terça-feira, 27 de maio de 2014

Anticoncepcional com cigarro é mistura perigosa

Mulheres que fumam e tomam pílulas contraceptivas devem tomar cuidado. Essa combinação é perigosa. Segundo o Ministério da Saúde, o risco de infarto do miocárdio, embolia pulmonar e trombose em jovens que usam anticoncepcionais orais e fumam chega a ser dez vezes maior que o das que não fumam e utilizam esse método de controle de natalidade.

O coordenador do Programa de Controle de Tabagismo da Secretaria de Saúde do Distrito Federal (SES/DF), Celso Rodrigues, explica que os hormônios das pílulas, assim como os agentes químicos dos cigarros, aumentam as chances de formação de coágulos nas artérias, podendo obstruir o fluxo sanguíneo. “Os anticoncepcionais causam fragilidade capilar e favorecem a hipertensão arterial. Já o tabaco, além de vaso constritor, faz com que as plaquetas do sangue grudem na parede do vaso, criando uma crosta que facilita o rompimento ou a obstrução do fluxo sanguíneo”, alerta Celso.

O cigarro é responsável por quatro em cada dez mortes de mulheres com menos de 65 anos e, quando associado ao uso de anticoncepcionais orais, o número é ainda maior. Nas mulheres acima dessa idade, o tabagismo é responsável por cerca de 10% dos óbitos causados por doenças coronarianas. 
O tabaco causa doenças como enfarto, derrame cerebral, doenças respiratórias, doença pulmonar obstrutiva crônica, além de câncer no pulmão, lábio, língua, traquéia e esôfago.

Para acabar com esse vício que traz tantos malefícios a saúde, a população do DF pode contar com cerca de 60 grupos, formados por, pelo menos, um médico e um funcionário da área, nos hospitais regionais e nos centros de Saúde. Quem deseja parar de fumar também pode ligar para o número 136 e encontrar a orientação necessária.

PNEUMOLOGISTA MÁRCIO ÁVILA DÁ DICAS SOBRE PREVENÇÃO AO TABAGISMO

 
Os funcionários do CIS/AMURES e do Núcleo de Conciliação para a Redução das Demandas Judiciais em Saúde se reuniram no consórcio, para um bate-papo com o médico pneumologista Márcio Ávila. O encontro aconteceu no final da tarde de 15 de maio. O debate teve como    objetivo discutir o tema Prevenção ao Tabagismo.
Diferente do que costuma-se fazer, passar informações dos malefícios do cigarro, o Dr. Márcio, expôs formas e sugestões aos funcionários de como fazer para abordar os pacientes tabagistas.
Enfatizou a importância do papel que desempenham os funcionários da saúde no sentido de tentar sensibilizar os tabagistas a deixarem o vício. Chamou a atenção para o fato de que o ato de fumar deve ser tratado como doença psiquiátrica e social.
Isto posto porque segundo pesquisa de mestrado do mesmo (Dr. Márcio Ávila) 56% dos casos de depressão são fumantes.
Sem contar que cerca de 90% dos casos de doenças pulmonares obstrutivas Crônicas, mais conhecidas como DPOC, acometem pacientes tabagistas.
Após explanação do Dr. Márcio, os funcionários aproveitaram para esclarecer algumas dúvidas a respeito do assunto.
Foi um final de tarde muito agradável e que contribuiu para o aprimoramento da equipe do CIS/AMURES.

sexta-feira, 23 de maio de 2014

Amigos e colaboradores preparam aniversário surpresa para Nalú





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Doenças associadas ao tabagismo

Muitos estudos evidenciam que o consumo de derivados do tabaco (cigarro, charuto, narguilé) causa quase 50 doenças diferentes, principalmente as cardiovasculares (infarto, angina), o câncer e as doenças respiratórias obstrutivas crônicas (enfisema e bronquite). As doenças cardiovasculares e o câncer são as principais causas de morte por doença no Brasil, e o câncer de pulmão, a primeira causa de morte por câncer.

As estimativas sobre incidência e mortalidade por câncer no Brasil, publicadas pelo INCA, indicam que, em 2009, 27.270 pessoas deverão adoecer de câncer de pulmão (17.810 homens e 9.640 mulheres) causando cerca de 16.230 mortes; 11.315 entre os homens e 4.915 entre as mulheres.

Além disso, esses estudos mostram que o tabagismo é responsável por:

- 200 mil mortes por ano no Brasil (23 pessoas por hora);
- 25% das mortes causadas por doença coronariana;
- 45% das mortes causadas por doença coronariana na faixa abaixo dos 60 anos;
- 45% das mortes por infarto agudo do miocárdio na faixa abaixo de 65 anos;
- 85% das mortes causadas por bronquite e enfisema;
- 90% dos casos de câncer no pulmão (entre os 10% restantes, 1/3 é de fumantes passivos);
- 30% das mortes decorrentes de outros tipos de câncer tabaco-relacionados (boca, laringe, faringe, esôfago, pâncreas, rim, bexiga e colo do útero);
- 25% das doenças vasculares (derrame cerebral, trombose).

Fonte: INCA

terça-feira, 20 de maio de 2014

Fumar narguilé é como fumar 100 cigarros


O narguilé, também é conhecido como cachimbo d' água ou shisha ou Hookah - é um dispositivo para fumar no qual o tabaco é aquecido e a fumaça gerada passa por um filtro de água antes de ser aspirada pelo fumante, por meio de uma mangueira. Por utilizar mecanismos de filtragem, o consumo de narguilé é visto como menos nocivo à saúde. Mas, na verdade, seu uso é mais prejudicial do que o de cigarros. Segundo a Organização Mundial da Saúde (2005), uma sessão de narguilé dura em média de 20 a 80 minutos, o que corresponde à exposição a todos os componentes tóxicos presentes na fumaça de 100 cigarros.

Estudos associam o uso de narguilé ao desenvolvimento de câncer de pulmão, doenças respiratórias, doença periodontal (da gengiva) e com o baixo peso ao nascer, além deexpor seus usuários a de nicotina em concentração que causa dependência. Após 45 minutos de sessão, o narguilé aumenta os batimentos cardíacos e a concentraçãode monóxido de carbono expirado.. Ocorre também maior exposição a metais pesados, altamente tóxicos e de difícil eliminação, como o cádmio. Em longo prazo, seu consumo pode causar câncer de pulmão, boca e bexiga, aterosclerose e doença coronariana. Mas os riscos do uso do narguilé não estão somente relacionados ao tabaco, mas também a doenças infectocontagiosas: compartilhar o bocal entre os usuários pode resultar na transmissão de doenças como herpes, hepatite C e tuberculose.

Dados da Pesquisa Especial sobre Tabagismo (PETab) - realizada em 2008 pelo IBGE em parceria com o INCA, - apontaram que o cachimbo de origem oriental tinha, na época, quase 300 mil consumidores no país. Vale destacar que o narguilé tem uma característica peculiar: um único cachimbo pode ser usado por várias pessoas simultaneamente. Isso reforça o aspecto da socialização, algo muito atraente especialmente para os jovens.

Informações da pesquisa Vigescola evidenciaram a alta prevalência do consumo do narguilé entre escolares de 13 a 15 anos em 2009. Em São Paulo (SP), 93,3% dos entrevistados que consumiam outros produtos de tabaco fumado, além do cigarro industrializado, declararam usar o narguilé com maior frequência. Em Campo Grande (MS), 87,3% dos estudantes ouvidos disseram preferir o cachimbo oriental. Já em Vitória, o percentual ficou em 66,6%.

O mesmo panorama foi constatado pela pesquisa Perfil do Tabagismo entre Estudantes Universitários no Brasil (PETuni) do Ministério da Saúde entre universitários de alguns cursos da área da saúde: em Brasília (DF) e São Paulo (SP), em 2011, dos estudantes que declararam consumir com frequência algum outro tipo de produto derivado do tabaco, de 60% a 80%, respectivamente, fizeram uso do narguilé.

Fonte: Instituto Nacional do Câncer

sexta-feira, 16 de maio de 2014

Combate ao fumo: Cerca de 120 pessoas são atendidas por ano no CapsAD



Porta de entrada para a liberdade às vítimas do vício do tabaco em Lages, o Centro de Atenção Psicossocial – Álcool e Drogas (CapsAD), está preparando suas atividades alusivas ao Dia Mundial de Combate ao Fumo (31 de maio), começando com a Semana de Sensibilização, de 26 a 31. Uma série de ações foi proposta pela Secretaria de Saúde, em parceria com a 27ª Gerência Regional de Saúde.

Capacitação, nos dias 27 e 28, aos profissionais da Atenção Básica (formação do Instituto Nacional do Câncer – Inca), como estímulo aos grupos contra o tabagismo existentes nas Unidades Básicas de Saúde (UBSs), está na programação. O Dia D acontecerá em 31 de maio, com aplicação aos interessados do Teste Fagerström, na praça João Costa, das 9h às 12h, e na Joca Neves, junto ao Estação Bike, das 13h30min às 16h.

A coordenadora do CapsAD, Patrícia Pereira, explica que a conscientização ocorrerá em escolas, universidades, empresas, comunidades, semáforos. Foi formada parceria com a concessionária da BR-116, Autopista Planalto Sul, para distribuição de folders. “Vamos propor que as pessoas troquem o cigarro por frutas. Serão feitas brincadeiras com adolescentes”, informa.

No CapsAD, cerca de 70% dos dependentes químicos do tabaco conseguem abandonar o vício após o tratamento. Cerca de 120 pessoas são atendidas por ano; a maioria, mulheres. Para o restante (30%) existe o grupo de apoio, que funciona todas as quintas. Procura-se ensinar o controle até cessar o ato de fumar. Patrícia diz que mesmo após estarem bem, há pacientes que continuam frequentando os grupos para auxiliar os demais.

Este é um programa do Ministério da Saúde. “As pessoas chegam aqui quando o cigarro já está prejudicando sua saúde e com a autoestima muito baixa, afetados emocionalmente e pelo mau cheiro que o cigarro causa”, salienta o psicólogo Paulo Zulmar Panatta. “Por vezes, algumas mudanças de hábitos e manias já dispensam a utilização de remédios e cessam o ato de fumar. Escovar os dentes, por exemplo, faz passar a vontade”, ensina.

Os interessados em buscar ajuda junto ao CapsAD, na rua Correia Pinto, passam por avaliação e são encaminhados aos grupos terapêuticos, onde começam as mudanças e, se for o caso, uso de medicamentos como apoio, a reposição de nicotina, o tratamento farmacológico.

Lages sem Fumo

O Programa Municipal Lages sem Fumo busca reduzir o número de fumantes e evitar o surgimento de novos. Existem grupos de controle ao tabagismo e de prevenção nas UBSs e em instituições de ensino, com o Programa Saúde na Escola, segundo a gerente de Atenção Básica, Nayara Alano de Moraes. O vício chega já na adolescência, por volta dos 14 anos. “O jovem inicia por curiosidade e para ter aceitação e acolhimento do colega, além do status; não é por falta de informação. Geralmente os jovens fumantes têm alguém em casa que consome cigarros. O tabaco é um passo para outros tipos de drogas”, alerta.


Em Lages, o tipo de câncer que mais mata é o de pulmão, por efeito do tabaco, dos 60 a 69 anos. O fumante pode sofrer ainda cânceres de garganta e esôfago, problemas circulatórios, cardíacos e hormonais, nas mulheres. A aposentada Leonina Wolff Tavares, 75 anos, foi aconselhada por uma pneumologista a buscar ajuda no CapsAD. “Eu fumava há 40 anos e tinha problemas de falta de ar e mal-estar. Meus netos pediam para eu parar. Consegui. Estou há dois meses sem fumar e há seis meses no Caps”, conta.

Informações Secretaria de Comunicação Prefeitura de Lages

O que você ganha parando de fumar

A pessoa que fuma fica dependente da nicotina. Considerada uma droga bastante poderosa, a nicotina atua no sistema nervoso central como a cocaína, heroína, álcool, com uma diferença: chega ao cérebro em apenas 7 a 19 segundos. É normal, portanto, que, ao parar de fumar, os primeiros dias sem cigarros sejam os mais difíceis, porém as dificuldades tendem a ser menores a cada dia. 

As estatísticas revelam que os fumantes comparados aos não fumantes apresentam um risco 

• 10 vezes maior de adoecer de câncer de pulmão
• 5 vezes maior de sofrer infarto
• 5 vezes maior de sofrer de bronquite crônica e enfisema pulmonar

• 2 vezes maior de sofrer derrame cerebral

Se parar de fumar agora...

• após 20 minutos sua pressão sangüínea e a pulsação voltam ao normal
• após 2 horas não há mais nicotina no seu sangue
• após 8 horas o nível de oxigênio no sangue se normaliza
• após 2 dias seu olfato já percebe melhor os cheiros e seu paladar já degusta a comida melhor
• após 3 semanas a respiração fica mais fácil e a circulação sanguínea melhora
• após 10 anos o risco de sofrer infarto do coração será igual ao de quem nunca fumou, e o risco de desenvolver câncer de pulmão cai à metade.
• após 20 anos o risco de desenvolver câncer de pulmão será quase igual ao de quem nunca fumou.

Fonte: Ministério da Saúde

terça-feira, 13 de maio de 2014

Anvisa quer deixar caixas de cigarros menos atraentes para reduzir fumantes

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) levará ao Congresso Nacional um debate que vem ocorrendo em várias nações: a reformulação das caixas de cigarros. A intenção é que um projeto de lei proponha a implementação no Brasil das embalagens de cigarro genéricas. A ação faz parte de uma convenção da Organização Mundial da Saúde (OMS) para controle do tabaco. Desde dezembro de 2012, a proposta está em prática na Austrália. Lá, as embalagens têm a mesma forma, tamanho, modo de abertura, cor e fonte. As imagens e alertas contra o tabagismo prevalecem nas caixas, que apresentam apenas um pequeno espaço reservado ao nome da marca dos produtos.

A estratégia de tornar as embalagens menos atraentes pretende reduzir ainda mais o número de fumantes no país, que caiu pela metade nas últimas duas décadas. Hoje, cerca de 14% da população é tabagista, de acordo com o Ministério da Saúde. O diretor-presidente da Anvisa disse que pediu à área técnica da agência que elabore um projeto de lei sobre o assunto para ser tratado no Congresso. “O que a gente deve fazer é levar o debate para as comissões relacionadas à saúde e à defesa do consumidor. E tratar do assunto tanto no Congresso como no governo com a expectativa de que seja apresentado um projeto que, na medida do possível, tramite em prioridade”, afirma.

Segundo Barbano, a medida é eficiente. O diretor conta que a agência regulatória da Austrália elaborou um estudo mostrando redução de 10% no número de fumantes cerca de um ano após a medida ser adotada. Na opinião da coordenadora jurídica da Aliança de Controle do Tabagismo (ACT), Adriana Carvalho, a mudança na embalagem é importante ao passo que limita as possibilidades de propaganda. Ela lembra que no Brasil já é proibida a publicidade na mídia de massa, mas avalia que, com isso, a indústria do cigarro conseguiu se reiventar e tornar o maço uma forte forma de publicidade. “É uma estratégia de marketing para promover o consumo. As embalagens são mais atraentes, sedutoras. Algumas são vendidas com brindes”, avalia.

Fonte : Correio Braziliense

segunda-feira, 12 de maio de 2014

Colaboradoras do CIS/AMURES ministram palestras sobre tabagismo





O tabagismo está sendo o tema abordado no CIS/AMURES durante todo o mês de maio. A psicóloga, Vera Aparecida Córdova e a enfermeira, Cirlei de Oliveira Arruda ministram todos os dias da semana, para os pacientes que aguardam as consultas, mini palestras explicativas sobre o assunto.


O que é tabagismo, quais as consequências do tabagismo, os riscos para uma mulher grávida e o que é um fumante passivo, além de dados atuais sobre mortes e problemas de saúde são temas abordados pelas profissionais. 

sábado, 10 de maio de 2014

Estudo sugere que cigarro causa mais câncer em mulheres

Um estudo divulgado na publicação especializada “Cancer Epidemiology Biomarkers & Prevention” sugere que mulheres fumantes têm mais chances de ter câncer do que homens também fumantes. Os pesquisadores, da Universidade de Tromso, na Noruega, analisaram 600 mil registros médicos e concluíram que a incidência de câncer no intestino é duas vezes maior em mulheres. 

As mulheres fumantes têm 19% mais chances de ter a doença do que as não fumantes e entre os homens esse número é 9%. Durante o período em que a pesquisa foi realizada, 4mil pacientes apresentaram câncer no intestino. 

Segundo os cientistas, essa é a primeira pesquisa que mostra que mesmo mulheres que fumam menos que os homens têm mais chances de desenvolver a doença. Para eles, isso se dá porque as mulheres seriam mais suscetíveis aos efeitos do cigarro no organismo. Porém, eles ressaltam que no estudo não foi levado em consideração fatores como o estilo de vida do paciente, hábitos alimentares e o consumo de álcool. 

O estudo também mostrou que os riscos de câncer de intestino são ainda maiores em mulheres que começaram a fumar ainda na adolescência ou aquela que fumaram durante muitos anos da vida. Segundo outro estudo realizado anteriormente, mulheres que pararam de fumar antes de completar 30 anos diminuíram quase que completamente os riscos de uma morte prematura por doenças causadas pelo fumo. 

Fumar pode causar 14 tipos de câncer, além de doenças pulmonares e cardíacas. Quem parar de fumar sente os efeitos em poucas semanas: depois de três semanas sem cigarro, a respiração já fica mais fácil e a circulação do sangue melhora. Após um ano longe da nicotina o risco de infarto é reduzido pela metade. 


Fonte : Globo.com / Por Carolina Abranches

sexta-feira, 9 de maio de 2014

Mães do CIS/AMURES são homenageadas

As funcionárias mamães do CIS/AMURES foram homenageadas pelos demais colaboradores do final da tarde desta sexta-feira (09/05). Um vídeo com fotos das mães e dos filhos e uma mensagem foi passada para elas. Além disso, elas receberam flores e presentes.





Confira todas as fotos da homenagem, clicando aqui!

quarta-feira, 7 de maio de 2014

Bebês em risco: fumaça de cigarro intoxica a casa toda

Não é novidade que cigarro faz mal, tanto para o próprio fumante quanto para quem respira a fumaça. Mas pouca gente sabe que os malefícios vão além. O "fumo de terceira mão" (FTM), alvo de novas pesquisas, é arriscado principalmente para bebês: consiste no contato com as substâncias tóxicas do cigarro que "grudam" em paredes, móveis e chão. Pesquisa americana revelou que o FTM provoca alterações no DNA, favorecendo o surgimento do câncer.

Após ser expelida, a nicotina passa por reações químicas e se transforma em outras substâncias tóxicas ultrafinas (NNA, NNK e NNN), que entram com facilidade no organismo por inalação, ingestão ou contato com a pele. Os cientistas do Laboratório Nacional de Laurence Berkeley descobriram que os resíduos provocam lesões e quebram as cadeias de DNA.

Como engatinham, tocam em diversas superfícies e, constantemente, levam a mão à boca, bebês são as principais vítimas. De acordo com estudo da Universidade da Califórnia, nos Estados Unidos, os pequenos acabam ingerindo por dia cerca de 0,25g de poeira - muitas vezes contaminada -, o que é o dobro de um adulto. 


Fonte : O Dia - RJ

terça-feira, 6 de maio de 2014

Tabagismo é o tema debatido pelo CIS/AMURES em maio


O tabagismo é uma toxicomania caracterizada pela dependência física e psicológica do consumo de nicotina, substância presente no tabaco. Segundo o Ministério da Saúde brasileiro, os cigarros contém cerca de 4720 substâncias tóxicas, sendo uma delas, a nicotina, responsável pela dependência.

Visando orientar, conscientizar e mostrar os malefícios que esse hábito causa para vida e a saúde das pessoas, o CIS/AMURES vai promover durante o mês de maio, mini palestras e distribuição de panfletos explicativos para os pacientes.


De acordo com a Organização Pan-Americana da Saúde1 (OPAS), o tabagismo é o responsável por cerca de 30% das mortes por cancro (câncer no Brasil), 90% das mortes por cancro do pulmão, 25% das mortes por doença coronariana, 85% das mortes por doença pulmonar obstrutiva crónica e 25% das mortes por derrame cerebral. Ainda de acordo com a OPAS, não existem níveis seguros de consumo do tabaco.