quinta-feira, 1 de outubro de 2015

CIS/AMURES LANÇA CAMPANHA OUTUBRO ROSA


O Consórcio Intermunicipal de Saúde (CIS/AMURES) lançou na manhã desta quinta-feira (01/10) a campanha Outubro Rosa. Com participação dos colaboradores, pacientes e do mastologista Dr. Fernando Vequi. Durante todo o mês os profissionais vão fazer trabalhos de sensibilização, com panfletagem e mini-palestras. Mensalmente cerca de 800 pacientes de 25 municípios passam por ali.

Em sua fala o Dr. Fernando Vequi ressaltou a importância da prevenção e do diagnostico precoce. “O câncer mais frequente nas mulheres, é o de mama, no entanto é também o que apresenta maior índice de cura, se detectado precocemente. Para isso é realizar o auto exame e a mamografia é essencial. Em Lages e Região as Secretarias Municipais de Saúde disponibilizam nas unidades básicas os exames preventivos sem custo para a população feminina em especial para as mulheres a partir dos 40 anos, ressaltou. 




No Brasil, no ano passado foram descobertos mais de 57 mil novos casos de câncer de mama. Em Santa Catarina, em torno de 1,6 mil mulheres foram diagnosticadas com a doença. A Diretora Executiva do CIS/AMURES, Nalú Júlio enfatizou que o Consórcio Intermunicipal de Saúde oferece aos 25 (vinte e cinco) municípios consorciados consultas e exames com o mastologista. Serviço este custeado pelas Prefeituras dos respectivos municípios. Durante o mês de Outubro os usuários que passarem pelo Consórcio Intermunicipal de Saúde receberão informações a respeito do assunto. A equipe do Consórcio fala sempre que, as mulheres tem o dever de ficar atentas e os homens de cuidar das mulheres de suas vidas (mães, esposas, filhas, irmãs, etc).




O CIS/AMURES está “vestido” de Rosa e também arrecadando lenços, chapéus e outros adereços, que serão doados para mulheres com a doença.



01/10 - DIA INTERNACIONAL DO IDOSO


quarta-feira, 30 de setembro de 2015

TUDO PRONTO PARA O LANÇAMENTO DA CAMPANHA OUTUBRO ROSA DO CIS/AMURES


O Consorcio Intermunicipal de Saúde (CIS/AMURES) foi o pioneiro em promover campanhas em Lages e região sobre o Outubro Rosa – mês de prevenção ao câncer de mama. E este ano não poderia ser diferente! Com uma intensa programação, envolvendo colaboradores, pacientes e a comunidade em geral. Anote em sua agenda: 

Dia 01/10 às 09h30 será a Abertura do Outubro Rosa, em frente ao CIS/AMURES, com a participação do mastologista, Dr. Fernando Vequi, que falará sobre o câncer de mama, importância da prevenção, diagnóstico e tratamento.

Durante todo o dia a equipe do CIS/AMURES estarão em frente ao CIS/AMURES informando e conscientizando os pacientes e o público que circula pelo local, sobre o tema.

Dia 22/10 haverá outras atividades envolvendo o público, em frente ao CIS/AMURES.

'BRASIL PODE SE TORNAR PAÍS MAIS OBESO DO MUNDO EM 15 ANOS'



Uma pesquisa divulgada pelo Ministério da Saúde trouxe dados sobre a obesidade infantil no Brasil e a alimentação das crianças que gerou alarme e preocupação.

Entre os dados que mais chamaram atenção está o fato de que 32,3% das meninas e meninos brasileiros menores de 2 anos tomam refrigerante e suco de caixinha e que 60,2% deles comem bolacha recheada, biscoitos e bolos prontos.

Mas para o endocrinologista brasileiro Walmir Coutinho, que preside a World Obesity Federation (que reúne profissionais e organizações de mais de 50 países), esses dados alarmantes são só a ponta de um iceberg que é a epidemia de obesidade.

Um problema que, segundo ele, pode levar o Brasil a se tornar o país mais obeso do mundo em 15 anos – e as crianças brasileiras estão na mira.

O médico aponta o dedo para "ações insuficientes do governo", para "escolas omissas", para o marketing que bombardeia crianças com propagandas ligadas a alimentos nada saudáveis – e alerta para os danos físicos e psicológicos nas crianças obesas. Confira os principais trechos da entrevista.

BBC Brasil - O que significa ter metade das crianças pequenas brasileiras comendo bolachas e boa parte delas bebendo refrigerante e suco artificial?

Coutinho - Esses dados dão a medida de uma tendência que outros estudos já haviam mostrado. O consumo excessivo de alimentos e bebidas pouco saudáveis estão hoje é um problema seríssimo no Brasil. E, se continuarmos nesse ritmo de crescimento da obesidade, seremos o país com mais obesos do mundo em 15 anos.

Impacto psicológico que a obesidade pode provocar nas crianças muitas vezes é menosprezado

BBC Brasil - E esse risco também atinge as crianças?

Coutinho - Certamente. A obesidade infantil no Brasil é um cenário muito preocupante, em que algumas ações foram tomadas, mas ainda estão longe de serem suficientes. É preciso se fazer muito mais. Para começar, nossas crianças são alvo de uma pressão exagerada da mídia e do marketing que incentivam o consumo desses produtos.

Obesidade no Brasil

32,3% das crianças menores de 2 anos tomam refrigerante e suco artificial
60,8% delas comem biscoito, bolachas e bolos
56,9% da população ou 82 milhões de pessoas com 18 anos ou mais está acima do peso (eram 42% em 2003)

Uma em cada três crianças de 5 a 9 anos está acima do peso

Fonte: Pesquisa Nacional de Saúde (PNS) e Pesquisa de Orçamentos Familiares (POF)

BBC Brasil - Mas e ações não diretamente ligadas a crianças, como a que ocorreu em um jogo recente do Corinthians (jogadores causaram polêmica ao usar meiões de uma campanha em parceria com uma rede de fast food), também são prejudiciais?

Coutinho - Claro, porque de uma maneira ou de outra isso acaba atingindo as crianças que estão assistindo ao jogo. Nossa organização prega uma ética nas ações de marketing e isso envolve não direcionar essas campanhas a crianças.

BBC Brasil - Olhando o lado da alimentação da criança brasileira, quem são os principais vilões atualmente?

Coutinho - Há os vilões invisíveis, especialmente suco de fruta artificial e iogurte. O pai e a mãe acham que estão dando algo saudável para as crianças, mas são produtos que tem muitíssimo açúcar. Fora isso, é preciso lembrar que os alimentos mais baratos são os que mais engordam.

BBC Brasil - E como isso é prejudicial?

Coutinho - É um fenômeno chamado de transição nutricional, em que as pessoas que conseguem superar a falta de alimentos começam a ter acesso aos produtos mais baratos, que costumam ser altamente industrializados. Sair do supermercado com saquinho de batata frita, salgadinhos, biscoitos e chocolates é mais barato do comprar frutas e verduras. A população de baixa renda também costuma ter menos tempo e infraestrutura para praticar atividade física.

BBC Brasil - Quais alternativas que poderiam mudar esse cenário? Taxar alimentos poucos saudáveis, como aconteceu na França, com a chamada "taxa da nutella"?

Coutinho - Eu vejo com bons olhos essas iniciativas, mas pra que elas sejam mais justas e mais efetivas, o valor arrecadado com esses impostos deve ir diretamente para o subsídio de alimentos saudáveis. Sem isso, não adianta.
Violência no Brasil obriga muitas crianças a ficarem em casa e trocarem atividades físicas ao ar livre por telas da TV e de celulares

BBC Brasil - E punir os pais, é uma alternativa? Há casos em que inclusive pais perderam temporariamente a guarda de filhos obesos, por serem acusados de não fazerem o suficiente para a criança emagrecer.

Coutinho - Esse tipo de medida é muito polêmica, não só no que diz respeito à obesidade, mas também a outros tipos de negligência. Mas o outro lado da moeda é que há crianças obesas cujos pais não têm nenhuma culpa, no casos de uma tendência genética, por exemplo. Então, acho que só seria efetiva se fosse analisado caso a caso detalhadamente.

BBC Brasil - Agora, falando de atividade física. As crianças brasileiras também estão sendo negligenciadas nesse aspecto?

Coutinho - Claro. Basta ver que tipicamente nas escolas só se tem atividade física uma vez por semana. Isso é inaceitável. Além disso, a violência urbana faz com que muitas crianças fiquem presas em casa, na frente da TV, não conseguem ir a pé nem de bicicleta para a escola.

BBC Brasil - Quais os principais impactos em alguém que passa pela infância sendo obeso?

Coutinho - O impacto na saúde da criança é mais conhecido. A obesidade traz problemas graves como hipertensão arterial muito alta, problemas osteoarticulares em partes do corpo como joelho, coluna e tornozelo, além de asma e diabetes.

Mas também há o lado psicológico, que muitas vezes é subvalorizado. As pessoas não se dão conta do impacto psicológico de apelidos dados a essas crianças, do isolamento em que elas vivem e de estereótipos como o menino gordinho que só pode jogar no gol, por exemplo. São situações que causam traumas que podem ser levados para a vida adulta.

Especialista diz que sucos de caixinha e iogurte são inimigos invisíveis, já que pais acham que estão oferecendo alimento saudável

BBC Brasil - Mas afinal, de quem é a culpa, das escolas, dos pais, do governo?

Coutinho - O desafio da obesidade no mundo é comparável ao do aquecimento global, por sua complexidade e por envolver diversos fatores e atores. Governo, comunidade científica, pais e a sociedade como um todo.

É claro que, no Brasil, a escola tem culpa. Muitas são extremamente omissas. Se, por um lado, alguns Estados já têm leis proibindo a venda de guloseimas e refrigerantes nas escolas, por outro, há escolas que vão no caminho contrário. No Rio, a lei que proíbe refrigerante só vale nas públicas. Em muitas das particulares, a pressão do dono da cantina fez com que o refrigerante fosse liberado.

Fonte BBC Brasil

terça-feira, 29 de setembro de 2015

29/09 - DIA MUNDIAL DO CORAÇÃO


Este dia é comemorado pela Federação Mundial do Coração, à qual pertence a Fundação Portuguesa de Cardiologia, contando ainda com a participação da UNESCO, da Organização Mundial de Saúde entre outras instituições.

Para gozarmos a vida em pleno, todos nós necessitamos de um coração saudável. Com o objectivo de sensibilizar todas as pessoas do mundo para o quão extraordinário o seu coração é, como cuidar dele e como promover a sua saúde, comemora-se este dia, tendo sido delegada na F.P.C. a sua organização e dinamização no nosso país.

segunda-feira, 28 de setembro de 2015

CURA PARA A OBESIDADE PODE ESTAR PRÓXIMA, SUGERE ESTUDO


Um estudo realizado por pesquisadores do MIT e da Universidade deHarvard, nos EUA, pode ajudar no desenvolvimento de uma droga para curar aobesidade. Eles descobriram como bloquear um gene defeituoso que está conectado com a doença.

Publicada no Periódico de Medicina de New England, a pesquisa revelou que o FTO, conhecido desde 2007 como o gene da obesidade, não afeta diretamente o metabolismo do ser humano. Ele influencia outros genes que causam a doença.

O que os cientistas desvenderam é que um destes genes possui um defeito: ele diminui a produção de gorduras marrons. O ser humano, geralmente, possui dois tipos de gordura: a branca (que armazena gordura) e a marrom (que queima gordura). Enquanto a maioria das pessoas tem as duas gorduras em proporções parecidas, os obesos têm mais brancas do que marrons.

Para bloquear este gene, os cientistas norte-americanos o editaram usando uma ferramenta chamada CRISPR. Eles descobriram que ao bloquear este gene, os ratos do experimento ficaram 50% mais magros.

Mas quais são as implicações deste trabalho? Agora que os cientistas já sabem como o corpo transforma as células de gordura brancas pelas marrons, eles poderão desenvolver novos tratamentos mais efetivos contra a epidemia.

Problemas relacionados à obesidade matam 2,8 milhões de pessoas no mundo todo dia, de acordo com a OMS. Só no Brasil, 52,5% da população está acima do peso e, desta metade, 17,9% é considerada obesa, segundo dados de 2015 do Ministério da Saúde.


Fonte Exame.com

sábado, 26 de setembro de 2015

RECEITA DINAMARQUESA É SUCESSO CONTRA OBESIDADE INFANTIL


Na cidade dinamarquesa de Holbaek, 1,9 mil crianças foram atendidas e 70% delas conseguiram manter um peso adequado por quatro anos após ajustar até 20 aspectos de seu estilo de vida. A forma como o projeto lida com a criança e seus familiares difere dos "pequenos passos" das dietas tradicionais. 

O plano começa com as crianças sendo internadas durante 24h em um hospital para uma bateria de exames, medição da gordura corporal e preenchimento de um questionário sobre hábitos alimentares e padrões de comportamento. 

O programa exige amplas mudanças de estilo de vida para derrotar a resistência natural do corpo a perder gordura. Cada criança tem um tratamento personalizado para modificar entre 15 e 20 hábitos diários. 

"Não é divertido. É dureza", diz o médico Jens Christian Holm, que coordena o projeto, a Jakob Christiansen, de dez anos, durante uma consulta. "Ele comia (doces) escondido", diz a mãe, Elisabet. "Só queremos que os médicos ajudem Jakob a perder peso para que ele volte a ser um menino feliz." 

Jakob conta ao médico que pedala 3 km para ir à escola. Mas o exercício, por si só, não basta para combater o que o pediatra chama de "doença crônica". 

Entre um teste e outro, o menino almoça peito de frango sem pele, cenoura crua, pimentão vermelho e salada verde. "Vai ser difícil, mas lutarei com todas as minhas forças. Sei que vou sentir falta do açúcar e de ser preguiçoso", diz Jakob. 

Alguns passos do programa 

O médico da criança cria um plano customizado com 15 a 20 estratégias, que podem incluir: 

1 - Nada de iogurtes de fruta no café da manhã; o programa defende aveia, pão preto e carne ou peixe nessa refeição 


2 - Nada de fast food ou pão branco no almoço; prefira pão escuro, carne ou peixe e vegetais 


3 - As porções devem ser servidas na cozinha; panelas e travessas não devem ser levadas à mesa 


4 - As proporções no prato do jantar devem ser: metade de vegetais, um quarto de arroz escuro, macarrão ou batatas; e um quarto de carne ou peixe com pouca gordura 


5 - Esperar 20 minutos antes de repetir. Isso dá tempo de o corpo sentir a saciedade 


6 - Ficar satisfeito após cada refeição 


7 - Apenas dois pedaços de fruta por dia 


8 - Fast food apenas uma vez ao mês 


9 - Doces apenas uma vez por semana 


10 - Salgadinhos apenas uma vez por semana 


11 - Limitar sucos, chá gelado, chocolate quente ou refrigerante a apenas uma vez na semana, e apenas meio litro no total 


12 - Ir à escola a pé ou de bicicleta 


13 - Praticar atividades físicas organizadas, como dança, futebol, handball ou ginástica 


14 - Praticar também atividades livres, como caminhar e andar de bicicleta após a escola, levar o cachorro para passear ou pular no trampolim 


15 - Limitar a 2 horas por dia o tempo de TV, computador ou tablets 


16 - Nada de TV ou computador antes das 17h 


17 - Determinar um horário, cedo, para dormir 



Fonte BBC Brasil