terça-feira, 31 de março de 2015

BRASILEIROS DESCONHECEM SINTOMAS DA HIPERTENSÃO



A hipertensão ainda é desconhecida para grande parte da população brasileira. Essa é a conclusão de uma pesquisa feita em oito capitais – São Paulo, Rio de Janeiro, Curitiba, Recife, Salvador, Belo Horizonte, Brasília e Porto Alegre – com 7 mil pessoas pela Sociedade Brasileira de Cardiologia (SBC) em conjunto com o laboratório farmacêutico Bayer. Em 70% dos casos, os entrevistados não relacionaram a doença ao aumento da pressão arterial, seu principal sintoma.

Os fatores de risco também são ignorados pela maioria. Somente 18% responderam “obesidade”, e outros 18%, o fator “sedentarismo”; 12% lembraram do “estresse” e 10%, da “ingestão de sal em excesso”. Para 5%, o fator lembrado foi o “hereditário”. Já 14% não souberam associar a nenhuma das opções e 23% escolheram outros fatores.

Em relação às complicações, 20% consideraram o AVC. Outros fatores também fo­­ram citados: obesidade (14%), morte súbita (13%) e enfarte do miocárdio (12%). Outros 17% não souberam responder. Para a SBC, a pesquisa evidencia a necessidade de mais campanhas de conscientização da população por parte de órgãos oficiais e não oficiais sobre o problema, que atinge 70% dos idosos com mais de 70 anos.

sexta-feira, 27 de março de 2015

CERCA DE 30% DOS IDOSOS BRASILEIROS TÊM DIABETES E HIPERTENSÃO


Cresce o número de idosos que têm simultaneamente as duas doenças que mais atingem quem já passou dos 60 anos: a hipertensão e o diabete do tipo 2. De acordo com estatísticas do Vigitel 2012 (Vigilância de Fatores de Risco e Proteção para Doenças Crônicas por Inquérito Telefônico) do Mi­nistério da Saúde, 21,6% dos brasileiros nessa faixa etária têm diabete, e 59,7% têm hipertensão. Quando se analisam os dados de quem tem as duas doenças, o porcentual costuma atingir mais de 30% dessa população.

Esse fenômeno – hipertensão e diabete juntas – é típico de duas situações muito conhecidas dos brasileiros: o envelhecimento da população (já são 14 milhões de idosos no país) e o sedentarismo (49,2% dos brasileiros são inativos, de acordo com a Organização Mundial da Saúde). No primeiro caso, o passar dos anos gera um impacto sobre o corpo, que já não tem a capacidade de se recuperar tão bem das agressões ambientais. O resultado é uma falência progressiva de órgãos e tecidos.

Com isso, surgem doenças como a arteriosclerose senil (alterações das fibras elásticas da artéria, que geram a atrofia das células musculares e sua substituição por um tecido fibroso e enrijecido) e a perda da capacidade do pâncreas de produzir a insulina, hormônio que reduz o nível de glicose no sangue. São processos inevitáveis, embora também dependam da genética, da alimentação e dos hábitos de vida.

O sedentarismo tem papel tão ou mais importante para o surgimento dessas doenças, que já são consideradas uma epidemia pela OMS. No caso do diabete do tipo 2, a falta de atividade física tem papel-chave, uma vez que o ganho de peso e a obesidade estão relacionados à doença, em especial a gordura central, que se localiza na barriga. O tecido gorduroso produz substâncias que são capazes de destruir as células pancreáticas que produzem insulina.

De acordo com a endocri­nologista do Hospital Nossa Senhora das Graças de Cu­ri­tiba Luciana Pechmann, com exercícios físicos, o músculo responsável por captar a glicose do sangue e transformá-la em energia para suas células também se fortalece e minimiza os efeitos do envelhecimento. “A atividade física dá força a esse músculo para trabalhar e retirar o açúcar do sangue, evitando o aparecimento da diabete.”

A diabete, uma vez instalada, pode causar a hipertensão. Por ser uma doença do metabolismo, a diabete causa o aumento do nível de colesterol ruim (LDL), até pelo ganho de peso associado. “Ao ser oxidado, o LDL é capturado pela parede das artérias e, após ser digerido pelas células, gera arteriosclerose, que é uma ferrugem do tecido biológico, causando a hipertensão”, esclarece o cardiologista do Hospital Costantini, em Curitiba, Everton Dombeck.

Tal binômio, de acordo com os especialistas, é causador da maioria dos casos de enfarte do miocárdio e AVC (acidente vascular cerebral), o que exige mudança de hábitos. O primeiro mandamento é se exercitar, preferencialmente com atividades aeróbicas, que aumentam a oxigenação, além de abandonar as dietas calóricas e gordurosas e o fumo.

Fonte:http://www.gazetadopovo.com.br/saude/diabete-e-hipertensao-uma-combinacao-fatal-1n0wii7eggiaasvflpi16085q

quinta-feira, 26 de março de 2015

DIABETES E HIPERTENSÃO: LEGISLAÇÃO FEDERAL DA SAÚDE



Veja os principais direitos para o diagnóstico e o tratamento da diabetes e hipertensão.

Monitoramento da glicose (SUS)
O paciente com diabetes tem direito a receber gratuitamente medicamentos e insumos destinados ao monitoramento da glicemia capilar, desde que inscrito em programas de educação para diabéticos.

Diagnóstico e tratamento do diabetes (SUS)
O paciente com diabetes tem direito a receber diagnóstico e tratamento do diabetes nas unidades de saúde do SUS, incluindo o recebimento da medicação adequada, o acompanhamento de seu uso e a avaliação dos resultados.

Remédios a baixo custo
Os pacientes portadores de hipertensão e/ou diabetes têm direito a adquirir, gratuitamente, na Farmácia Popular e na Rede Própria, os medicamentos necessários ao seu tratamento.

Acesse as leis, portarias e outros direitos pelo site: Fonte: http://bvsms.saude.gov.br/bvs/legislacao/diabetes.php

quarta-feira, 25 de março de 2015

SAIBA MAIS SOBRE HIPERTENSÃO E DIABETES



A hipertensão e a diabetes são doenças inter-relacionadas que, se não tratadas, aumentam o risco de doença vascular arterosclerótica (enfartes do miocárdio, acidentes vasculares cerebrais e doença dos membros inferiores). A hipertensão agrava ainda a microangiopatia, principalmente a nefropatia diabética, para a qual é um fator de risco maior. A hipertensão é duas vezes mais comum em diabéticos e aumenta com a idade. No momento do diagnóstico da diabetes, a hipertensão já existe em cerca de 40% dos doentes, o que sugere uma associação de mecanismos entre as duas: a obesidade e resistência à insulina levam à hipertensão e esta agrava a intolerância à glicose. Na maioria dos casos não se encontra uma causa para a hipertensão, é essencial (sem causa removível identificável), em particular na diabetes tipo 2.

No diabetes tipo 1, é muitas vezes devida à nefropatia, que ocorre em uma a cada três pessoas diabéticas com mais de 15 anos de doença, contra apenas uma em cada cinco de diabéticos tipo 2.

Nos diabéticos, a hipertensão sistólica isolada (só elevação da TA máxima) é mais frequente que nos não diabéticos e constitui também, ao contrário do que se supunha anteriormente, um risco acrescido de complicações cardiovasculares, principalmente de acidente vascular cerebral (trombose ou hemorragia cerebral). Nos casos em que existe neuropatia concomitante, a pressão arterial é mais elevada na posição de decúbito (deitada) podendo haver baixa significativa dos valores ao passar para a posição de pé (hipotensão ortostática).

É muito importante definir grupos especiais de risco que têm a ver com a presença ou não de outros fatores de risco, como a dislipidemia (alterações das gorduras no sangue), o tabaco, o excesso de peso e a inatividade física. Está provado que se conseguem reduções maiores do risco cardiovascular só deixando de fumar do que só tratando a hipertensão com drogas. A presença de proteínas na urina (proteinúria), mesmo em pequenas quantidades (microalbuminúria), é um marcador de risco ao qual deve ser dado a maior atenção e que deve fazer parte do controle habitual do diabético hipertenso.

Os níveis de pressão arterial desejáveis no diabético são substancialmente inferiores ao da população em geral, 130/85 mmHg segundo as recomendações internacionais e com um máximo aceitável de 140/90 mmHg. Estas recomendações sugerem que a pressão arterial deve ser avaliada pelo menos de 3-3 meses, quando estabilizada e de forma mais frequente (uma ou duas vezes por semana) se estiver instável. O controle deve ser feito em conjunto com o autocontrole do diabetes já que valores elevados de glicemia ou de TA têm impacto recíproco. Hoje, pode-se ainda recorrer a aparelhos mais sofisticados de medição ambulatorial de pressão arterial (MAPA) que permitem a avaliação ao longo de 24 horas ou mais, definição do perfil ao longo do dia e noite e correlacionar a pressão arterial com diversas actividades e a toma dos medicamentos.


Fonte: http://www.portalh2.com.br/hipertensao-e-diabetes-18.html

terça-feira, 24 de março de 2015

QUANDO ASSISTIR TELEVISÃO PREJUDICA O DESENVOLVIMENTO INFANTIL



Um assunto muito discutido entre educadores do mundo todo sobre o desenvolvimento das crianças é a exposição delas à televisão e como isso pode ser prejudicial para o futuro. Com a evolução da tecnologia dos computadores e a integração dos pequenos a estes aparelhos criou-se também um novo mecanismo capaz de deixa-los inativos. Mas como saber quando essa exposição é negativa e como utilizar tanto a televisão como o computador como acessórios que contribuam para o futuro das crianças?


Os primeiros dois anos de vida são fundamentais para um bom desenvolvimento cerebral e nesse período é estritamente proibido qualquer tipo de exposição da criança à televisão e outros aparelhos eletrônicos. Durante esse período é muito importante que o bebê interaja com outras pessoas, mas principalmente com os pais para contribuir a um aprendizado adequado. Crianças com mais de dois anos deve assistir televisão não mais do que uma a duas horas por dia levando em consideração programas adequados à idade do pequeno e que estimulem seu crescimento saudável.

Conforme o passar dos anos é normal que a exposição do jovem à televisão aumente, mas mesmo assim seu tempo deve ser controlado, da mesma forma que a programação assistida. Sempre deve-se levar em conta a idade, dando preferência a shows que contribuam para o aprendizado da escola como, por exemplo, sobre animais, o alfabeto e qualquer outro assunto que acrescente à vida da criança. Mesmo assim, sempre deve haver tempo para leitura, atividades físicas, brincar com amigos, fazer a lição de casa e passar tempo com a família.

Mesmo com os benefícios que a televisão pode trazer a exposição em excesso pode ser extremamente prejudicial, especialmente quando for maior que quatro horas diárias. Quando isso acontece, é grande a possibilidade de que esse tempo seja sequencial, antes ou após a escola, sendo um período muito grande para passar inerte à frente de um aparelho eletrônico. Se a alimentação acontece simultaneamente, e não é algo saudável, a consequência dessa combinação pode ser a obesidade infantil, condição médica gravíssima e cada vez mais comum em uma sociedade sem tempo em sua rotina e adepta de uma dieta com produtos industrializados.

Mesmo que alguns educadores radicais recomendem que a criança não assista televisão, com o controle de tempo e programação pode-se utilizar o aparelho eletrônico, da mesma forma que o computador, de forma benéfica para seu o desenvolvimento. A classificação indicativa de cada filme e programa ajudam a dar a noção do que a criança pode assistir ou não. Seja de forma educacional ou até mesmo como um entretenimento eventual, a televisão pode servir ainda para dar limites ao jovem, característica imprescindível para um adulto feliz, saudável e adequado às outras pessoas da sociedade, especialmente aquelas presente em sua vida.

Fonte: http://kidshealth.org/parent/positive/family/tv_affects_child.html

segunda-feira, 23 de março de 2015

Núcleo de Medicamentos: Município e Tribunal de Justiça firmarão convênio


O juiz da Vara da Fazenda Pública da comarca de Lages, Silvio Dagoberto Orsatto, esteve em reunião com o prefeito interino Toni Duarte nesta sexta-feira (20), e o procurador-geral do Município, Maurício Batalha. O objetivo foi discutir tópicos sobre o Núcleo de Conciliação de Demandas em Saúde, conhecido como Núcleo de Medicamentos, idealizado pelo magistrado. A coordenação executiva do Núcleo, sua representação e gerência de ações internas do programa são exercidas pela Procuradoria-Geral do Município.

O procurador-geral lembra que Lages conta com uma estrutura do Núcleo, contudo, ainda não foi firmado convênio entre o Município e o Tribunal de Justiça de Santa Catarina (TJ/SC), solicitação que está em análise. O Município encaminhou a documentação necessária, restando apenas alguns encaminhamentos. Dentro de 30 a 60 dias o Tribunal deverá manifestar seu posicionamento. “O Tribunal, através de seu presidente e de seus corregedores, deverá oficializar o pedido. O magistrado (Silvio) pediu autorização ao prefeito para darmos continuidade a esse serviço e firmar o convênio. Lages seria uma das cidades pioneiras no Estado nesta situação de atendimento ao cidadão antes que seja ajuizada uma ação, tentando resolver seu pedido de medicamento sem chegar à instância Judiciária, algo moroso”, diz Mauricio.

Esse sistema já existe no Rio de Janeiro, inclusive Silvio Orsatto os convidou para conhecê-lo, em abril. “A ideia é formar o convênio o quanto antes e criar as obrigações tanto do Município quanto do Tribunal, formalizando os papéis de cada órgão”, reitera Maurício Batalha. Além disso, será possível melhorar o serviço e os acordos administrativos com capacitação de profissionais”, frisa.

O prefeito Toni reitera que Silvio Orsatto está retribuindo uma visita realizada por ele no início do ano, quando trataram de questões na Vara da Fazenda referentes ao Município. “O magistrado dialogou conosco sobre o Núcleo de Medicamentos, a situação do Colégio Aristiliano Ramos e o Termo de Ajustamento de Conduta (TAC) relacionado ao Museu Thiago de Castro. A preocupação do Judiciário é a mesma do Município: fazer uma cidade harmônica e construir dias melhores, sem enfrentamentos”, ressalta Toni.

Solução de conflitos com respeito ao cidadão

O Núcleo compreende uma alternativa à judicialização de demandas em saúde, um modelo de solução de conflitos para atender com eficácia às solicitações de medicamentos de alto custo, exames, procedimentos ou tratamentos cirúrgicos, insumos e outros, pelos usuários do Sistema Único de Saúde (SUS), através de uma central de conciliação pré-processual. O Núcleo contribui no esclarecimento dos cidadãos sobre as possibilidades e dos limites do direito à judicialização e intermedeia, buscando a resolução administrativa com os órgãos competentes ou auxiliando na solução técnica junto ao processo judicial.

Medicamentos de alto custo solicitados à Justiça não fazem parte da Farmácia Básica, nem da padronização de medicamentos de alto custo ou complexidade dos municípios ou Secretaria de Estado da Saúde.  O Núcleo de Medicamentos está situado no 5º andar do Edifício Lages Business Center, à avenida Belizário Ramos (Carahá), próximo ao prédio da Justiça Federal.
Os trabalhos do Núcleo iniciaram em 2012 em caráter experimental, em espaço cedido pela prefeitura, integrado por uma equipe multidisciplinar em atendimento diário, com objetivo de servir também como órgão consultivo e deliberativo sobre a adequação técnica da dispensação de medicamentos fornecidos pelo SUS, além da promoção de seu uso apropriado.

O Consórcio Intermunicipal de Saúde da Associação dos Municípios da Região Serrana (CIS/Amures), o Município e a 27ª Gerência Regional de Saúde disponibilizam de estrutura física, de pessoal técnico e de apoio, bem como outros recursos. O custeio da sala (aluguel) é arcado pela Procuradoria-Geral do Município. O TJ cedeu, a título de empréstimo, os equipamentos eletrônicos e móveis. Os funcionários foram cedidos pelo Município e Estado. A iniciativa tem apoio da Secretaria Municipal de Saúde. Em 2014, o Núcleo de Medicamentos foi inscrito na XI edição do Prêmio Innovare.

Informações secretaria de Comunicação Prefeitura de Lages

Conheça o Jin Ji Du Li, exercício oriental para envelhecer com saúde



Ninguém quer envelhecer, mas como parar o tempo não é possível, que seja com saúde. Mais do que a aparência, o importante é chegar na melhor idade com alegria e disposição. É reconhecido no mundo todo que a vida nos países orientais possui mais qualidade e por isso não é tão raro ver japoneses ou chineses passando a barreira dos 100 anos com um sorriso no rosto. Se muito disso se deve a uma alimentação saudável, não se pode negar que existem muitas técnicas realizadas naquela parte do planeta que ainda são desconhecidas por nós. O Jin Ji Du Li é um destes exercícios.

Quer saber como fazer? É fácil: fique em pé, encoste um deles na perna contrária (de forma que se faça um 4 ou eleve a perna com o joelho à frente do corpo) e feche os olhos, permanecendo nessa posição por 10 segundos. Tente… Pois é, não é tão fácil assim, não é? Se você não consegue ficar o tempo indicado sustentado por apenas uma perna é possível que seu corpo tenha envelhecido muito mais rápido do que deveria, se equiparando a alguém de 60 ou 70 anos!

Isso acontece por seus órgãos estarem fora de sintonia. Mas a prática frequente do Jin Ji Du Li faz com que seu equilíbrio melhore além de trazer diversos outros benefícios para a saúde como diminuir os níveis de açúcar no sangue, combater a hipertensão, ajustar problemas relacionados à coluna ou pescoço e ainda reduz a chance do desenvolvimento de demência. Muitas pessoas não conseguem manter a posição do exercício por 5 segundos, mas a prática diária fará com que seu equilíbrio seja maior e ajude a elevar esse tempo até 2 minutos, contribuindo até mesmo para diminuir o estresse!

Especialistas chineses explicam que existem seis meridianos de energia que passam por nossas pernas, e quando alguém segura uma delas de acordo com o Jin Ji Du Li e começa a sentir dor, isso corresponde aos órgãos destes meridianos e que estão começando a receber o ajuste necessário para a melhora de seu funcionamento. Esta prática pode ser extremamente efetiva para ajudar a saúde da mente (contribuindo para melhorar a memória, a qualidade do sono e a memória) e ainda canalizar a energia de todo o corpo até os pés.

O Jin Ji Du Li é recomendado para praticamente todo mundo, sendo extremamente eficiente em especial para os jovens, ajudando para um envelhecimento mais saudável. Apenas quem possui algum tipo de problema nas pernas, não podendo ficar muito tempo em pé deve evitar o exercício. A sua prática diária fará com que seu envelhecimento seja com muito mais saúde, sem que seu corpo sofra os efeitos do passar do tempo.

Fonte: http://mundoconsciente.es/jin-ji-du-li-ejercicio-antienvejecimiento/

quinta-feira, 12 de março de 2015

Diabetes e hipertensão podem afetar a visão e provocar cegueira



Paciente precisa controlar as doenças.
Como você está enxergando? Você sabia que os olhos são uma janela para o nosso corpo? Algumas doenças podem afetar a visão e provocar até cegueira, como pressão alta, diabetes e até sífilis. Aproximadamente 14 milhões de pessoas têm diabetes hoje no Brasil, e cerca de metade dessas pessoas não sabe que tem a doença.


E como essas doenças sistêmicas podem se manifestar no olho?

O diabetes, por exemplo, atinge os vasos sanguíneos do corpo inteiro. Quando a doença está descontrolada, pode afetar também os vasos dos olhos, desenvolvendo retinopatia diabética. Os vasos ficam lesionados e o sangue extravasa. Sem sangue, falta oxigênio e a retina começa a sofrer. Se o diabetes não for controlado nesse estágio, o problema pode se agravar.
O tratamento depende do estágio do problema. Os diabéticos tipo 2 devem fazer o exame de fundo de olho a cada ano para prevenir. Já os diabéticos tipo 1 devem fazer exame cinco anos após o diagnóstico e depois anualmente.
A hipertensão também pode causar a retinopatia hipertensiva. A hipertensão arterial faz com que os vasos da retina fiquem tortuosos, aumentando a pressão. A retina passa a não receber sangue como deveria e essa diminuição gradativa atrofia. O exame de fundo de olho deve ser feito uma vez por ano. Os médicos alertam que é preciso controlar as duas doenças.

Fonte: http://g1.globo.com/bemestar/noticia/2015/03/diabetes-e-hipertensao-podem-afetar-visao-e-provocar-cegueira.html

terça-feira, 10 de março de 2015

FEVEREIRO FOI O MÊS DA SAÚDE DO IDOSO NO CIS/AMURES








Durante todo o mês de fevereiro, a equipe multiprofissional do CIS  realizou diariamente orientações os usuários sobre a saúde da pessoa idosa, bem como, fez a distribuição de folder informativo e da Caderneta de Saúde da Pessoa Idosa.

Esta caderneta deve acompanhar a pessoa idosa em suas consultas médicas e/ou visitas regulares a unidade de saúde pois contem informações referentes a saúde como data das vacinas, medicamentos e dosagens, pressão arterial, data das próximas consultas e também com informações pessoais como nome, endereço e telefone para contato.

O envelhecimento é comum a todos os indivíduos e um dos mais importantes aspectos da vida humana. Envelhecer é um processo natural sendo uma continuação do crescimento. Embora seu desenvolvimento inclua fenômenos de adaptação devido a diminuição de algumas funções.

A Política de Atenção Integral à Saúde do Idoso, estabelecida pela Portaria nº 2.528, de 19 de outubro de 2006, tem como principal objetivo garantir atenção integral à Saúde da população idosa, enfatizando o envelhecimento saudável e ativo e fortalecendo o protagonismo das pessoas idosas no Brasil.

Entre suas diretrizes estão:

1. Promoção do envelhecimento ativo e saudável;
2. Manutenção e reabilitação da capacidade funcional;
3.Apoio ao desenvolvimento de cuidados informais.

 Ter uma alimentação adequada e balanceada, praticar exercícios físicos regularmente, diminuir a automedicação, ter uma convivência social estimulante e atividades prazerosas que atenuem o estresse, reduzindo os danos decorrentes do consumo de álcool e tabaco são ações que promovem modos de vida favoráveis à saúde e à qualidade de vida contribuindo para um envelhecimento ativo e saudável.

domingo, 8 de março de 2015

Colaboradores fazem exercícios com balão

Cada participante deve encher seu próprio balão.

Os exercícios com balão favorecem:
A coordenação óculo – manual; Coordenação motora bimanual; Concentração e atenção; Coordenação óculo – pedal e equilíbrio.


Os alongamentos realizados com o balão estimulam:
O trabalho em equipe; Cooperação; Controle de força (para não estourar o balão); Postura (para que o balão não saia do lugar);

Além de proporcionar momentos de descontração e incentivar a prática não convencional de atividades físicas.


Paula de Lima Passos
Terapeuta Ocupacional
CREFITO10/9405