Mostrando postagens com marcador Orientação. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Orientação. Mostrar todas as postagens

terça-feira, 20 de outubro de 2015

20/10 - DIA MUNDIAL DA OSTEOPOROSE


O Dia Mundial da Osteoporose, celebrado em 20 de outubro, é uma data para chamar atenção para o problema que, segundo dados da Fundação Internacional de Osteoporose (IOF), atinge cerca de dez milhões de pessoas no Brasil. Outro dado da IOF revela que de cada três pacientes que sofreram fratura no quadril, um tem o diagnóstico de osteoporose; e deste número, um em cada cinco, recebe algum tipo de tratamento.

Idosos, principalmente mulheres pós-menopausa, são os que mais sofrem daosteoporose. Além da idade avançada, outros fatores de risco são histórico familiar, dieta pobre em cálcio e vitamina D, fumo, álcool, vida sedentária e deficiência hormonal.


Problema Silencioso


A osteoporose é um problema silencioso, assintomático, que ocorre quando há um enfraquecimento progressivo da massa óssea. O principal objetivo da prevenção e do tratamento é evitar fraturas, que ocorrem mais comumente em locais como coluna, punho, braço e quadril. Nos idosos, a osteoporose pode levar a complicações sérias como dores crônicas, dificuldades para locomoção e diminuição da qualidade de vida.

Fonte: http://www.endocrino.org.br/dia-mundial-da-osteoporose/

sábado, 17 de outubro de 2015

17/10 - DIA NACIONAL DA VACINAÇÃO



No dia 17 de outubro, é comemorado o Dia Nacional da Vacinação, data importante para que toda a população compreenda a importância dessa medida para a prevenção de doenças.

A primeira vacina que se tem registro foi criada no século XVIII, por Edward Jenner, um médico inglês que estudava a varíola. Ele observou que um grupo de pessoas era imune à doença e todas elas apresentavam em comum o fato de serem ordenhadoras e terem se contaminado com uma doença de gado (cowpox) semelhante à varíola.

Jenner resolveu então injetar secreção de uma pessoa do grupo de ordenhadores que apresentava cowpox em uma pessoa saudável. A pessoa saudável desenvolveu a doença de uma maneira mais branda e, tempos depois, ao fazer testes com o vírus da varíola, percebeu-se que ela estava imune à doença. Nascia aí a vacina, termo que, em latim, significa “de vaca”.

A princípio, Jenner sofreu várias críticas, principalmente da classe médica e de alguns grupos religiosos. Entretanto, após grandes resultados, a vacina ganhou espaço na Inglaterra e, posteriormente, em todo o planeta.

Atualmente, a vacina é feita de maneira mais rigorosa, pois se utiliza o antígeno causador da doença (vírus ou bactérias) atenuado ou até mesmo morto. Costuma-se dizer que a vacina é uma forma de imunização ativa, pois, ao colocar esse produto em uma pessoa, essa começa a desenvolver anticorpos contra a doença, defendendo-se ativamente contra a infecção. Além da fabricação de anticorpos, ocorre a síntese de células de memória que desencadearão uma resposta mais rápida quando o organismo for exposto novamente àquele antígeno.

As vacinas são, portanto, agentes imunizadores que previnem doenças. Assim sendo, elas não devem ser usadas como uma forma de cura, sendo essa característica atribuída aos soros terapêuticos.

Infelizmente, não existem vacinas para todas as doenças existentes. A Aids e o Ebola, por exemplo, são duas doenças extremamente graves que não possuem essa forma de prevenção. Entretanto, em todo o mundo, existem estudos que buscam desenvolver a maior quantidade de vacinas possíveis. Entre as vacinas existentes, podemos citar a da gripe, febre amarela, sarampo, caxumba, rubéola, varicela, poliomielite e HPV.

Sem dúvidas, o desenvolvimento das vacinas representou um grande avanço na medicina. Por meio delas, diminuem-se os gastos com internações e medicamentos, além de melhorar a qualidade de vida da população. Além disso, esses agentes imunizadores são importantes armas na luta para a erradicação de doenças, fato que já ocorreu, por exemplo, com a poliomielite.

Assim sendo, o 17 de outubro busca conscientizar a todos sobre a importância das vacinas e de manter o calendário de vacinação atualizado. Manter as vacinas em dia é fundamental para diminuir a incidência de algumas doenças na população.

Fonte: http://www.brasilescola.com/datas-comemorativas/dia-nacional-vacinacao.ht

terça-feira, 13 de outubro de 2015

CÂNCER DE MAMA NO HOMEM



Embora raro, o câncer de mama pode, sim, afetar os homens. Câncer de mama em homens representa menos de 1% do total de casos de câncer de mama. O câncer de mama nos homens é diagnosticado com base em uma alteração na mama, geralmente notada pelo próprio paciente, já que não existe rastreamento de câncer de mama em homens.

A maioria dos aspectos do câncer de mama no homem são parecidos com o que se observa nas mulheres, de modo que encorajamos o leitor a ler o blog inteiro, além deste texto explicativo.

Fatores de risco de câncer de mama em homens

Aproximadamente 20% dos homens que desenvolvem câncer de mama têm caso(s) de câncer de mama na familia. Aproximadamente 10% deles são portadores de uma mutação genética que os predispõe ao câncer, uma mutação no gene denominado de BRCA2.

Outros fatores predisponentes são exposição à radiação (por exemplo em acidentes nucleares), raça negra (ao menos nos EUA) e obviamente, a idade (quanto mais velho, maior a incidência, com pico por volta dos 75 anos). Ginecomastia (mama aumentada em homens) é um possível fator de risco, embora isto não esteja totalmente confirmado.

Em função de uma proporção significativa de homens com câncer terem história familiar da doença, todo homem com câncer deveria passar por orientação oncogenética (com oncogeneticista), para que seja estabelecido se o paciente e/ou parentes devam fazer investigação diferente da rotineiramente recomendada.

Prognóstico e sobrevida de homens com câncer de mama

Devido à falta de rastreamento, casos de câncer de mama em homens acabam sendo diagnosticados, em média, mais tarde que em mulheres. Também pela falta de rastreamento, os casos em homens acabam sendo diagnosticados quando o tumor já está um pouco maior do que no caso de mulheres, especialmente as que se submetem a mamografia de rotina. Quando é notada uma alteração suspeita, o homem pode sim ser submetido a mamografia, ultrassom e biópsias nos moldes do que ocorre com as mulheres.

Se analisarmos a chance de cura de um homem com câncer de mama comparada à chance de uma mulher, observamos que as chances são muito parecidas, se considerarmos as doenças no mesmo estágio de desenvolvimento.

Homens que desenvolvem câncer de mama têm um risco aumentado de desenvolver um segundo câncer ao longo da vida, de aproximadamente 20%. Destes segundos cânceres, os mais comuns são câncer de próstata, cólon e bexiga.

Como diagnosticar

Quando um homem nota um nódulo ou crescimento da mama, deve procurar um médico. Assim como nas mulheres, além do exame físico, será realizada mamografia e eventualmente ultrassonografia de mama.

Câncer de mama em homens geralmente se manifesta na região próxima à aréola.

A mamografia pode identificar um nódulo ou microcalcificações suspeitas, embora estas sejam mais raras em tumores em homens que nas mulheres.

Assim como nas mulheres, o diagnóstico do câncer de mama em homens somente pode ser firmado através de uma biópsia ou cirurgia. A peça é avaliada pelo patologista, que com base no aspecto do tumor ao microscópio além de análise por técnica denominada de imunohistoquímica, consegue firmar que se trata de um câncer de mama (ao invés de uma metástase de algum outro tumor, por exemplo). A biópsia pode ser feita com agulha grossa (chamada de core-biopsy) ou com biópsia por sucção (mamotomia).

Tratamento do câncer de mama em homens

Assim como nas mulheres, o tratamento curativo do câncer de mama obrigatoriamente passa por um procedimento cirúrgico. Diferente das mulheres (nas quais se faz frequentemente uma cirurgia parcial da mama), nos homens quase sempre se faz a retirada completa da mama, a denominada mastectomia radical modificada.

Assim como nas mulheres, é possível fazer a pesquisa do linfonodo sentinela na axila, e se este não tiver doença, poupar o paciente do chamado esvaziamento axilar. Este esvaziamento axilar consiste na retirada de ao menos 10 linfonodos da axila, como meio de prever melhor o prognóstico (risco de recidiva). O esvaziamento pode causar problemas como inchaço no braço e dor crônica, de modo que sempre que possível, deve ser evitado.

Radioterapia é indicado sempre para o tratamento de homens cujo tumor seja maior que 4 cm e/ou quando há comprometimento de mais de 3 linfonodos axilares. Seguindo uma tendência de tratamento em mulheres, hoje se discute também o benefício da radioterapia mesmo em casos de tumores menores ou com menos de 4 linfonodos comprometidos.

O tratamento quimioterápico está indicado após a cirurgia de tumores maiores que 1 cm, em casos de lingonodos comprometidos na axila, ou mesmo em casos específicos de tumores menores mas com características mais agressivas na análise do patologista. Além disso, a quimioterapia pode estar indicada em doença metastática.

Fonte:http://www.cancerdamama.com/sintomas-e-diagnosticos/cancer-de-mama-no-homem/

quinta-feira, 28 de maio de 2015

FUMANTES COM DEPRESSÃO

Os fumantes têm em geral mais depressão do que as pessoas que não fumam.

Os fumantes com depressão podem ter maior dificuldade para deixar de fumar pois tendem a ter:

- maior grau de dependência da nicotina (faça o teste de Fagerstöm para verificar o seu grau de dependência) ;

- mais sintomas de abstinência quando param de fumar: mais insônia, irritabilidade, dificuldade de concentração, inquietação, tontura, fissura etc.

- piora da depressão ou início de novo episódio de depressão quando deixam o cigarro (a nicotina parece exercer algum efeito antidepressivo nos indivíduos com depressão).

Quanto mais sintomas de depressão o indivíduo tiver no momento, maior dificuldade ele vai apresentar para parar de fumar.

O que fazer ?
- Apesar destas dificuldades, se você estiver vivendo esta situação, não desista de sua intenção de parar de fumar.

- Procure um psiquiatra para orientá-lo quanto ao tratamento mais adequado:

- ele poderá identificar e abordar outros transtornos e sintomas psiquiátricos que necessitem de tratamento além da depressão (transtornos ansiosos, dependências químicas etc.);

- frequentemente, é necessário tratar primeiramente a depressão (se os sintomas estiverem intensos) para depois tratar o tabagismo;

- se a sua depressão for moderada a grave, o tratamento de eleição é inicialmente medicamentoso (antidepressivos);

- se a sua depressão for leve ou houver indicação, o psiquiatra pode encaminhar você para a psicoterapia;

- A psicoterapia pode auxiliar você a entender a relação que você estabeleceu ao longo de anos com o cigarro. Este pode exercer uma função psicológica na sua vida, como uma muleta para lidar com situações de angústia e frustração, como extensão dos momentos de prazer e como companheiro para aplacar a solidão. O psicoterapeuta pode ajudar você a desenvolver recursos internos para lidar com a falta do cigarro e adquirir uma nova identidade, agora de “ex-fumante”.

Fonte: http://www.tabagismo.hu.usp.br/fumantes-com-depressao.html

segunda-feira, 17 de junho de 2013

ORIENTAÇÕES SOBRE DEPRESSÃO

A vida tem seus bons e maus momentos. Por isso, é normal sentir tristeza, preocupações e ansiedade quando passamos por situações delicadas. Entretanto, quando esses sentimentos permanecem por muito tempo, ou quando vão aumentando de intensidade, é hora de procurar ajuda: pode ser que a depressão esteja  se  instalando.  A depressão atualmente está na lista das que mais têm sido pesquisadas. 

O QUE  É DEPRESSÃO?

A depressão é uma doença que influência as atitudes das pessoas perante  as suas vidas e as dos que estão ao seu redor. A depressão altera os sentimentos e reduz a sensação de bem estar; muda a forma de pensar, as escolhas, o comportamento e as crenças das pessoas. È uma doença que precisa de tratamento.  

O QUE CAUSA A DEPRESSÃO?

A depressão é causada por um desequilíbrio nas concentrações de algumas substâncias do cérebro. Outras coisas podem causar ou favorecer o surgimento da depressão como:

  • Divórcio, morte da esposa ou do marido, perda de um emprego ou problemas financeiros graves;
  • Abuso de álcool ou outras drogas;
  • Algumas medicações e outras doenças;
  • Em mulheres mudanças hormonais após o parto;
  • História familiar de depressão;
  • Em idosos, doenças como câncer, Alzheimer e Parkinson.
  • O estresse, (responsável pela maioria dos casos de depressão do mundo inteiro);

 QUAIS OS SINAIS E SINTOMAS DA DEPRESSÃO?

Perda de interesse nas atividades diárias, humor deprimido, distúrbios do sono, (falta, excesso, ou despertar no meio da noite e, não voltar a adormecer),

perda de concentração e de memória; confusão mental; raciocínio lento, perda ou ganho de peso, agitação ou lentidão, fadiga, auto-estima baixa, perda de apetite sexual, pensamentos negativos, sinais físicos, outros sinais: ansiedade, síndrome do pânico, taquicardia, suor, sensação de “ desligamento” da realidade, de estranheza e sentimentos de que vai morrer.

 ORIENTAÇÕES PARA O TRATAMENTO

  • Apoio da família. Dê atenção, carinho, compreensão.
  • Praticar exercícios físicos diariamente.
  • Eliminar estimulantes. (cafeína, ou substâncias estimulantes contidas em outros produtos.) Que provocam hiperatividade cerebral, altera as fases do sono, causa irritabilidade e estresse;
  • Tomar banho morno a frio pela,  manhã, (estímulo ao despertar). Banho quente ao deitar, (ajuda a relaxar).
  • Manter um horário regular para dormir e acordar.
  • Repousar após o almoço.
  • Impedir o excesso de informações.
  • Evitar alimentos pesados após as 18 horas.
  • Tomar muito água.
  • Participe de atividades esportiva, religiosas, cinema, teatro, encontros e reuniões sociais, envolva-se com grupos.
  • Não usar bebidas alcoólicas quando estiver em tratamento. Siga as orientações do seu médico
  • Não fumar.
  • Comer freqüentemente frutas e verduras frescas, em especial banana e laranja.
  • Tomar sol no início da manhã e no final da tarde.
  • Tomar medicamentos somente com receita do seu médico.


Segundo OMS - Organização Mundial de Saúde, 121 milhões de pessoas sofrem de depressão no mundo. O Brasil ocupa o primeiro lugar no ranking da prevalência da doença em países em desenvolvimento. A OMS projeta que, em 2020, a depressão será a segunda maior causa de incapacitação no mundo. Com a orientação certa é possível vencer a depressão e ter de novo alegria de viver. Como diz aquela velha canção popular: “Levanta sacode a poeira e dá a volta por cima”!