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segunda-feira, 23 de novembro de 2015

CIS/AMURES FAZ ENTREGA DE LENÇOS E CHAPÉUS DOADOS NO OUTUBRO ROSA


Encerrando as ações do Outubro Rosa, o CIS/AMURES, entregou lenços e chapéus às pacientes de câncer de mama da UNACON – Unidade de Alta Complexidade em Oncologia do Hospital Geral Tereza Ramos de Lages, referência no tratamento de câncer. A entrega foi realizada na quinta-feira, 19 de novembro, pela manhã, onde a coordenadora administrativa Claudia Maria de Borba e a Enfermeira Rita Furtado Pucci receberam as doações, que foram arrecadadas no mês de outubro, entre os pacientes que compareceram as consultas e exames no Consórcio. A diretora executiva do CIS/AMURES, Nalú Terezinha Júlio, afirmou “esse é um grande gesto de solidariedade para alegrar quem precisa!”.


Para a Coordenadora Técnica do CIS/AMURES, enfermeira Cirlei Arruda, a ação complementa a programação do Outubro Rosa e demonstra o compromisso de todos os colaboradores do CIS/AMURES e pacientes com a causa.


Na ocasião Ana Clara Mendes Castagna, de oito anos, filha de uma colaboradora do CIS/AMURES, foi incentivada a doar uma mecha de seus cabelos, para confecção de perucas para pacientes que sofreram modificações no corpo em virtude do tratamento contra o câncer. A psicóloga do Consórcio, Vera Aparecida Córdova Correa pontua que a autoestima é um dos melhores ‘remédios’ para garantir a recuperação das pacientes, porque dá energia e esperança de que dias melhores virão.

Texto Alexandre de Sousa

quinta-feira, 29 de outubro de 2015

CIS/AMURES ENCERRA OUTUBRO ROSA COM SORTEIO



A campanha Outubro Rosa do Consórcio Intermunicipal de Saúde (CIS/AMURES) encerrou nesta quinta-feira (29/10) com sorteio de brindes. Participaram as mulheres que levaram ao CIS o exame preventivo e/ou mamografia em dia.

As ganhadoras foram Rosa Kroth Maciel de Ponte Alta, Roseli Caetano Candido de Bom Jardim da Serra e as colaboradoras e incentivadoras da campanha, que também deram seu exemplo, colocando os exames em dia: psicóloga Vera Aparecida Arruda e a enfermeira Cirlei de Oliveira Arruda. Na ocasião, Vera entregou seu presente ao Dr. Fernando Vequi, mastologista do consórcio e grande incentivador e apoiador da campanha.


De acordo com diretora executiva do CIS/AMURES, Nalú Julio, este é um meio de estimular as mulheres a manter o preventivo e a mamografia em dia: “Nossa campanha visa à prevenção do câncer de colo de útero e de mama. Para que nenhuma mulher tenha uma surpresa desagradável, o mais indicado é que mantenha esses exames em dia e para isso basta ir à unidade de saúde mais próxima de sua casa”, destacou.

A ação tem por finalidade despertar o interesse da população serrana para a importância da prevenção e diagnóstico precoce do câncer, aumentando assim, a expectativa de cura.

quinta-feira, 22 de outubro de 2015

CIS/AMURES FAZ DIA DE SENSIBILIZAÇÃO E PREVENÇÃO DO CÂNCER DE MAMA


O Consórcio Intermunicipal de Saúde (CIS/AMURES) é apoiador da Campanha Outubro Rosa e durante todo o mês tem realizado ações sobre o assunto, junto aos pacientes dos 25 municípios, que diariamente são atendidas na referida instituição. Na manhã desta quinta-feira (22/10), o médico mastologista Dr. Fernando Vequi Martins falou para os presentes sobre a importância do tema. 




 Dr. Fernando comentou que a doença é mais comumente encontrada em mulheres de 40 a 60 anos e entre 40 e 49 anos o câncer de mama ainda é a maior causa de óbito. “Dentre todas as causas de óbito nas mulheres, incluindo acidentes de carro e outras, o câncer de mama corresponde a 15%”, afirmou. O diagnóstico precoce poderia reduzir expressivamente esse percentual, pois casos diagnosticados no início têm altas chance de serem curados.

O estado de Santa Catarina está entre os cinco estados com mais incidência de câncer de mama. Segundo Dr. Fernando, deve-se em parte, à maciça presença da etnia europeia entre a população, já que estudos mostram que mulheres de origem europeia são mais susceptíveis a esse tipo de câncer. No Brasil, a perspectiva é que surjam 57 mil novos casos.

O médico esclareceu ainda que fatores genéticos correspondem a somente 5% dos casos.

Alguma dicas:

Mulheres que não possuem nenhum fator de risco:

- Iniciar exames de mamografia aos 40 anos;

- Repetir anualmente até o fim da vida. 

Mulheres que possuem fator de risco:

- Iniciar exames de mamografia 10 anos antes do início do aparecimento do câncer na família, mas nunca antes dos 25 anos. Isso significa que se a mãe ou a irmã teve câncer de mama aos 40 anos, por exemplo, a idade para iniciar a mamografia é aos 30 anos. 

Na ocasião, a diretora executiva do CIS/AMURES, Nalú Julio destacou que o Sistema Único de Saúde (SUS) disponibiliza o exame de mamografia a todas as mulheres a partir dos 40 anos de idade. Nalú salientou ainda sobre a importância das mulheres fazerem este exame anualmente. “Pais, filhos, incentivem as mulheres das suas vidas”, disse. 



Ainda durante o dia alunas do curso de biomedicina e enfermagem da UNIPLAC ensinaram as mulheres a fazer o auto exame, demonstrando como identificar o nódulo, através de próteses imitando a mama com e sem câncer.

Dr. Fernando ainda salientou que Outubro Rosa são todos os meses. “A campanha serve para sensibilizar, não podemos lembrar do câncer de mama apenas este mês, mesmo porque a doença não escolhe quando aparecer.”

As atividades alusivas ao Outubro Rosa, seguem até o próximo dia 30.

segunda-feira, 12 de outubro de 2015

BIOSSENSOR É NOVIDADE PARA DETECTAR PRECOCEMENTE CÂNCER DE MAMA

O segundo tipo de câncer de mama mais comum no Brasil também chama a atenção pela alta taxa de mortalidade: 15,2% do total de óbitos por tumores em mulheres. Isso porque, segundo especialistas, geralmente é detectado em estágio avançado. Um grupo de pesquisadores da Itália e da Arábia Saudita trabalha para facilitar a descoberta precoce da doença por meio de nanotecnologia. Com o biossensor, garantem, podem-se detectar sinais da doença antes mesmo de ela se manifestar. Detalhes sobre a técnica foram divulgados na revista Science Advances.

Enzo Di Fabrizio, pesquisador da King Abdullah University of Science and Technology, na Arábia Saudita, e um dos autores do estudo, conta que a inspiração para o dispositivo vem de um avanço na física. “A ideia surgiu quando observei que, ao ser criado em uma escala pequena, nanométrica, o campo elétrico pode ser usado para a análise de misturas de moléculas complexas”, explicou ao Estado de Minas.

O biossensor tem formato quadrado e é composto por uma variedade de nanoesferas de prata. Para verificar se há no corpo da paciente substâncias ligadas ao câncer de mama, analisa-se o sangue dela. Uma amostra do fluido é colocada sobre o dispositivo, que é iluminado por um laser com comprimentos de onda muito pequenos, menores que um fóton (estrutura considerada uma das menores da física). Dessa forma, dá para fazer uma varredura minuciosa do sangue. “Quando iluminado por um laser de comprimento de onda adequado, o sensor gera um forte campo elétrico na região, e isso faz com que as moléculas possam ser vistas por meio de um efeito de dispersão”, detalha Fabrizio.

O processo de espectroscopia – análise de substâncias por meio de ondas de luz – permitiu aos cientistas identificar individualmente aminoácidos presentes no BRCA1, gene que, quando alterado, aumenta as chances de desenvolvimento de tumores na mama e no ovário. “Nossos resultados mostram que o material pode ser analisado de uma forma que a gente compreenda a sua composição e a sua estrutura. O sensor foi concebido, fabricado e usado em uma amostra humana e pode ser utilizado para a detecção precoce da doença”, destaca Fabrizio.

André Murad, oncologista e professor da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), explica que a tecnologia faz parte de uma corrente de pesquisa que tem como foco de diagnóstico a análise de proteínas, em vez da observação do DNA da paciente. “Diferentemente dos testes que usam a análise de gene, essa alternativa apresentada se chama análise proteômica e busca mutações que ocorrem em uma proteína, como os aminoácidos, substâncias pequenas que caracterizam a doença e podem ser analisadas apenas pela nanotecnologia”, explica.

Murad acrescenta que a busca por essas substâncias menores torna o processo mais simples. “Na análise genômica, há cerca de 33 mil genes para analisar, sequenciar e encontrar mutações. Quando se busca uma proteína, você procura uma substância específica. É um recurso mais objetivo”, diz.

Para Ruffo de Freitas Júnior, presidente da Sociedade Brasileira de Mastologia, o biossensor proposto usa uma estratégia inteligente e pode auxiliar futuramente até no combate ao câncer de mama. “Trata-se de uma técnica revolucionária. Primeiro, temos o trabalho de detecção com a ajuda do campo magnético, mas podemos pensar nela para o tratamento. Poderíamos usar os mesmos recursos para corrigir essa alteração do BRCA 1 e ajudar as mulheres a se livrarem da doença.”

ALTERNATIVA AO TESTE GENÉTICO

O biossensor também tem como vantagem a possibilidade de servir como uma opção mais viável financeiramente de prevenção ao câncer de mama. Isso porque os testes genéticos com esse intuito custam em torno de R$ 6 mil no Brasil. “Cerca de 15% dos casos da doença são hereditários. Se a mulher nasce com as mutações nos genes BRCA1 e BRCA 2, ela tem 80% de chance de ter a doença. Para descobrir esse risco, o indicado é fazer o teste genético, mas ele é muito caro, e nem todos têm como arcar”, diz Murad. Ele acredita que ter uma forma de análise mais simples e barata beneficiaria milhares de mulheres. “Seria uma opção para testes em massa que se encaixaria muito bem na rede pública, auxiliando na prevenção da doença.”

Para Ruffo Júnior, o dispositivo precisa de mais aperfeiçoamento para se tornar uma opção mais barata de prevenção. “Ao ser patenteado, esse recurso pode ficar muito caro. Vai ser uma opção para poucos, inicialmente. Acredito que ainda falta muito tempo para que ele barateie.” A aposta dos especialistas é que outors tipos de câncer possam ser detectados usando a mesma técnica. E é essa justamente a próxima fase do estudo na Arábia Saudita.

Fonte Diários Associados

sexta-feira, 9 de outubro de 2015

GINÁSTICA CONTRA O CÂNCER DE MAMA


Os especialistas já notavam há anos que a atividade física diminui as náuseas e crises de vômito provocadas pela quimioterapia. Mas faltavam provas científicas sobre outros possíveis benefícios dos exercícios, especialmente para mulheres lutando contra tumores nos seios.

Em busca dessas evidências, uma equipe do Hospital A.C.Camargo Cancer Center, em São Paulo, submeteu parte de suas pacientes a três sessões semanais de exercícios aeróbicos. Depois de um tempo, os pesquisadores observaram que elas passaram apresentar menores sinais de depressão e ansiedade, melhora no vigor físico para enfrentar os medicamentos e uma redução nos níveis de gordura corporal — algo que, hoje se sabe, ajuda a combater esse mal.

A instituição, uma das maiores referências em tratamento de câncer no Brasil, provou que, mais do que um mero coadjuvante, o exercício físico deve integrar o tratamento desse tipo de tumor. Por isso, venceu a Categoria Saúde da Mulher da edição de 2008 do Prêmio SAÚDE. Esse ano, a iniciativa, uma das mais relevantes do setor, chega à décima edição. 

Fonte M DE MULHER

quinta-feira, 8 de outubro de 2015

AOS 26, MULHER RETIRA OS SEIOS PARA EVITAR CÂNCER DE MAMA

Charley Wood foi diagnosticada com o gene cancerígeno BRCA1 aos 26 anos. Depois de ser informada pelo médico que tinha cerca de 85% de chance de ter câncer de mama , ela decidiu passar pela cirurgia de retirada dos seios para diminuir os riscos da doença. As informações são do Daily Mail .



Quando tinha 17 anos, Charley viu sua mãe morrer de câncer no ovário. O gene cancerígeno em seu corpo é hereditário, e logo que o descobriu pediu ao médico para pessar pela mastectomia.

"Meus seios eram como bombas relógio, eu queria eliminar o risco de desenvolver câncer de mama o máximo possível", afirmou em entrevista.

"Quando minha mãe morreu, eu não pensei que poderia haver uma ligação genética, mas minha avó e tia também morreram de câncer no ovário, então resolvi fazer os exames. Assim que o médico disse que o resultado tinha sido positivo para BRCA eu pedi para ser submetida à mastectomia. Eu não queria correr o risco de não estar viva para ver os filhos que eu posso ter no futuro crescerem", contou.

Logo após a retirada dos seios, Charley passou pela cirurgia de reconstrução das mamas e ficou com os movimentos limitados nos meses que se seguiram. "Após a operação eu tinha um dreno de cada lado do meu corpo. Meus seios estavam cobertos com fita médica - eu não os vi por 12 dias", falou sobre o pós operatório.

"Por um tempo é praticamente impossível fazer qualquer coisa", afirmou ao dizer que contou com ajuda das amigas para tomar banho e se vestir.

Para ajudar no processo de recuperação, Charley passou a fotografar o seu dia a dia e a escrever sobre sua decisão em um blog . "Decidi falar sobre minhas experiências para que outras mulheres que estão nessa situação vejam como é a realidade da operação. Foram alguns meses bem difíceis, mas eu não me arrependo".

Falando sobre a possibilidade de ter filhos no futuro, ela afirma que espera que a medicina avance pra que eles não herdem o gene cancerígeno.

"É aterrorizador quando você recebe a notícia que tem o gene BRCA1, mas isso não precisa ser o fim do mundo", completou Charley.

Fonte Terra.com

quarta-feira, 7 de outubro de 2015

CIENTISTAS DESCOBREM PISTA GENÉTICA SOBRE REINCIDÊNCIA DE CÂNCER DE MAMA


Segundo pesquisa, cânceres que reaparecem têm maior probabilidade de conter certos genes ou combinação de genes

Cientistas dizem ter descoberto uma nova pista genética sobre a reincidência de alguns cânceres de mama, o que pode levar a maior eficiência do tratamento.

Uma equipe de cientistas do Instituto Wellcome Trust Sanger de Cambridge, na Inglaterra, descobriu que os cânceres que reaparecem têm maior probabilidade de conter certos genes ou combinação de genes.

Segundo eles, a chave para o sucesso do tratamento está em atacar esses genes o mais cedo possível.

As conclusões do estudo estão sendo apresentadas no Congresso de Câncer Europeu em Viena, na Áustria.

Uma em cada cinco pessoas com câncer de mama voltam a ter a doença ─ ou no mesmo local do tumor original ou em outra parte do corpo.

No Brasil, o câncer de mama é o que mais mata mulheres. São cerca de 50 mil novos casos por ano e 10 mil mortes.

Lucy Yates, oncologista do Instituto Sanger de Cambridge, e sua equipe analisaram dados de tumores de 1 mil pacientes com câncer incluindo 161 pessoas cuja doença voltou ou se espalhou (metástase).

Quando compararam os tumores primários e secundários, eles constataram que diferenças genéticas e outras mutações presentes em cânceres secundários são relativamente pouco comuns em tumores diagnosticados pela primeira vez.

Yates diz que as conclusões sugerem que o complemento de genes de câncer em alguns cânceres primários podem torná-los mais propensos a reaparecer no futuro, enquanto genes de câncer adicionais adquiridos após o diagnóstico podem provocar a reincidência da doença.

Segundo ela, os médicos podem usar esse conhecimento para identificar pacientes com alto risco de reincidência de câncer e escolher o melhor tratamento para atacar mutações genéticas específicas.

Isso significa, segundo Yates, colher amostras do tecido do câncer para acompanhar como a doença está evoluindo e se modificando.

"Mais pesquisas são necessárias para validar essas descobertas em conjunto de dados muito maiores, mas acreditamos que no futuro será possível no momento do diagnóstico olhar para os genes do câncer de um indivíduo e determinar se a doença tem probabilidade de reaparecer no futuro e, nesse caso, escolher um tratamento personalizado para previni-la".

Segundo Peter Naredi, co-presidente do congresso, os resultados da pesquisa foram "muito importantes na era da medicina de precisão".

"Esse estudo destaca que devemos considerar a reincidência do cancer como um novo evento e cuidadosamente escolher o melhor tratamento para um tumor recorrente em vez de apenas se fiar na informação da primeira ocorrência".

Jorge Reis-Filho, do Memorial Sloan Kettering Cancer Centre em Nova York, nos Estados Unidos, afirmou que o estudo demonstra "a importância de analisar características genéticas de metástases quando se escolhe o tratamento".

Fonte BEM ESTAR

terça-feira, 6 de outubro de 2015

ONCOLOGISTA LISTA MITOS E VERDADES SOBRE O CÂNCER DE MAMA, CONFIRA!



O câncer de mama é o segundo tipo mais comum entre mulheres no Brasil e o primeiro no Mundo. Apesar disso, pesquisa Datafolha mostrou que 15% das brasileiras com idade entre 40 e 69 anos nunca fizeram a mamografia, principal exame para detectar o tumor.

“Se o câncer de mama for diagnosticado em estágio precoce as chances de cura são enormes, próximo a 98% em alguns casos”, ressalta o coordenador do Centro de Oncologia do Hospital Santa Catarina, doutor Antonio Cavaleiro de Macedo.

O especialista listou seis questões-chave sobre a doença:

Apenas as mulheres podem ter câncer de mama?
MITO. Embora o público feminino seja o mais atingido pelas ações de prevenção, 1% dos casos diagnosticados ocorre em homens.

O autoexame substitui a mamografia?
MITO. É importância que as mulheres realizem o autoexame, que pode indicar alterações na mama e, em alguns casos, alertar a paciente a procurar atendimento imediato. No entanto, o autoexame não substitui a mamografia, tampouco a consulta regular ao médico.

Excesso de peso ou gordura pode potencializar os riscos da doença? 
VERDADE. Pesquisa realizada pelo Hospital de Base de Brasília revela que mulheres com excesso de gordura e que estão acima de 10 quilos do peso ideal possuem 40% a mais de chances de desenvolver câncer de mama se comparadas às mulheres com alimentação saudável e peso proporcional. Isso acontece porque o tecido gorduroso aumenta os níveis de estrogênio.

Caso o tumor seja detectado, a mama é retirada por completa?
MITO. Com os avanços da Medicina, alguns casos não requerem a retirada da mama por completo – ficando a cirurgia restrita às áreas afetadas. Hoje, há procedimentos cirúrgicos em que se retira somente o necessário, conservando e preservando o seio da paciente ao máximo. Em casos de tumores grandes, a opção mais utilizada ainda é a mastectomia (remoção total da mama) – por isso a importância de diagnosticar o quanto antes a doença.

Consumo excessivo de álcool pode influenciar no desenvolvimento do tumor?
VERDADE. Consumir bebidas alcoólicas em excesso pode potencializar, sim, o desenvolvimento do câncer de mama, já que aumenta a circulação dos hormônios femininos e altera a função hepática.

Menstruar cedo ou ser mãe após os 30 anos aumenta a probabilidade de desenvolver a doença?
VERDADE. Mulheres que menstruam mais vezes no decorrer da vida ficam mais expostas aos hormônios estrogênio e progesterona, o que pode ser prejudicial à saúde e aumentar a probabilidade de desenvolver o câncer de mama. Com isso, o estrogênio estimula as células da glândula mamária a se reproduzirem.

Outubro Rosa

Para conscientizar a população sobre a doença, vários monumentos espalhados pelo mundo, inclusive em Belo Horizonte, ganham iluminação rosa no mês de outubro.

O Movimento Outubro Rosa foi criado nos Estados Unidos na década de 90 do século passado e se espalhou pelo mundo. A iniciativa chegou ao Brasil em 2002, com a iluminação em tom rosa do Mausoléu do Soldado Constitucionalista, em São Paulo.

Segundo o Ministério da Saúde, anualmente surgem cerca de 50 mil casos de câncer de mama no país.

Fonte: http://www.hojeemdia.com.br/horizontes/a-saude/oncologista-lista-mitos-e-verdades-sobre-o-cancer-de-mama-confira-1.350603

segunda-feira, 5 de outubro de 2015

PESQUISA MOSTRA CONEXÃO ENTRE MENOPAUSA E CÂNCER DE MAMA

Um grupo de pesquisadores das Universidades de Cambridge e Exeter estabeleceu uma conexão entre a idade com que uma mulher entra na menopausa e o câncer de mama, mostrou um estudo divulgado nesta segunda-feira pela revista "Nature Genetics".

A pesquisa indicou que as mulheres que têm menopausa antes dos 40 anos são menos propensas a desenvolver este tipo de câncer; no entanto, têm mais probabilidades de sofrer de outras doenças, como a osteoporose e o diabetes tipo dois.

Além disso, os pesquisadores descobriram que, por cada ano que a menopausa demora a aparecer, o risco de câncer de mama sobre 6%.

A co-autora do estudo Deborah Thompson, do departamento de Saúde Pública e Atenção Primária da Universidade de Cambridge, indicou que isto é porque quem teve menopausa mais cedo "estiveram menos expostas ao estrogênio durante sua vida".

Além disso, a investigação concluiu que a idade natural da menopausa, que marca o final da vida reprodutiva da mulher, é geneticamente determinada.

Os autores realizaram um estudo de associação do genoma completo de 70 mil mulheres de ascendência europeia e identificaram no total 56 variantes genéticas associadas com a idade natural desta etapa reprodutiva.

Por sua vez, Anna Murray, geneticista da Universidade de Exeter, explicou que a pesquisa ajudou a compreender como acontece o envelhecimento reprodutivo feminino e que isto poderia dirigir "ao desenvolvimento de novos tratamentos para evitar a menopausa precoce".

"Muitas mulheres hoje em dia optam por ter filhos em uma idade mais avançada, mas podem ter dificuldades para conceber de forma natural porque a fertilidade começa a diminuir, pelo menos, dez anos antes da menopausa", acrescentou.

A descoberta sugere que as células reprodutivas dos ovários que reparam o DNA de maneira mais eficiente sobrevivem mais tempo, e isto se traduz em um atraso da menopausa.

Fonte EXAME.COM

quinta-feira, 1 de outubro de 2015

CIS/AMURES LANÇA CAMPANHA OUTUBRO ROSA


O Consórcio Intermunicipal de Saúde (CIS/AMURES) lançou na manhã desta quinta-feira (01/10) a campanha Outubro Rosa. Com participação dos colaboradores, pacientes e do mastologista Dr. Fernando Vequi. Durante todo o mês os profissionais vão fazer trabalhos de sensibilização, com panfletagem e mini-palestras. Mensalmente cerca de 800 pacientes de 25 municípios passam por ali.

Em sua fala o Dr. Fernando Vequi ressaltou a importância da prevenção e do diagnostico precoce. “O câncer mais frequente nas mulheres, é o de mama, no entanto é também o que apresenta maior índice de cura, se detectado precocemente. Para isso é realizar o auto exame e a mamografia é essencial. Em Lages e Região as Secretarias Municipais de Saúde disponibilizam nas unidades básicas os exames preventivos sem custo para a população feminina em especial para as mulheres a partir dos 40 anos, ressaltou. 




No Brasil, no ano passado foram descobertos mais de 57 mil novos casos de câncer de mama. Em Santa Catarina, em torno de 1,6 mil mulheres foram diagnosticadas com a doença. A Diretora Executiva do CIS/AMURES, Nalú Júlio enfatizou que o Consórcio Intermunicipal de Saúde oferece aos 25 (vinte e cinco) municípios consorciados consultas e exames com o mastologista. Serviço este custeado pelas Prefeituras dos respectivos municípios. Durante o mês de Outubro os usuários que passarem pelo Consórcio Intermunicipal de Saúde receberão informações a respeito do assunto. A equipe do Consórcio fala sempre que, as mulheres tem o dever de ficar atentas e os homens de cuidar das mulheres de suas vidas (mães, esposas, filhas, irmãs, etc).




O CIS/AMURES está “vestido” de Rosa e também arrecadando lenços, chapéus e outros adereços, que serão doados para mulheres com a doença.