no inverno



No frio é natural que se sinta mais vontade de comer alimentos mais calóricos e pesados ao invés de optar pelas frutas e verduras, pois o corpo precisa reter energia para manter sua temperatura. Além disso, para mantê-lo aquecido sempre procuramos ficar em lugares fechados e com pouca ventilação. Devido a esses e outros fatores que no inverno o organismo se torna mais suscetível à gripe, viroses, infecções, etc. Mas, saiba que existem alguns alimentos que agem como remédios naturais que irão te ajudar a manter a saúde nessa estação, tais como mel, pólen, própolis e geleia real. Conheça os benefícios de cada um deles.


Mel – Graças ao seu alto teor de açúcar ele é capaz de fornecer muita energia ao corpo. Além disso, ele ainda é um ótimo antibiótico e antisséptico. Existem três tipos de mel:

o de flor de eucalipto que ajuda no combate as doenças respiratórias, evita a tosse e os sintomas comuns da constipação, bronquite, sinusite e dores de garganta; o de flor de laranjeira que atua no combate a insônia, equilibra o intestino, evita câimbras e acalma; e o de flor do campo que elimina as toxinas do corpo e também ajuda a regular o intestino.

Observação: Ele não pode ser fervido para não perder suas propriedades e pode ser ingerido puro, em sucos, vitaminas e frutas.

Pólen – Pode ser usado como um ótimo complemento alimentar, principalmente para quem pratica atividades físicas e para idosos. Ele ajuda a reforçar a imunidade e previne asma e alergia. Além disso, ele também ajuda a equilibrar o intestino, previne o envelhecimento e é fonte cálcio. O pólen pode ser ingerido puro, utilizado na preparação de bolos e pães, ou acrescentado a sucos, frutas e saladas. Para obter seus benefícios, apenas uma colher (sopa) ao dia de pólen já é o suficiente.

Observação: Antes de iniciar o seu consumo verifique a forma correta de se usar o própolis. Consumindo-o de forma correta você irá obter todos os seus benefícios.Própolis – Ele contém flavonoides e outras substâncias que aumentam a produção de anticorpos, é cicatrizante e é um antibiótico natural contra tosses e inflamações na garganta. Além disso, o própolis ajuda no tratamento de incontinência urinária e no combate a placa bacteriana nos dentes.


Geleia real – Ela é rica em vitaminas, proteínas, sais minerais e aminoácidos. Também pode ser usada como complemento alimentar, fornece energia ao corpo, melhora a memória, regula o colesterol, alivia a sensação de cansaço, combate a anemia, prisão de ventre, infecções, sintomas da menostasia, envelhecimento, gripes e resfriados. A geleia real pode ser ingerida pura, em jejum, ou misturada ao mel, sendo recomendáveis 10 gramas para cada quilo de mel.

terça-feira, 13 de setembro de 2016

FUMAR DE VEZ EM QUANDO TAMBÉM É PREJUDICAL PARA SAÚDE


Quem fuma socialmente, isto é, apenas quando sai com os amigos, quando ingere bebida alcóolicas (geralmente aos fins de semana), costuma crer que não está prejudicando seu organismo. No entanto, especialistas alertam que o risco desse hábito não é pequeno. Muitas vezes, chegam a ser os mesmos de quem fuma frequentemente.

Um estudo recente, divulgado por pesquisadores da Universidade de Northumbria, na Inglaterra, revela que os danos que o cigarro causa para a memória são os mesmos para quem fuma com menos ou mais frequência. Na análise, 28 estudantes foram divididos em três grupos, entre fumantes de final de semana, jovens que fumavam diariamente e jovens que nunca haviam fumado.

Cada um deles deveria lembrar-se de fazer tarefas simples, como enviar uma mensagem a um amigo ou fazer compras em uma loja em determinados momentos. Os dois grupos de fumantes saíram-se significativamente pior que o de estudantes que nunca haviam fumado, e dentro do grupo de tabagistas não havia diferença entre os que fumavam pouco ou muito. A perda da memória está associada às degenerações que o cigarro causa a células do cérebro, podendo inclusive diminuir o seu tamanho.

Ao fumar, algumas substâncias do cigarro tornam mais fácil o processo de adesão de placas de gordura às paredes dos vasos sanguíneos, fazendo com que se formem coágulos e a passagem do sangue fique mais difícil ou se interrompa totalmente. Quando esse bloqueio acontece em uma artéria do coração, o indivíduo infarta. “Todas as substâncias presentes no cigarro são responsáveis por uma série de doenças em nosso organismo, desde uma simples cárie até o câncer”, diz o Dr. Marcos Knobel, cardiologista do Hospital Albert Einstein.

Ele explica que mesmo um fumante irregular se expõe aos riscos do cigarro. “Um tabagista possui dez vezes mais chance de desenvolver câncer de pulmão, cinco vezes mais chance de infarto do miocárdio e enfisema pulmonar e duas vezes mais chance de AVC (acidente vascular cerebral). Diversos outros aspectos também são influenciados pelo cigarro de fim de semana, como a potência sexual”. Para as mulheres, o risco pode ser até pior. “Dependendo do número de cigarros que se fuma, há risco de aumento na incidência de câncer de mama, mesmo para mulheres que fumam pequenas quantidade de cigarro durante a vida”, conclui.

Fonte: coracaoalerta.com.br/

quinta-feira, 8 de setembro de 2016

ESTAR SOZINHO E SER FELIZ: QUANDO NOS ENCONTRAMOS COM A NOSSA ESSÊNCIA


Por Lara Lobo


Desde muito pequenos fomos ensinados a ter sempre alguém por perto. Estar próximo a outras pessoas nos gera – acho que até por instinto – uma sensação de segurança. Sentimo-nos mais confortáveis circundados por outros seres de nossa espécie. Somos naturalmente gregários.

Essa suposta segurança percebida ao estar em companhia de outras pessoas se contrapõe a uma espécie de vazio, de incômodo quando estamos sozinhos. A própria palavra solidão, do latimsolitudine, vem, na língua portuguesa, carregada de um sentido negativo. Atribuímos à solidão sensações consequentes de tristeza, medo, insegurança e dor.

É uma visão ligada à dependência emocional do outro: precisamos sempre de alguém para nos sentirmos completos, felizes e em paz. Essa mesma visão foi corroborada por muitos filósofos, escritores e renomados poetas. Aristóteles, por exemplo, afirmou que “Quem encontra prazer na solidão, ou é fera selvagem ou é Deus”.

Por muito tempo, mesmo morando sozinha desde os meus 23 anos, eu sentia a necessidade de estar circundada de amigos, de gente, de burburinhos e distrações. Eu não sabia, mas queria, no fundo, tapar um vazio da alma com a companhia alheia. O que eu tampouco sabia e que ainda me custaria muito a aprender, era que a melhor companhia (e a única que poderia suprir as carências da minha alma) era eu mesma.

Estar sozinho pode, portanto, ser uma grande oportunidade de dar-se um tempo para se reconectar com quem somos em essência.

Somente quando silenciamos a mente e nos permitimos entrar em contato com nossos reais anseios, podemos sentir a agradável sensação de completude.

Acho que somos, mesmo que muitos não acreditem, seres com poderes quase sobrenaturais. Por mais agradável que seja ter companhias para compartilhar alegrias e dores, a nossa verdadeira fortaleza não está no outro, mas sim em nós mesmos.

Se usássemos mais o termo poético “solitude” para expressar a beleza do ato de estar só, poderíamos vislumbrar os inúmeros presentes que nos são dados pelo simples fato de podermos ter um encontro com nosso espírito.

Sentimo-nos livres quando estamos sós. Não há julgamento, não há pressão, não há preconceito. Há beleza e silêncio. Há música e paz. Há tempo para refletir e meditar acerca de temas que só nós mesmos sabemos o quanto nos angustiam ou nos fatigam.

Como muito bem afirmou Arthur Schopenhauer, “Cada um só pode ser ele mesmo, inteiramente, apenas pelo tempo em que estiver sozinho. Quem, portanto, não ama a solidão, também não ama a liberdade: apenas quando se está só é que se está livre.”

Diz mais: “A solidão é a sorte de todos os espíritos excepcionais”.

A verdade é que quando estamos sozinhos podemos entrar em contato com o verdadeiro sentido da palavra liberdade. Acho que Paul Valéry concorda comigo, pois disse, certa feita, que “há momentos infelizes em que a solidão e o silêncio se tornam meios de liberdade”.

Numa noite de terça-feira, desfrutando a beleza e a alegria da solidão, as quais somente aprendi a apreciar depois de muito amadurecimento, venho propor um exercício de autoanálise.

Presenteemo-nos com pelo menos uma hora de solitude ao dia. Nesta hora, podemos escolher fazer qualquer coisa que faça nossas almas sorrirem: pode ser escutar uma boa música, tomar um chá, um café ou uma taça de vinho, observar o mar, sentar na grama, comer uma saborosa fruta, ler uma linda poesia. Cada um escolhe aquilo que faz bem ao coração e ao espírito.

Deixo que o poeta alemão Rainer Maria Rilke termine este texto por mim, pois ele, melhor do que eu, escreveu uma linda conclusão:

“Uma única coisa é necessária: a solidão. A grande solidão interior. Ir dentro de si e não encontrar ninguém durante horas, é a isso que é preciso chegar.”

Fonte: Nowmaste

terça-feira, 6 de setembro de 2016

SAIBA TRABALHAR O EMOCIONAL



O que as pessoas mais sofrem hoje em dia é com o emocional, o emocional leva ao estresse e com isso muitas doenças. O medo e a incerteza em nossas vidas nos levam a um emocional que traz o estresse e nos provoca contrações musculares. Se nós olhamos esse ângulo saiba que quase cem por sento da população sofrem de uma dorzinha, mas isso acontece por reações do corpo e do cérebro que luta contra esse mal. Quando tudo se acalma, e a tensão diminui a circulação volta ao normal, e as funções digestivas voltam a trabalhar normal, e os hormônios se reequilibra e as cólicas desaparecem, músculos deixam de se contrair e tudo volta ao seu normal.

Nunca deixe sua vida ficar a mercê de suas forças, ou fora de seu controle e não se cobre por estar de mãos atadas, pois todos os seus sistemas paralisam, e os músculos em vez de relaxarem momentaneamente, eles permanecem rígidos, e com isso eles desenvolvem um hábito de tensão que faz com que os músculos se cansem com facilidade cada vez maior. E essa fadiga muscular reflete como dor. Segundo os terapeutas quem sentem esse efeito ruim, é quem não joga para fora os seus sentimentos, como explodir para não magoar o outro, ou não fazer isso pra não explodir de raiva e não magoar um irmão ou amigo sempre temendo a reação dos outros.


Não dar opinião por achar que ela é menos importante que a do outro. A dura verdade é calar consome você por dentro

É bom você procurar fazer exercícios pra relaxar e ter uma vida mais saudável. Um dos pontos principais é você observar a sua respiração, se ela for contida-superficialmente, e rápida ou desigual e forçada, isso é chamado de esforço extra e traz ansiedade ou frustrações e perda de mobilidade e dor. Você pode e deve fazer exercícios de inspirar e expirar o ar de forma plena e profunda e com isso você vai relaxando sua tensão. Uma das coisas que aumenta um grande estresse interior é engolir cobras e larga ta, em vez de reprimi-lo, tente coloque limites. Sabemos que muito fácil falar, mais o problema é que muitas vezes ele existe e é necessário ser solucionado, mas às vezes nós não conseguimos, e o estresse se acumula. Saiba apenas que isso não pode ser acumulado dentro de você, pois te deixa com saúde debilitada. O melhor a fazer é colocar sua vida em ordem e refazer os seus valores.

segunda-feira, 5 de setembro de 2016

FALAR É A MELHOR SOLUÇÃO!

Campanha Setembro Amarelo do Centro de Valorização da Vida

Quando a atriz Cássia Kiss apareceu na TV com os seios à mostra há 27 anos, ensinando as mulheres brasileiras a fazerem o autoexame para prevenir o câncer de mama, muita gente achou a campanha escandalosa e apelativa. O fato é que até hoje essa campanha é celebrada pela redução efetiva do número de casos da doença.

Pois é, na área da saúde pública sabe-se que a prevenção de qualquer doença se faz com informação clara e objetiva.

O que a maioria dos brasileiros ignora – e parte dos profissionais de saúde também – é que isso também vale para suicídio. Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), em 90% dos casos os suicídios são preveníveis por estarem associados a patologias de ordem mental diagnosticáveis e tratáveis, principalmente a depressão. Ou seja, de cada dez casos de autoextermínio, nove podem ser evitados onde houver o diagnóstico preciso dessas patologias, o devido tratamento e a assistência das redes de cuidado e atenção.

É preciso abrir espaço para campanhas de prevenção e reverter as estatísticas num mundo onde aproximadamente 800 mil pessoas se matam a cada ano, 2.200 a cada dia, e um novo caso é registrado a cada 40 segundos. No Brasil, são aproximadamente 12 mil casos por ano, o que dá uma média de 32 suicídios por dia.

Ainda assim, por incrível que pareça, este continua sendo um assunto invisível, fora do radar da sociedade. E não é difícil identificar alguém na família, no círculo de amizades ou na vizinhança que já tentou se matar ou consumou o ato suicida. Pode-se dizer que boa parte dessas pessoas que desapareceram em circunstâncias tão violentas ainda estaria entre nós se os mais próximos soubessem como agir quando determinadas pistas ou sinais dão conta de que algo não vai bem.

Além dos sintomas característicos das psicopatologias associadas ao suicídio (depressão, transtornos relacionados ao uso de substâncias, esquizofrenia, transtornos de personalidade, etc) é importante acompanhar eventuais mudanças de comportamento que indiquem a tendência ao isolamento social, desinteresse generalizado, angústia e aflição, baixo rendimento escolar ou produtividade. São alguns indícios de que algo pode estar errado.

Para enfrentar o tabu em torno do assunto – e a brutal desinformação que agrava as estatísticas – celebra-se neste dia 10 de setembro o Dia Mundial de Prevenção do Suicídio. Para dar ainda mais visibilidade a esse grito de alerta em favor da vida, a Associação Internacional pela Prevenção do Suicídio (IASP) lançou o movimento Setembro Amarelo, que tenta associar esta cor à causa da prevenção do autoextermínio. A ideia é pintar, iluminar e estampar o amarelo nas mais diversas resoluções por aí.

É possível que a campanha não tenha o mesmo efeito que o autoexame da Cássia Kiss. Mas é um começo. Aliás, Cássia Kiss escreveu certa vez uma mensagem de gratidão ao CVV – Centro de Valorização da Vida – que realiza desde 1962 um trabalho voluntário de apoio emocional e prevenção do suicídio por telefone (141) e mais recentemente pela internet ( http://www.cvv.org.br/site/chat.html ) sem vinculação política ou religiosa. Munida da mesma coragem com que exibiu os seios na TV em favor da vida, ela deu o seguinte depoimento sobre a instituição: “Certa vez, há muitos anos, precisei de ajuda especial. Tinha vontade de desaparecer (coisa normal no mundo de quem não tem compromisso, responsabilidade comunitária). Chamei o CVV. Estou viva e integrada”. 

Imagem: Divulgação CVV

quinta-feira, 1 de setembro de 2016

ALERTA! ESTÁ COMEÇANDO O SETEMBRO AMARELO!





O que é? 
Setembro Amarelo é uma campanha de conscientização sobre a prevenção do suicídio, com o objetivo direto de alertar a população a respeito da realidade do suicídio no Brasil e no mundo e suas formas de prevenção. Ocorre no mês de setembro, desde 2014, por meio de identificação de locais públicos e particulares com a cor amarela e ampla divulgação de informações.


Quando?
O movimento acontece durante todo o mês de setembro em todo o mundo. Há uma atenção especial no dia 10 de setembro, pois é o Dia Mundial de Prevenção do Suicídio. 


História
Iniciado no Brasil pelo CVV, CFM (Conselho Federal de Medicina) e ABP (Associação Brasileira de Psiquiatria), o Setembro Amarelo teve início em 2014 concentrado em Brasília. Em 2015 já conseguiu uma maior exposição com ações em todas as regiões do país. Mundialmente, o IASP – Associação Internacional para Prevenção do Suicídio estimula a divulgação da causa, vinculado ao dia 10 do mesmo mês no qual se comemora o Dia Mundial de Prevenção do Suicídio.

Destaques de 2015
Alguns destaques em 2015 foram a iluminação de monumentos como Cristo Redentor no Rio de Janeiro/RJ, o Congresso Nacional e a ponte Juscelino Kubitschek em Brasília/DF, o estádio Beira Rio em Porto Alegre/RS, a Catedral e o Paço Municipal de Fortaleza/CE, Ponte Anita Garibaldi em Laguna/SC, e o Palácio Campo das Princesas em Recife/PE. 

Também foram feitas ações de rua, como caminhadas, passeios ciclísticos, motoatas e abordagens em locais públicas em cidades.

Veja as fotos:











Fonte: http://www.setembroamarelo.org.br/