segunda-feira, 1 de abril de 2013

DINÂMICA SAÚDE MENTAL E TRABALHO

Data: 01/04/2013
Número de participantes: 10


Neste dia foi discutido a relação da saúde mental no cotidiano do trabalho, que cada vez mais afetam os trabalhadores em todas as áreas de trabalho, por isso as empresas  estão cada dia mais investindo mais na prevenção e não mais somente no tratamento após ser diagnosticado o problema. Por isso as empresas devem fazer orientações e disponibilizar recursos que o trabalhador possa ter um melhor desenvolvimento no trabalho sem riscos a sua saúde.

A INTER-RELAÇÃO TRABALHO-SAÚDE MENTAL

Os estudos referentes à qualidade de vida no trabalho cada vez mais vêm enfatizando a importância das inter-relações trabalho-saúde mental. A temática vem despertando interesse tanto entre os administradores da área de saúde quanto entre aqueles que planejam e gerenciam o trabalho no setor industrial e em diferentes tipos do setor terciário.

Os fatores subjetivos e psicossociais vêm sendo identificados na análise de acidentes de trabalho, do absenteísmo e na busca de explicações para disfunções diversas, bloqueios de comunicação, perdas de qualidade do produto e incidentes que prejudicam o processo produtivo.

Nas estatísticas brasileiras de auxílio-doença, o peso da morbidez psiquiátrica é aspecto relevante e notório. O desgaste mental, incidindo em empregados experientes e responsáveis, ocasiona incalculáveis perdas, tanto em termos humanos quanto financeiros, simultaneamente expressos a nível da saúde e da produção.

Para os planejadores que atuam na programação da prestação de serviços de saúde, fica atualmente evidente a necessidade de estabelecer vias de integração entre as atividades de Saúde Mental e as de Saúde do Trabalho. Isso significa, entre outros aspectos, introdução de novos conteúdos nos programas de treinamento destinados ao pessoal de Saúde.

Por outro lado, tanto os profissionais de Saúde que atuam junto às empresas quanto os que desenvolvem atividades em órgãos da Previdência Social encontram frequentemente situações cujo esclarecimento epidemiológico ou clínico, no que diz respeito a transtornos mentais, exige conhecimentos de Psicopatologia do Trabalho.

Do mesmo modo, na administração de empresas e na administração pública, a identificação de aspectos ambientais e organizacionais implicados na gênese ou desencadeamento de "doenças", tanto humanas quanto da produção, poderá ser mais acurada a partir de um novo enfoque.

O contexto social e o "território" próprios da empresa no qual decorre o cotidiano do trabalho e das relações interpessoais encontram-se em constante inter-relação. Assim, os reflexos das conjunturas se fazem sentir no interior das empresas, da mesma forma que o mundo do trabalho irá repercutir externamente.

segunda-feira, 25 de março de 2013

DINÂMICA EQUIPE MULTIPROFISSIONAL

Data: 25/03/2013
Número de participantes: 10
Neste dia foi discutido junto ao funcionários do CIS/Amures sobre a importância da equipe multiprofissional e interdisciplinar, como um trabalho de equipe pode ajudar na prevenção e no cuidado junto a uma melhor qualidade de atendimento aos pacientes.

A implantação de uma Equipe Multiprofissional

O Brasil experimenta hoje a implementação de um modelo diferenciado para prover atenção básica à saúde, orientado por uma ação multidisciplinar na direção de uma intervenção voltada para a promoção da saúde da população e consubstanciada no Programa Saúde da Família.  O crescimento exponencial do conhecimento criou novas necessidades no mundo do trabalho. Na Antiguidade, sábios eram, ao mesmo tempo, filósofos, matemáticos, astrônomos, engenheiros, artistas, escritores etc. Na área da saúde, até a primeira metade do século passado, cerca de quatro profissionais formalmente habilitados dominavam todo o conhecimento e exerciam todas as ações do setor. Nos tempos atuais, é totalmente impossível que apenas alguns profissionais exerçam, com toda eficiência necessária, o conjunto amplo e complexo das ações de saúde. Temos, atualmente, 14 profissões de nível superior, reconhecidas pelo Conselho Nacional de Saúde como da área de saúde: Biomedicina, Biologia, Educação Física, Enfermagem, Farmácia, Fisioterapia, Fonoaudiologia, Medicina, Medicina Veterinária, Nutrição, Odontologia, Psicologia, Serviço Social e Terapia Ocupacional. Temos, ainda, inúmeras profissões formais de nível médio que participam ativamente da atenção à saúde. As necessidades demandadas de saúde e o crescente desenvolvimento científico e tecnológico produziram estratégias e mecanismos para efetivar o trabalho em equipe, com qualidade e eficiência. É compreensível, dentro das características contraditórias do ser humano, que o aumento de profissões e essa tentativa de criar o trabalho em equipe tenha criado polêmica, competição e disputa por espaço e poder. A história da humanidade revela, entretanto, que existe sempre a possibilidade de se encontrar caminhos criativos e construtivos para equacionar problemas complexos, como o trabalho em equipe, que exige uma especificidade de cada profissional e áreas comuns sustentadas em práticas e saberes do domínio de todos. A equipe multiprofissional é, hoje, uma realidade insofismável e necessária em todos os espaços onde se praticam ações que visam melhorar a qualidade de saúde e de vida das populações. A questão é como fazê-la funcionar de modo homogêneo, democrático, agregador e cooperativo. Para o trabalho da equipe, três fatores devem ser abordados: capacitação profissional, a interface do trabalho dos profissionais e a autonomia dos profissionais.A autonomia dos profissionais parece-me ser o ponto crucial da polêmica do trabalho em equipe. Cada um dos 14 profissionais de Saúde deve ter absoluta autonomia de trabalho naquilo que é claramente de sua área de competência, não podendo um ser tutorado ou comandado pelo outro. Com o trabalho de equipe, o conjunto dos profissionais deve estabelecer o fluxo e a inter-relação das ações. Ainda é uma prática inadequada nos planos de saúde e no próprio Sistema Único de Saúde a obrigatoriedade do encaminhamento de usuários de um profissional para outro. Se é legítimo que um profissional, necessitando da atuação do outro, encaminhe usuários.

(FONTE: CONFET)

quinta-feira, 21 de março de 2013

DINÂMICA EMPRESA DOMINOZ S.A

Data: 21/03/2013

Dinâmica: A empresa Dominoz S.A
Número de participantes: 12

Objetivos:
Trabalho em equipe, Liderança, Planejamento, Organização, Pró-atividade, Trabalho em equipe, Liderança, Planejamento, Organização, Pró-atividade
Materiais
- Lápis de cor;
- tesoura;
- cola;
- régua;
- lápis;

Procedimento:
Agora é explicado ao grupo que eles são funcionários da empresa.  Empresa DOMINOX S.A., trata-se de uma empresa especializada na fabricação e exportação de “jogos de dominó”.A empresa nos últimos dez anos dominou o seu mercado mas, nos
últimos seis meses, estão surgindo concorrentes. Vocês necessitam de uma “saída” para a conquista de novos clientes.
Sua tarefa consiste em:
a) Elaborar um “Plano de Trabalho”.
b) Construir um protótipo de um jogo de dominó, que será apresentado a um grupo de compradores de grande potencial.
c) Os itens “a” e “b” deverão ser apresentados, no final, juntamente com o jogo pronto.
O grupo deverá construir um jogo de dominó, utilizando o material que lhe
é colocado à disposição. Antes porém, deverá:
a. Eleger um líder.
b. Compor o organograma da empresa, levando em conta os funcionários disponíveis (o próprio grupo).
Elaborar um plano de trabalho.
 O líder do grupo será o responsável direto pela execução ou não do
projeto, para o quê, deverá ou poderá usar de sua autoridade.

 Pontos de discussão:
- Como foi realizar a atividade?
- Como o líder conduziu o grupo durante o trabalho?
- Quais as dificuldades encontradas?
- O que auxiliou o trabalho dos grupos?
- De que forma aconteceu a comunicação dentro dos grupos?
- De que forma vocês relacionam esta atividade com o que acontece no ambiente de trabalho?
Sendo  analisado  como está sendo o trabalho em equipe, se surgem lideranças, como foi feito planejamento, se conseguem trabalhar com a competitividade, se conseguem tomar decisões, e que o grupo usou a criatividade e o raciocínio rápido pra resoluções de situações emergenciais.

quarta-feira, 20 de março de 2013

ORIENTAÇÃO DIÁRIA SOBRE A SAÚDE NA TERCEIRA IDADE


O CIS/AMURES vem realizando diariamente, desde fevereiro, mini palestras de orientações para os pacientes que frequentam o local, sobre a saúde na terceira idade. A equipe multiprofissional (enfermeiros, terapeuta ocupacional e psicóloga) tem discutido sobre os cuidados, a importância e os benefícios da atividade física, sobre as vacinas disponibilizadas, entre outros assuntos.

SAÚDE NA TERCEIRA IDADE

- Por que envelhecemos?

Envelhecer e um processo natural do ser humano, sendo uma continuação do crescimento, embora seu desenvolvimento inclua fenômenos de diferenciação, sendo assim o processo conduzira a uma maior dificuldade de adaptação pois haverá uma deterioração de função, tornando o individuo menos capaz. O fenômeno de envelhecimento e intrínseco comum a todos os indivíduos.

- Quais os cuidados mais importantes para um envelhecimento saudável?

·         Visitas regulares ao medico pra revenir possíveis doenças que possam prejudicar sua qualidade de vida.

·         Praticar regularmente exercícios físicos de acordo com suas limitações e condicionamento físico.

·         Se alimentar de maneira adequada.

·         E umas das mais importantes aspectos da vida humana a saúde e bem estar;  físico, social, mental e espiritual.

- Quais as mudanças mais comuns que ocorre no idoso e suas dificuldades?

·         Atenção

·         Adaptação

·         Memoria

·         Percepção

·         E também aparecimento de doenças que podem agravar esses problemas.

Na maioria dos casos esses aspectos são diminuídos, é difícil saber o grau de influência e como e quanto afeta no envelhecimento.  O que realmente e certo e que quanto maior for a qualidade de vida do idoso, menos serão prejudicados.

- Qual a importância do exercício físico na terceira idade?

O corpo necessita de movimento e a atividade física pode trazer vários benefícios tais como: as articulações ganham capacidade de movimento, os músculos e os ligamentos são reforçados, capacidade de oxigenação é aumentada, sangue circula mais facilmente, aumenta a resistência física e aumento da resistência física.

-  Como deve ser a alimentação normal para as pessoas idosas?

                Para manter uma boa alimentação, os idosos devem consumir produtos orgânicos, baixa caloria e baixo colesterol. E importante alimentar-se seis vezes ao dia e incluir alimentos de todos os tipos (lipídios ou gorduras, proteínas, carboidratos, fibras, vitaminas e sais minerais.).

- Qual a importância da água para o idoso?

                Para a manutenção das suas funções normais do organismo, onde deve-se tomar pelo menos oito copos pro dia. Para assim evitar a desidratação, ajuda no funcionamento dos órgãos e também a digerir os alimentos e eliminar substâncias tóxicas.

- Quais as doenças que mais acometem o idoso?

                Dificuldade de movimento, falta de circulação, doenças cardíacas, doenças reumatológicas, atrofia muscular, artrite, artrose, doenças neurológicas e etc...

-  O idoso deve receber vacinas?

                Sim, as quais estiverem disponíveis.

- Como prevenir quedas e acidentes?

                Evitando lugares com difícil acesso, tapetes em geral, pisos escorregadios, instalar barras de apoio em banheiros e corredores. Objetos de uso pessoal devem ser colocados em loca de fácil acesso para se evitar que o mesmo tenha que subir em banquinhos para alcançar. 

segunda-feira, 18 de março de 2013

DINÂMICA POLÍTICA DA HUMANIZAÇÃO

DATA: 18/03/2013
TEMA: HUMANIZAÇÃO
NÚMERO DE PARTICIPANTES: 10

Neste dia foi realizada uma discussão entre os funcionários do CIS/ Amures sobre a humanização em saúde. Com o objetivo de que os funcionários possam ter conhecimento que existem projetos sobre o tema em questão e possam discutir e questionar se há humanização dentro do Sistema único de Saúde (SUS). Sendo trabalhado a partir do texto abaixo:

POLÍTICA NACIONAL DE HUMANIZAÇÃO: DESAFIOS DE SE CONSTRUIR
UMA “POLÍTICA DISPOSITIVO”

Muitos têm sido os sentidos atribuídos ao conceito de humanização na saúde. Trata-se de conceito polissêmico, marcado por utilizações imprecisas. Tal imprecisão se expressa nas propostas e práticas em saúde nomeadas de humanizadoras ou humanizantes. Ou seja, diferentes enunciações implicam modos diferentes de operar no campo da saúde.

No ano de 2003 quando a Política Nacional de Humanização (PNH) foi criada na Secretaria Executiva do Ministério da Saúde, já existiam ações e programas com foco na humanização, como por exemplo: o Programa de Atenção ao Parto e Pré-Natal e o Programa Nacional de Humanização da Assistência Hospitalar (PNHAH). Entretanto estes programas, de modo geral, não mantinham articulação entre si e tinham um caráter fragmentado.

A PNH ou Humaniza SUS surge, então, como uma política que engloba as iniciativas já existentes, de forma a aproximá-las e potencializá-las, partindo de algumas experiências do SUS visando ampliar a discussão sobre o conceito de humanização, tendo como princípio a in-dissociabilidade entre a atenção e gestão.

De que humanização estamos falando?

Muitos designam humanização como tratar o usuário com dignidade e carinho, amor, capacidade de colocar-se no lugar do outro, tolerância, respeito às diferenças. Algumas práticas ditas humanizantes, decorrentes dessa concepção, estão associadas a uma humanização piedosa, ligada a movimentos religiosos e filantrópicos, operando com um conceito de humano como homem bom e caridoso. Criar uma política com esse nome é no mínimo curioso e alvo constante de indagações sobre o porquê do nome humanização, já que este vinha carregado de tantos sentidos. A proposta-aposta da PNH é fazer gaguejar tal conceito de forma distanciar-se do “conceito sintoma” (Benevides e Passos, 2005) que vem carregado de sentidos de um homem ideal. Ao contrário a direção que a referida política busca imprimir se aproxima de um “conceito experiência” (Benevides e Passos, 2005), ou seja, de uma humanização que vai se efetivar, no concreto das experiências do dia a dia dos serviços, em novas experiências do humano, que não é aquele Humano idealizado.

Tal ‘conceito experiência’ se sustenta a partir da compreensão de que é necessário enfrentar as graves lacunas quanto ao acesso universal e equânime aos serviços e bens de saúde e à atenção integral. Emerge, ainda, como estratégia para modificar o quadro de desqualificação dos trabalhadores, de precarização das relações de trabalho visandoromper com a fragmentação e a desarticulação das ações e programas nomeados como de humanização. O humaniza SUS visa, então, ampliar o diálogo entre os sujeitos implicados no processo de produção da saúde, promovendo gestão participativa, estimulando práticas resolutivas, reforçando o conceito de clínica ampliada. A PNH usca, fundamentalmente, fomentar autonomia e protagonismo de trabalhadores, usuários e gestores, aumentar o grau de co-responsabilidade na produção de saúde e sujeitos,estabelecer vínculos solidários e participação coletiva na gestão. Enfim, mudança nos modelos de atenção e de gestão dos processos de trabalho em saúde e compromisso com a melhoria do trabalho e atendimento.

quinta-feira, 14 de março de 2013

DINÂMICA TEMAS PRODUTIVOS

Data:  14/03/2013


Temas Produtivos

Número de participantes: 10

• Foi distribuído aos participantes uma lista de temas e cada um deveria escolher um e apresenta-lo de forma criativa sua opinião sobre o assunto em apenas dois minutos.
• Sendo que cada dupla escolheu seu tema: sexo, aborto, tristeza e internet...
• Todos devem participar da apresentação.
• Foi dado as duplas um tempo de 15 minutos para elaborar a apresentação.

Após cada um apresentou seus temas de forma criativa, avaliaram os resultados, suas expectativas,  a forma da escolha do tema e como elaboraram.

sexta-feira, 1 de março de 2013

DINÂMICA: ABRA OS OLHOS

Data: 01/03/2013

Número de Participantes: 12

Objetivos:  Relacionamento interpessoal, Senso crítico, Trabalho em equipe, Visão Sistêmica, Auto- desenvolvimento. Desenvolver novas posturas no grupo.

Materiais
- Dois panos para fechar os olhos;
- balões.

Procedimento
 Dois voluntários devem ter os rostos cobertos. O balão deverá ficar com os participantes que não estão no centro do círculo, de modo a ser passado de mão em mão. 

Depois dois participantes devem se colocar no centro do círculo e iniciar uma disputa para ver quem consegue pegar o balão e estourá-lo. Um certo tempo depois, suficiente para que os resultados das duas situações sejam bem observados, o coordenador retira   a venda do outro voluntário e encerra a experiência, abrindo um debate sobre o que se presenciou no contexto da sociedade atual.

Perguntas:
- Como se sentiram durante a realização da atividade? Por quê?
- Qual foi a postura do grupo?
- Para quem torceram?
- O que isso tem a ver com nossa realidade?
- Quais as cegueiras que enfrentamos hoje?
- O que significa ter os olhos vendados?
- Como podemos contribuir para tirar as vendas dos olhos daqueles que não enxergam?


Conclusão: Os participantes exclamaram suas experiências de ter os olhos vendados, e a dificuldade em orientar os colegas quanto à direção dos balões.  Houve participação das de todos ás equipes e uma boa interação.