quinta-feira, 26 de fevereiro de 2015

CIS/AMURES INCENTIVA OS FUNCIONÁRIOS À PRÁTICA DE ATIVIDADES FÍSICAS E ESPORTIVAS



A pessoa tem de estar alerta para o fato de que saúde e longevidade devem vir acompanhadas de qualidade de vida, tanto no presente como no futuro. A atividade física é uma aliada imprescindível e sua prática deve ser desenvolvida de uma forma prazerosa e contínua ao longo de toda a vida. A preocupação de promover e manter a saúde devem ser ressaltada para a população, que, cada vez mais, necessita, em sua rotina diária, da prática de exercícios físicos regulares para combater os efeitos nocivos da vida sedentária. 

BENEFÍCIOS DA PRÁTICA REGULAR DE EXERCÍCIOS

1) Exercício ajuda a diminuir e controlar o peso.
2) Diminui o risco de doenças no coração, pressão alta, osteoporose, diabetes e obesidade.
3) Melhora os níveis de colesterol sanguíneo.
4) Aumenta as taxas do bom colesterol.
5) Aumenta a resistência muscular.
6) Tendões e ligamentos ficam mais flexíveis.
7) Exercício traz bem-estar mental e ajuda a tratar a depressão.
8) Alivia o estresse e a ansiedade.
9) Combate a insônia.
10) Atividades físicas ajudam a produzir serotonina – o hormônio do bem-estar.

Não são necessários níveis altos de prática física, horas intermináveis de exercícios ou dor e sofrimento. Para aproveitar as vantagens da atividade física, é suficiente aumentar o grau de integração da vida diária à atividade física, combatendo o sedentarismo e seus riscos para a vida humana.


Paula de Lima Passos
Terapeuta Ocupacional
CREFITO10/9405

FONTE: saudeemmovimento.com.br
               saudebrasilnet.com.br

segunda-feira, 23 de fevereiro de 2015

Carmen confirma recursos para futura policlínica regional


Em articulação desde o ano passado quando foi priorizada no orçamento regionalizado da Assembleia Legislativa, a implantação de uma policlínica regional dentro do Consórcio de Saúde da Amures deu mais um passo importante na manhã desta segunda-feira. A confirmação da deputada federal Carmen Zanotto, de destinar R$ 1.5 milhão de sua cota de emendas impositiva para a futura unidade de saúde.

Ao participar da assembleia dos prefeitos na sede da Amures, a deputada disse que da cota especifica da saúde, de R$ 5 milhões que terá este ano, ajudará a estruturar a policlínica regional. E observou que terá de ser feito um trabalho minucioso após o empenho do dinheiro para não se perder o recurso.

“Das indicações do ano passado tivemos problemas em algumas emendas que se perderam e não podemos correr este risco. Vamos firmar o compromisso da continuidade dessa obra com futuras emendas”, reiterou a deputada. A meta agora será definir a área para construção da policlínica regional.

O secretário Regional de Lages João Alberto Duarte se manifestou favorável à proposta e se comprometeu consultar o governo do Estado da possibilidade de ceder à área do antigo prédio da Casan para implantação da policlínica. O projeto arquitetônico também já está em andamento para que a obra possa iniciar ainda este ano.

O deputado estadual Gabriel Ribeiro e a secretária Regional de São Joaquim Solange Pagani, também se posicionaram favoráveis ao projeto e se colocaram a disposição para que os pacientes de toda região sejam atendidos numa policlínica própria do Consórcio de Saúde.

O presidente da Amures, prefeito de Correia Pinto Vânio Forster disse que o engajamento de deputados, secretários regionais e prefeitos é estratégico mobilização resolver antigos problemas regionais. “E a saúde é sem dúvidas, uma demanda urgente que os prefeitos têm de enfrentar”, observou.


Manifestação coletiva na quinta-feira

Os prefeitos da Amures também deliberaram por uma manifestação coletiva na quinta-feira (26), na sede da Amures. Os vice-prefeitos e alguns secretários municipais devem acompanhar os prefeitos no protesto contra a sobrecarga de responsabilidades do setor público na prestação de serviços básicos à população.

Segundo levantamento da Confederação Nacional de Municípios existe atualmente, por volta de 350 programas federais sendo executados pelos municípios. E esses programas vêm crescendo a cada ano sem a devida transferência de recursos da União.

“Melhorar os indicadores sociais é um desafio permanente dos municípios e do governo federal. Só que há um grande desequilíbrio, porque na maioria das vezes, os repasses federais para execução dos programas são menores do que o custo efetivo que realmente acarreta os municípios”, lamentou Vânio Forster.

Esses números é que serão revelados na manifestação de quinta-feira, no manifesto denominado “Viva seu Município”. Os prefeitos levarão a toda comunidade, as reais dificuldades financeiras, como o pagamento de servidores e fornecedores, atrasos no recebimento de repasses federais e os motivos da crise que castiga as prefeituras de todo Brasil.

Mapas ajudarão prefeituras a planejar ações

Produto da equipe de georreferenciameto da Amures em parceria com o departamento de Engenharia Ambiental da Udesc de Lages, os primeiros mapas viários da região foram entregue aos prefeitos na reunião desta segunda-feira. Além da estrutura de rodovias federais, estaduais, municipais e particulares atualizadas, os municípios terão em breve as distâncias, localidades e toda hidrografia.
Os mapas fazem parte do projeto de implantação de um Banco de Dados e foram disponibilizados em papel e meio digital. Agora os municípios farão uma revisão de nomenclaturas e até dia 23 de março devolverão os mapas para impressão oficial em banner.

“Será uma ferramenta extraordinária para o planejamento de ações administrativas. Desde recuperação de estradas, escoamento de produção agrícola e intensificação de ações governamentais serão possíveis de serem traçadas com esses mapas”, reiterou Vânio Forster.

Fonte Oneris Lopes / AMURES

Saúde do Idoso - Dicas


sexta-feira, 20 de fevereiro de 2015

Saúde mental do idoso


É inevitável sofrer problema de memória com o envelhecimento?

Não. Algumas funções do corpo declinam com a idade, mas problemas de saúde não são inevitáveis com o envelhecimento. Dificuldades de memória podem ser consequentes à demência, depressão ou simplesmente à falta de atenção. Todos os casos têm tratamento e a detecção precoce do problema favorece o prognóstico.

A depressão no idoso pode se manifestar de forma diferente?

Sim. Nos idoso, a depressão pode se apresentar mais sob a forma de queixas físicas, como alteração do apetite e do peso, insônia, constipação, diminuição do desejo sexual e dificuldades de memória.

É normal o idoso ficar deprimido depois de ficar viúvo?

Todos ficamos tristes ao perder alguém que amamos, mas depressão não é “normal”. O luto é um processo delicado que pode complicar e acabar gerando um quadro depressivo. Por isso, pode ser muito útil buscar ajuda especializada após uma perda significativa. Além de oferecer apoio emocional e auxiliar com questões práticas (como ajudar a pensar o que fazer com os pertences do falecido ou como continuar morando na mesma casa onde se viveu tantos anos com o companheiro), o psiquiatra pode detectar e tratar a depressão, caso ela ocorra.

Todo idoso sofre de insônia e precisa tomar remédios para dormir?

Não. Embora o sono sofra mudanças com o passar dos anos, existe uma série de medidas não farmacológicas que podem ajudar a pessoa a dormir melhor. O uso indiscriminado de medicamentos para dormir pode agravar problemas de memória, dificultar o raciocínio e facilitar a ocorrência de quedas. 

Fonte: http://psiquiatrarj.com.br/dicas/tire-suas-duvidas-sobre-a-saude-mental-dos-idosos/

quarta-feira, 18 de fevereiro de 2015

Médicos europeus propõem melhor assistência a doentes com Alzheimer



Fonte: http://g1.globo.com/bemestar/noticia/2013/03/medicos-europeus-propoem-melhor-assistencia-doentes-com-alzheimer.html

Um diagnóstico mais precoce, menos medicamentos psiquiátricos e maior ajuda familiar são as propostas de especialistas europeus reunidos em Paris para discutir o mal de Alzheimer e outras doenças degenerativas.

As enfermidades neurodegenerativas, para as quais não há cura até o momento, atingem 6,36 milhões de pessoas com mais de 65 anos na Europa. E o número total pode ultrapassar 10 milhões de pacientes em 2040, segundo estimativas apresentadas nesta quinta-feira (28) por Nicola Vanacore, do Instituto Superior de Saúde da Itália. O problema também afeta diretamente 20 milhões de assistentes familiares, conhecidos como cuidadores.
"Esses transtornos são a primeira causa de depressão dos assistentes", destacou Armelle Laperre-Desplanques, coordenadora do projeto europeu de cooperação sobre o mal de Alzheimer, chamado Alcove (Alzheimer Cooperative Valuation in Europe) e lançado em 2011 pela Comissão Europeia.

A iniciativa, da qual participam 19 países da União Europeia (UE), é coordenada pela Alta
Autoridade de Saúde da França, um organismo independente cujo papel é favorecer as boas práticas na medicina.

A entidade emitiu uma série de recomendações para melhorar o tratamento do Alzheimer no continente europeu. Entre as sugestões, está limitar a "superexposição" dos pacientes aos medicamentos neurolépticos (antipsicóticos usados para tratar sintomas como alucinações e delírios), com taxas que vão de 25% a 60%, segundo os países europeus estudados.

Para diminuir esses tratamentos, que podem ser nocivos para os pacientes, o projeto Alcove recomenda enfoques que deixam de lado a farmacologia e dão ênfase a um maior acompanhamento das pessoas responsáveis pela ajuda familiar.
"Não há receita milagrosa", admitiu a médica finlandesa Harriet Fine Soveri, que coordenou os trabalhos do Alcove dedicados à assistência para transtornos de comportamento.

Consultada sobre os enfoques não farmacológicos, a médica afirmou que "tudo depende da situação".
"Se o transtorno está relacionado à dor, é preciso tratar a dor. Se, ao contrário, se trata de uma perda de referências, é preciso educar os assistentes para avaliar as necessidades do paciente", explicou.

O mal de Alzheimer, assim como outras demências senis, afeta sobretudo as pessoas com idade avançada. Provoca perda de memória, declínio das funções cerebrais e alteração da personalidade. Na França, esses males atingem 875 mil pessoas e na Itália, 950 mil, segundo estimativas de Nicola Vanacore, que, baseando-se nos estudos mais recentes, avalia a prevalência dessas doenças em 7,2% entre os indivíduos acima de 65 anos.

O projeto Alcove estuda também o diagnóstico da doença. "Só a metade dos casos é diagnosticada e muitos, tardiamente", afirmou Armelle, destacando que a doença deveria ser diagnosticada assim que aparecem os primeiros sintomas de perda de memória.

Um diagnóstico precoce permite que os assistentes familiares busquem as informações necessárias para acompanhar os doentes e, assim, retardem o ingresso dos pacientes em uma instituição, acrescentou a coordenadora do Alcove.

segunda-feira, 16 de fevereiro de 2015

Idosos sonham com a felicidade e reclamam do desrespeito dos mais jovens


Os brasileiros, com mais de 60 anos, sonham em viver ao lado de companheiros que saibam compartilhar bons e maus momentos. Mas reclamam do mau humor, do egoísmo, da frieza e desrespeito com que são tratados. No Brasil, há aproximadamente 22,3 milhões de idosos, dos quais 15,5 milhões são homens e mulheres que chefiam suas famílias e fazem planos para o futuro. A conclusão está na pesquisa Idosos no Brasil, do Instituto DataPopular, entidade de consultoria.

O diretor do Instituto DataPopular, Renato Meirelles, fez o levantamento de dados com base na Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), e entrevistas nas principais cidades das cinco regiões do país, de outubro a dezembro de 2012. Segundo o pesquisador, 64% dos entrevistados reclamaram do mau humor, 55% do egoísmo, 46% do desrespeito e 25% da frieza.

“São pessoas que buscam o companheirismo e, não o suporte. São pessoas que querem companhia e não gostam de ficar sozinhas, mas reclamam também da forma como são tratadas”, disse à Agência Brasil.

Apesar de ainda não estar na faixa acima dos 60 anos, a aposentada Cleuza Maia dos Santos, de 56 anos, que mora em Planaltina de Goiás, resume nas suas observações o que a pesquisa concluiu. “As pessoas não têm mais paciência para andar com os idosos. Vejo muitos andando sozinhos por aí. Eu mesma tenho seis filhos e quando preciso de um para acompanhar não encontro. Estão todos ocupados. Já vi alguns idosos serem agredidos com palavras e com gestos”, contou.

A maioria dos idosos vive com alguém da família. Do total, cerca de 2,7 milhões dos homens e mulheres, com mais de 60 anos, moram sozinhos. Dos solitários, 1,8 milhão é formado por mulheres, enquanto 938 mil são homens. “O mais interessante da pesquisa foi verificar que essas pessoas continuam com esperança no futuro em serem felizes ou, como em alguns casos, em voltar a ser feliz”, ressaltou Meirelles.  

A pesquisa destacou também o perfil por gênero dos idosos. Do total de brasileiros, com mais de 60 anos, 55% são mulheres. Elas também são maioria em todas as faixas etárias – de 60 a mais de 100 anos. Nas faixas de 90 a 99 anos, 61,85% são mulheres, e acima de 100 anos, elas são 75%. “De uma forma geral, todos eles reclamam de um mesmo aspecto: o egoísmo das pessoas”, disse Meirelles.
O aposentado Manoel Lopes, de 61 anos, separado, também reclama da forma como os mais jovens tratam os idosos. “Acham que porque a pessoa está na terceira idade não vale mais nada, estão inativas. Fazem pouco caso dos idosos”, disse.

Fonte: http://memoria.ebc.com.br/agenciabrasil/noticia/2013-06-15/idosos-sonham-com-felicidade-e-reclamam-do-desrespeito-dos-mais-jovens

quinta-feira, 12 de fevereiro de 2015

Idosos já somam 13% da população brasileira

Fonte: http://g1.globo.com/economia/noticia/2014/09/idosos-ja-sao-13-da-populacao-e-pais-tem-menos-criancas-diz-pnad.html

A população brasileira, estimada em 201,5 milhões de pessoas, está vendo diminuir o número de crianças e aumentar o de idosos. A Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) de 2013, que foi divulgada nesta quinta-feira (18) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), mostra a tendência de envelhecimento do país.
O estudo do IBGE investiga dados sobre população, migração, educação, trabalho, famílias, domicílios e rendimento. Foram ouvidas 362.555 pessoas em 1.100 municípios.
Uma das comparações foi feita no espaço de 12 anos: a proporção de crianças de 0 a 9 anos caiu de 18,7% do total de habitantes, em 2001, para 13,9% em 2013. 
Essa faixa etária somou 28,3 milhões de brasileiros no ano passado.
Também caiu a proporção de crianças e adolescentes de 10 a 19 anos de idade, também na comparação entre 2001 e 2013: desceu de 15,9% para 13,4% do total dos brasileiros.
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idosos (Foto: Editoria de Arte/G1)
O número de pessoas no Brasil acima de 60 anos (definição de "idosos" dentro da pesquisa) continua crescendo: de 12,6% da população, em 2012, passou para 13% no ano passado. Já são 26,1 milhões de idosos no país.
E aumentou a população dos que tem mais de 40 anos: esta faixa registrou na pesquisa 75,7 milhões de pessoas contra as 62,3 milhões de crianças e adolescentes (faixa de 0 a 19 anos).
A região com mais idosos ainda é a Sul, onde eles chegaram a 14,4% do total. O Norte tem menos, com 8,8% de idosos.

terça-feira, 10 de fevereiro de 2015

Idosos não se identificam mais como pessoas frágeis



Fonte: http://agenciabrasil.ebc.com.br/geral/noticia/2014-10/idosos-nao-se-identificam-mais-como-pessoas-frageis

Nas placas, ela é representada curvada, apoiada em uma bengala. Mas, na vida real, parte da população de 60 anos ou mais tem imagem diferente. Com maior expectativa e qualidade de vida, os idosos, que comemoram hoje (1º) o seu dia, têm viajado mais, estudado, comprado e ocupado espaços públicos e virtuais. O Dia do Idoso foi instituído pela Organização das Nações Unidas (ONU) e a data, posteriormente, foi escolhida para a criação do Estatuto do Idoso, que comemora 11 anos.

“Dá preguiça não fazer nada”, sintetiza Elisabete Carvalho do Santos, representante de uma geração que se mantém ativa na velhice. Aposentada, 80 anos, ela dança, canta e vai à igreja. “Já trabalhei muito e não deixo de trabalhar. Quando estou em casa, gosto de fazer crochê e tricô”, diz.

Os idosos são hoje no país 26,3 milhões, segundo a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios, do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). O número representa 13% da população. A expectativa é que esse percentual aumente e que em 2060 chegue a 34%, segundo previsão do próprio IBGE.

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O pesquisador do IBGE Marden Barbosa atribui o aumento do índice e também da qualidade de vida a uma melhoria na saúde e na condição material dos idosos, embora  "persistam as mesmas desigualdades encontradas entre as populações mais jovens", ressalta. “A esperança de vida aumentou muito devido à redução da mortalidade infantil”, explica. Segundo ele, a esperança de vida em 2000 era 69 anos, em 2014 saltou para 75 e a projeção para 2060 é 81 anos.

A pesquisa Panorama dos Idosos no Brasil, do Data Popular em parceria com o Instituto Opinião, mostra que a renda dos brasileiros com 60 anos ou mais atingiu R$ 446 bilhões em 2013, o que corresponde a 21% da renda total da população brasileira.

“A sociedade tem visão estereotipada do idoso, com doenças, que consomem recursos da saúde. Que a velhice significa doença e não fazer nada”, constata o presidente da Sociedade Brasileira de Geriatria e Gerontologia, João Bastos Freire Neto. “É importante dizer que é uma pequena parcela da população idosa que está nessa condição, não é a maioria dos idosos”, acrescenta.

Segundo ele, uma boa qualidade de vida na juventude, cuidados com a alimentação e a prática de exercícios ajudam a ter uma velhice mais saudável.  Além do que se pode prevenir, ele destaca os avanços da medicina. “Uma pessoa com mais de 60 vai ter mais doenças crônicas, mas doenças como diabetes, doenças coronarianas podem ser controladas [com medicamentos], sem gerar incapacidade física”.

A idade, no entanto, assusta. Não é raro o medo do envelhecimento. A preocupação em construir uma imagem diferente para os idosos foi o que motivou o movimento Nova Cara da 3ª Idade, da agência Garage IM. O alvo da mudança é o símbolo do idoso, presente em placas e adesivos.

“Hoje, o idoso é retratado como uma pessoa em decadência, curvado e dependente de uma bengala (como nas imagens que o representam), da ajuda de terceiros. Isso não é mais verdade. Há perda de vitalidade, mas o idoso hoje vive mais, está mais saudável, ativo e produtivo. O país está em processo de envelhecimento e levantar essas questões é uma forma de começar  a conscientização da sociedade sobre o tema”, diz o fundador da Garage IM e criador do movimento, Max Petrucci.

A agência criou um novo símbolo, no qual uma pessoa aparece ereta ao lado de 60+. A proposta é que as pessoas imprimam a nova representação e a espalhem em espaços públicos. “Além da experiência e do conhecimento acumulado, que são de grande valor para a sociedade, essas pessoas são ativas, bem dispostas e têm o tempo disponível para viver uma vida em que podem escolher o que querem fazer e como querem. É um novo momento na vida e é possível passar longe da imagem do velho resmungão”, acrescenta Petrucci.

segunda-feira, 9 de fevereiro de 2015

OS EXERCÍCIOS LABORAIS FAZEM PARTE DA ROTINA DO CIS/AMURES


 São séries de exercícios físicos realizados no ambiente de trabalho, durante o expediente, para melhorar a saúde e evitar lesões. Os exercícios baseiam-se em alongamentos de diversas partes do corpo. Esse tipo de exercício não é de intensidade alta e ocorre em um curto período de tempo, assim não cansa e nem sobrecarrega o funcionário.

 Os exercícios laborais têm como objetivo promover adaptações fisiológicas, físicas e psíquicas; Trabalhar a reeducação postural; Aliviar estresse; Aumentar o ânimo para o trabalho; Melhorar o desempenho profissional; Diminuir as tensões acumuladas no trabalho; Prevenir lesões entre outros.
E podem ser classificados da seguinte forma:

Preparatórios: realizados no inicio de expediente, visando o aquecimento dos grupos musculares preparando-os para o trabalho.

Compensatórios: realizados durante o expediente, visando a compensação de posturas inadequadas e esforços repetitivos, através da diminuição da tensão muscular.

Relaxantes: Realizados após o expediente, visando a recuperação do desgaste através do relaxamento muscular.

 Empresas públicas e privadas podem implantar os exercícios laborais para funcionários de todos os setores, desde que esses sejam realizados sob supervisão de profissional capacitado. No CIS/Amures os exercícios acontecem diariamente em horários variados abrangendo as 3 classificações acima descritas.


Paula de Lima Passos
Terapeuta Ocupacional

CREFITO10/9405

sexta-feira, 6 de fevereiro de 2015

Você conhece o Estatuto do Idoso?

LEI No 10.741, DE 1º DE OUTUBRO DE 2003.



Dispõe sobre o Estatuto do Idoso e dá outras providências.

http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/2003/l10.741.htm


          Na atualidade, o Estatuto do Idoso, criado pela Lei nº 10.741, de 01 de outubro de 2003, estabelece prioridade absoluta às normas protetivas ao idoso, elencando novos direitos e estabelecendo vários mecanismos específicos de proteção os quais vão desde precedência no atendimento ao permanente aprimoramento de suas condições De vida, até à inviolabilidade física, psíquica e moral (Ceneviva, 2004).
          Segundo Uvo e Zanatta (2005), esse Estatuto constitui um marco legal para a consciência idosa do país; a partir dele, os idosos poderão exigir a proteção aos seus direitos, e os demais membros da sociedade torna-se-ão mais sensibilizados para o amparo dessas pessoas.
          No âmbito desse Estatuto, os principais direitos do idoso encontram-se no artigo 3º, o qual preceitua:

“É obrigação da família, da comunidade, da sociedade e do poder público assegurar ao idoso, com absoluta prioridade, a efetivação do direito à vida, à saúde, à alimentação, à educação, à cultura, ao esporte, ao lazer, ao trabalho, à cidadania, à liberdade, à dignidade, ao respeito e à convivência familiar e comunitária”.

Fonte: http://www.achegas.net/numero/34/idoso_34.pdf

quarta-feira, 4 de fevereiro de 2015

País terá nove feriados nacionais em 2015

Dos nove dias de feriados nacionais definidos hoje (4), pelo Ministério do Planejamento para 2015, três serão em sextas-feiras – 3 de abril, 1º de maio e 25 de dezembro –, três, em segundas-feiras (7 de setembro, 12 de outubro e 2 de novembro), um, na terça-feira (21 de abril) e um, em um domingo – 15 de novembro. O primeiro feriado do ano, no dia 1º de janeiro, caiu numa quinta-feira.

Conforme portaria publicada nesta quarta-feira, no Diário Oficial da União, serão considerados pontos facultativos outros sete dias: 16, 17 e 18 de fevereiro (carnaval) – sendo que na Quarta-feira de Cinzas o ponto facultativo vai até as 14h –; 4 de junho, Corpus Christi; 30 de outubro, Dia do Servidor Público; 24 de dezembro, véspera de Natal (ponto facultativo após as 14h), e 31 de dezembro, véspera de Ano-Novo (ponto facultativo após as 14h).

As datas, de acordo com o Ministério do Planejamento, deverão ser respeitadas por órgãos e entidades da administração pública federal direta, autárquica e fundacional do Poder Executivo, sem prejuízo da prestação dos serviços considerados essenciais.

Os órgãos públicos federais terão de respeitar os dias de feriados municipais nas cidades onde houve repartição em funcionamento. Em relação aos dias considerados de guarda dos credos e das religiões, que não foram considerados feriados nacionais nem ponto facultativo, os funcionários públicos poderão fazer a compensação do dia de folga desde que previamente autorizada pelo responsável pela unidade administrativa.

A portaria do Ministério do Planejamento proíbe que os órgãos públicos federais antecipem ou posterguem dias de ponto facultativo.

Fonte: Agência Brasil


SAÚDE DOS IDOSOS - CIS/AMURES



Durante o mês de Fevereiro o CIS/Amures estará dedicado a dar orientações sobre saúde dos idosos.
Serão distribuídos flyers aos pacientes, bem como ministradas pequenas palestras sobre o tema, organizadas pelos profissionais de saúde que compõem o CIS.