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quarta-feira, 7 de outubro de 2015

CÂNCER DE MAMA É A CAUSA MAIOR DE MORTES NAS REGIÕES MAIS POBRES DO PAÍS

O câncer de mama tem atingido muito as regiões mais pobres do país, é o que diz a taxa de mortalidade. Os estados com mais doentes são, Maranhão, que chegou a 11,2%, em segundo lugar ficou o Piauí, com 9,8%, e em terceiro a Paraíba, com 9,3%, avaliado com as regiões ricas, confirma o estudo de sociedade brasileira de mastologia.

A taxa de mortalidade avaliada por esse tipo de câncer de mama em um intervalo de dez anos, entre 2002 e 2011, em todos os locais, relacionou os dados com o IDH (Índice de Desenvolvimento Humano).

Nas regiões ricas teve uma queda significativa na variação de taxa, como em São Paulo, Paraná, Rio Grande do Sul e no Distrito Federal, todos tiveram uma taxa negativa em média de 1,7% ao ano. O periódico BMC Public Health, disse que as razões pelo aumento dessa taxa é a falta de recursos para tratamento do câncer de mama nesses estados mais pobres, trazendo dificuldade de acesso para a população que precisa. 

Foram muitas mulheres que morreram com câncer de mama na Paraíba, o registro mostra que em 2013 foram 212 óbitos, 2014 com 241 óbitos e em 2015 já são 143 mortes até agora, afirmou a Secretária de Saúde da Paraíba. Decorrentes tanto óbitos, a Secretária de Saúde ampliou o acesso de diagnóstico precoce e tratamento do câncer de mama, tudo para diminuir as taxas de mortalidade através do exame clínico das mamas (mamografia) todo ano, a partir dos 40 anos, e mulheres acima dos 50 anos a cada dois anos, afirmou a Assessoria de comunicação do órgão.

Fonte BLASTING NEWS

quinta-feira, 10 de outubro de 2013

CIS/AMURES PARTICIPA DE CONGRESSO EM BRASÍLIA


Nos dias 02, 03 e 04 de Outubro, estiveram representando o CIS/AMURES e o Núcleo de Conciliação de Medicamentos, no III Congresso Ibero – Americano de Direito Sanitário e II Congresso Brasileiro  de Direito Sanitário, a diretora executiva do CIS, Nalú Júlio, a psicóloga Vera Correa e Jaqueline Reche.
Os assuntos abordados no Congresso foram: Organização do Sistema e Serviços de Saúde Coletiva e Individual, tendo sempre em foco as políticas públicas. Também foram enfatizados os direitos humanos, a integralidade o princípio da equidade e as parcerias. Falou-se muito em assegurar o direito do cidadão à proteção a saúde, a gratuidade e acesso a todos os serviço de saúde. Abordou-se ainda a medição sanitária como alternativa da judicialização.
Foi sugerido promover núcleos de direito sanitário, trabalho este que já está sendo desenvolvido na região da AMURES, pelos municípios em parceria com a Vara da Fazenda Pública de Lages, tendo como designação o “Núcleo de Conciliação de Medicamentos”. A professora pós-doutoranda está desenvolvendo um projeto e aplicando treinamento para a equipe de multiplicadores do Mato Grosso do Sul e no Nordeste, onde estão construindo um modelo de conciliação. Modelo esse que já está acontecendo na região da Amures, conforme citado acima.
Na oportunidade, a diretora executiva do CIS/Amures e também coordenadora do Núcleo de Conciliação de Medicamentos, Nalú Júlio, de improviso na oficina de trabalho em que estava participando, falou sobre a experiência do trabalho desenvolvido em Lages e região.
De acordo com esse trabalho, os usuários (pacientes) do SUS, ao procurarem a farmácia básica dos municípios e não estando disponíveis os medicamentos solicitados, são informados qual a padronização oferecida para a mesma patologia. Caso o paciente não aceite, procura o judiciário e é feita a mediação pela equipe do Núcleo  de Conciliação de Medicamentos agilizar a solução dos  casos.