terça-feira, 22 de novembro de 2011

DINÂMICA SOBRE PREVENÇÃO PRIMÁRIA

A prevenção deve fazer parte do nosso dia-a-dia

Nos dias de hoje, a mídia fala muito em prevenção, mas são pouco explorados os conceitos e os diversos tipos de serviços existentes, assim como os resultados práticos deste trabalho.

Estar saudável é manter-se ausente de qualquer doença, e também estar em equilíbrio com o meio no qual se vive socialmente e psicologicamente.
O conceito de prevenção primária é evitar que indivíduos saudáveis se tornem doentes, promovendo educação e condições que melhorem a qualidade de saúde na vida das pessoas.

Um bom exemplo de prevenção primária que podemos citar são as campanhas de vacinação realizadas pelo Ministério da Saúde, com objetivo de evitar o surgimento de doenças infecto-contagiosas que possam desenvolver uma epidemia na população em geral.

A promoção de saúde deveria ser uma ação de cada indivíduo no seu dia-a-
dia, e não somente uma ação do governo para a população, das empresas para seus funcionários, e das operadoras de saúde para os seus beneficiários. Deveria, sim, ser uma iniciativa individual, irradiando esta melhoria para as demais pessoas de seu convívio.

Tudo começa com seus hábitos de vida, as atividades físicas, os bons relacionamentos, as realizações no âmbito social, religioso, profissional etc. Passa também por uma boa alimentação balanceada e variada de nutrientes, completando-se com a realização de tarefas agradáveis e contatos com pessoas do seu convívio diário.

Educar o indivíduo a praticar estas atividades é promover prevenção primária. Mostrar para as pessoas os riscos a que estão expostas fazendo
ou não determinadas atividades contribui também para uma melhor
qualidade de saúde.

A partir do momento em que a pessoa suspeita que esteja doente ou busca algum tipo de check-up para ter esta certeza, já estamos falando
de uma prevenção secundária, ou seja, fazer um diagnóstico
precocemente com objetivo de evitar que a doença se instale, progrida ou
mesmo se torne crônica.

O ser humano tem a necessidade de saber se está saudável e se está
agindo adequadamente com seu corpo, a mente e os relacionamentos,
sejam eles profissionais ou pessoais. Muitos procuram serviços médicos,
achando-se estar doentes fisicamente quando, no entanto, a doença que
os aflige são as psicológicas ou até mesmo socialmente.
De qualquer forma, a procura de uma doença em seu início também é
uma questão de saúde e deve ser praticada com orientação de
profissionais. A partir do momento que o indivíduo adoece, adquire uma
doença que merece tratamento prolongado e até mesmo indeterminado,
nos deparamos com as doenças crônicas. Elas devem ser acompanhadas e
tratadas a fim de não apresentar uma piora do quadro e desenvolver
complicações advindas disto.
Este acompanhamento do paciente crônico, que deve fazer tratamento
continuado de sua doença, seja ele medicamentoso, dietético ou até
mesmo com atividades físicas, chamamos de prevenção terciária.
A prevenção terciária é uma real alternativa para a sobrevivência dos
planos de saúde nos dias de hoje. Ela proporciona certa estabilidade no
quadro clínico dos seus beneficiários, fazendo com que não utilizem os
recursos de saúde disponíveis de forma inadequada, gerando custos
desnecessários e piora clínica dos pacientes.

A prevenção é uma ciência antiga, muito útil atualmente.

As políticas de prevenção têm objetivos muito bem definidos e devem ser
praticados para públicos selecionados e medidos seus resultados a curto,
médio e longo prazo. Somente assim estas políticas ganharão muito mais
credibilidade no público em geral e para quem as custeiam.
O objetivo principal da prevenção primária é educar e evitar que o
indivíduo fique doente a longo prazo. Seus resultados podem ser medidos
através de estudos prospectivos de longo prazo, que mostram os
impactos das políticas educativas no surgimento de doenças e na melhoria da qualidade de saúde. Financeiramente é difícil
medir seu retorno, exceto projetar custos futuros que não existirão.
No caso da prevenção secundária, o objetivo é evitar que indivíduos
doentes descubram o quanto antes sua condição clínica e possam, assim,
tratar o mais precocemente a doença e evitar suas complicações. Muitas
pessoas hoje descobrem que estão doentes num primeiro episódio da
doença, em algum pronto-socorro e quando isto ocorre, na maioria das
vezes, já está tarde para manter a doença tão bem controlada.
Seus resultados podem ser medidos através do próprio resultado dos
diagnósticos. Qual a percentagem de diabéticos, hipertensos e cardiopatas
que foram encontrados e que não tinham nenhuma noção de sua doença?
O quanto podemos evitar de complicações e de custos com esta ação, se
tratarmos adequadamente estes indivíduos? Os resultados podem ser
medidos através de estudos prospectivos com grupos controles através do
método de Coorte e, com isto, mostrar um bom custo-benefício de se
investir nesta população.
Quando tratamos de indivíduos doentes já diagnosticados como crônicos,
podemos reduzir muito suas co-morbidades e seus custos inerentes numa
proporção de 30 a 40%, dependendo do grau de adesão do indivíduo a
seus tratamentos, sem falar das vantagens clínicas e de melhoria de
qualidade de saúde e de vida destas pessoas.
A resposta destas ações de prevenção terciária podem ser medidas
também com estudos comparativos de gastos anteriores ao início da
prevenção, com períodos semelhantes apos a aplicação da mesma. O
ideal é também realizar estudos prospectivos comparando os custos de
indivíduos que aderiram a políticas preventivas aos que não aderiram em
períodos semelhantes, e com condições de doenças semelhantes
estatisticamente.
Podemos assim concluir que existe uma consciência global de que
devemos prevenir, mas o fundamental é saber como executar esta
prevenção, atingindo objetivos e criando indicadores que meçam os
resultados obtidos com tais políticas.
Prevenção é uma ciência antiga, que vem tomando uma nova roupagem e
adquirindo métodos diferenciados, tornando-se uma prática moderna e
indispensável para o sistema de saúde mundial.

DINÂMICA: JUCIANE E NEIVA.

segunda-feira, 21 de novembro de 2011

DINÂMICA RÓTULOS PEJORATIVOS NO ATENDIMENTO


Dinâmica: Rótulos Pejorativos no Atendimento


Dr. Octávio Escolástico

Comentário: 
A sua opinião é de que estas pessoas são loucas, doidas, taradas, esquizofrénicas, débeis mentais?
Entendo que se responder de acordo com o modelo psiquiátrico, você dirá que sim: "todas essas pessoas sofrem de alienação mental, são perigosas e incapazes de se comportarem de maneira normal na sociedade".Agora, pense bem: quem as colocou neste estado de despersonalização?
Repare nos rostos dessas pessoas, observe o comportamento e a incoerência intelectual. Caso não soubesse que estavam internadas num hospital psiquiátrico, você diria, muito naturalmente, que todas essas pessoas eram alcoólatras; dado o elevado grau de despersonalização. Na realidade, não existem diferenças de comportamento entre os indivíduos viciados no álcool e os dependentes da medicação psiquiátrica.Existe, por vezes, a errónea tendência para classificar o doente mental como deficiente mental, mas são condições de doença distintas. O doente mental sofre de perturbação cognitiva da memória, ao passo que o portador de deficiência mental apresenta uma imperfeição congénita do cérebro, com atrofiamento da memória.
Então, sejamos coerentes face à razão, o doente mental não é louco, doido, tarado, esquizofrénico ou débil mental, tudo isto são rótulos pejorativos e inadequados. O que estimula o estado de despersonalização dos doentes é a sobrecarga medicamentosa e os electrochoques.
Na prática clínica surgem-me doentes em adiantado estado de despersonalização, nalguns casos, a tomarem mais de duas dezenas de comprimidos por dia e já submetidos aos electrochoques. Da parte dos psiquiatras, haviam recebido o veredicto de que a doença era crónica e que teriam de aprender a viver com esse terrível estigma para o resto da vida. No entanto, hoje encontram-se literalmente curados e livres da medicação psiquiátrica. Será milagre? Não. Os milagres não existem. O que eu tratei foram as causas traumáticas oriundas da infância e que afectavam a personalidade e o comportamento.
Então, sendo assim comprova-se que ninguém está imune às práticas da Psiquiatria, independentemente da condição social, cultural, académica e financeira.
Alguns Exemplos:

  • O Nerd;
  • O Alcoólatra;
  • A questão do Bullyng nos colégios;
  • A criança Imperativa, que sofre de deficit de atenção;
  • O homossexual.
  • O atendimento ao Paciente, ser chamado pelo nome, e não por um Nº de Prontuário, nos Hospitais pelo o Nº do Leito.

Eu sou burro(a), nada do que eu faço dá certo!Quantas vezes você diz isso por dia? Quantas vezes você afirma e reafirma falsas idéias a seu respeito?
O que você está tentando fazer: algo que conhece e lhe dá prazer ou tenta realizar o que está na moda ou que agrada a maioria?


A que apelo está atendendo: ao seu próprio ou do grupo ao qual pertence?
Muitas são as oportunidades e realizações, da mesma forma que diversas são as potencialidades humanas.


O que acontece, geralmente, é que um indivíduo com grande potencial para uma determinada área desvia sua atenção para outros campos mais lucrativos, mas que embotam sua criatividade, seus sentidos. Sem conseguir adaptar-se cria rótulos pejorativos para si mesmo.

O ser humano não é burro, ao contrário, é dotado de inteligência e poder criativo. Tem diante de si inúmeros caminhos ou escolhas. Todavia, não ouve sua interioridade. Age por impulso, interesses diversos e não mais inventa, descobre, inova... Faz cópias! Copia o que é comercial, o que traz “status”; copia o que faz o outro feliz na vã tentativa de preencher seu vazio existencial porque, despido do sentimento de autovalor, visa o que está fora, aquilo que lhe dá a ilusão de segurança, poder e sucesso.
A inteligência se sobressai na execução de uma tarefa que toca o homem em sua sensibilidade. Não há poder criativo onde não há envolvimento. O homem não é, nem está burro. O homem é levado pelas circunstâncias e está ausente de si mesmo, contrariando sua natureza, seus dons e vivenciando apenas o supérfluo, o momentâneo.
Ser inteligente não é saber tudo, conhecer tudo, ter todas as respostas, mas conhecer e respeitar suas limitações, saber aproveitar seus dons naturais. Ser inteligente é valorizar seus atributos, aperfeiçoar, buscar conhecimento.
Se o homem tivesse o poder de saber todas as coisas, não precisaria do outro, viveria sozinho, não desenvolveria o altruísmo, os sentimentos de amor e amizade. Vivemos em grupos também por conta de nossas limitações, interagimos aprendendo e ensinando, criando e vendo criar, porque se não construímos prédios, sabemos construir máquinas; se não sabemos costurar, sabemos cozinhar e assim por diante, servindo aos nossos propósitos e a serviço do grupo em que vivemos.



Dinâmica: Rótulos Pejorativos no Atendimento.
Liderada por: Juciane e Silvana. 

segunda-feira, 14 de novembro de 2011

DINÂMICA "O QUE É CONSELHO DELIBERATIVO?"



O QUE É O CONSELHO DELIBERATIVO?

Se comparado ao corpo humano, pode-se dizer que os órgãos deliberativos e administrativos de uma associação são, respectivamente, seu "cérebro" e seus "braços". Ou seja, enquanto os órgãos deliberativos determinam as linhas de ação e os rumos que a associação tomará, os órgãos administrativos tratam de praticar atos em busca da concretização real destas ações.

É composto por 6 membros titulares e respectivos suplentes, sendo 3 membros titulares e respectivos suplentes indicados pela Patrocinadora e 3 membros titulares e respectivos suplentes escolhidos pelos participantes por meio de eleição direta. A indicação do Presidente é feita pelos membros titulares indicados pela Patrocinadora.

.O funcionamento destes órgãos está previsto no Novo Código Civil (Lei nº 10.406 de 10 de janeiro de 2002, já alterada pela Lei nº 11.127 de 28 de junho de 2005).

O artigo 53 do Novo Código Civil declara que se constituem as associações pela união de pessoas organizadas para fins não econômicos. Pela interpretação literal deste artigo, entende-se ser possível constituir-se uma associação com 2 pessoas ou mais (dois diretores por exemplo).

O artigo 54 traz os requisitos essenciais para validade do estatuto - que é o documento que dá vida à associação - que deve prever, sob pena de não ser considerado válido.


DINÂMICA LIDERADA PELOS FUNCIONÁRIOS: BRUNO E SILVANA

sexta-feira, 11 de novembro de 2011

DINÂMICA SOBRE ATITUDES ATIVAS E REATIVAS


COMPORTAMENTO GERA COMPORTAMENTO: ATITUDES ATIVAS E REATIVAS



O modo como utilizamos o nosso comportamento no relacionamento com clientes ou colegas, pode determinar o sucesso ou o fracasso de cada uma das interações em que participamos.


São muitas as disposições interiores que encontramos nas pessoas quando o assunto é a maneira de como enfrentar um problema ou de encarar certa dificuldade que se coloca a sua frente. As nossas atitudes diante da escolha do melhor caminho a seguir, são um dos principais fatores que definem o nosso destino e a nossa boa ou má sorte. Por isso, então, há a constante necessidade de estarmos atentos às oportunidades que constantemente se colocam em nossos caminhos, não deixando que as mesmas se percam por nossa culpa e por não estarmos preparados para tal situação.


As nossas atitudes podem ser ATIVAS, que são reconhecidas por terem certa obrigatoriedade nos procedimentos ao exercermos as nossas atividades tanto no meio profissional, quanto no meio familiar e/ou social; em outras palavras: “É proceder constantemente com educação e gentileza para com os clientes; mesmo que estes não atuem da mesma maneira para com a nossa pessoa”. Um profissional que toma atitudes ATIVAS nunca deve se esquecer de estar sempre atento a uma apresentação impecável, uma correta postura, um bom humor, disposição, comunicação correta, respeito, gentileza, etc. Atraindo para si de forma natural, a atenção de seus clientes e das pessoas do seu convívio.


Há também as atitudes REATIVAS, que são o oposto do que acabo de citar acima. As atitudes REATIVAS são facilmente identificadas a partir do momento que há somente uma REAÇÃO diante da AÇÃO do cliente. Exemplo: imagine que certo cliente entra em um estabelecimento – o vendedor olha o vê, mas não tem reação nenhuma (neste ponto o cliente se sente um intrometido que parece ter entrado no estabelecimento de “bicão”, sem ser convidado), somente atendendo-o, se o mesmo solicitar a sua atenção. Este tipo de atitude é a principal responsável pela falência de um determinado empreendimento ao “espantar” para bem longe os seus clientes.


Felizmente há certa atitude que traz um diferencial na questão de atendimento. São as ATITUDES PROATIVAS, que se caracterizam pela detecção das oportunidades pelo profissional ao atender determinado cliente. Como exemplo, de um vendedor se oferecendo para embrulhar um pacote em papel de presente (mesmo que o produto não tenha sido comprado ali), de levar um pacote de uma senhora até o seu carro, ou e de até mesmo levar um guarda-chuva até o cliente e conduzi-lo até um lugar protegido, sem ter sido solicitado pelo mesmo. Enfim, é estar sempre um passo a frente, aproveitando de todas as oportunidades para criar um diferencial em atendimento e conquistar definitivamente o cliente surpreendendo-o agradavelmente.




RELATÓRIO DA DINÂMICA






DATA: 11/11/2011.


FACILITADORES: Marília


TÍTULO CENTRAL DA DINÂMICA: Comportamento gera comportamento: atitudes ativas e reativas


MATERIAIS UTILIZADOS: folhas com o resumo do tema


NUMERO DE PARTICIPANTES: 14


DESENVOLVIMENTO DA DINÂMICA: disponibilizei uma folha para cada dupla, realizamos a leitura e após isso discutimos a respeito do tema abordado.


OBJETIVO CENTRAL: distinguir as atitudes ativas, reativas e pro ativas.


OBJETIVO ALCANÇADO: o objetivo proposto foi alcançado, pois após a leitura, houve discussão sobre o tema, onde alguns trouxeram exemplos de cada uma das atitudes.


Também compreenderam a importância de se ter atitudes ativas e pro ativas, para que aconteça o bom atendimento ao cliente.

segunda-feira, 7 de novembro de 2011

DINÂMICA QUAL A IMPORTÂNCIA DA CRIATIVIDADE


Data: 07/11/2011.

Facilitadores: Bruna e Ritchelly.

Título central: Qual importância da criatividade.

Materiais utilizados: Pesquisa internet, papel e caneta.

Desenvolvimento da dinâmica: Leitura de um texto falando sobre a importância da criatividade no ambiente profissional, realizado uma dinâmica onde cada participante escrevia seu nome na vertical após trocava sua folha com o colega do lado o mesmo escrevia adjetivos em cada letra do nome do colega.

Objetivo central: Desenvolver a criatividade de uma forma lúdica.

Objetivo alcançado: Objetivo foi alcançado, pois todos os colegas interagiram.

sexta-feira, 4 de novembro de 2011

DINÂMICA FELICIDADE NO TRABALHO



Data: 04/11/2011.

Facilitadores: Bruna e Simone.

Título central: Dicas para felicidade no trabalho.

Materiais utilizados: Pesquisa internet.

Desenvolvimento da dinâmica: Leitura de material, explanação sobre o assunto e discussões desenvolvidas pelo grupo.

Objetivo Central: Enfatizar dicas para serem felizes no trabalho, dicas simles que fazem a diferença.

Objetivo alcançado: Promoção de debate sobre o assunto, as pessoas presentes deram bons e maus exemplos de como aprender a gostar do que faz e ser feliz no seu trabalho.

quinta-feira, 3 de novembro de 2011

DINÂMICA "O QUE FAZER QUANDO ERRAMOS COM O CLENTE?"

Data: 03/11/2011.


Facilitadores: Francielli Medeiros Mocelin e Denise Oliveira


Título Central: o que fazer quando erramos com o cliente?


Materiais Utilizados: 15 folhas A4, cola e canetinha azul.


Número de Participantes: 10 participantes


Desenvolvimento da Dinâmica: foram distribuidas folhas com tópicos de sugestoes a serem seguidas quando cometermos erros com paciêntes ou clientes.


Objetivo Central: orientar os funcionários maneiras de fazer um bom atendimento mesmo quando erros foram cometidos.


Objetivo Alcançado: todos interagiram com a dinâmica, relembrando ocasiões que já vivenciaram, sendo assim alcançado o objetivo.