Dinâmica: Rótulos Pejorativos no Atendimento
Dr. Octávio Escolástico
Comentário:
Comentário:
A sua opinião é de que estas pessoas são loucas, doidas, taradas, esquizofrénicas, débeis mentais?
Entendo que se responder de acordo com o modelo psiquiátrico, você dirá que sim: "todas essas pessoas sofrem de alienação mental, são perigosas e incapazes de se comportarem de maneira normal na sociedade".Agora, pense bem: quem as colocou neste estado de despersonalização?
Repare nos rostos dessas pessoas, observe o comportamento e a incoerência intelectual. Caso não soubesse que estavam internadas num hospital psiquiátrico, você diria, muito naturalmente, que todas essas pessoas eram alcoólatras; dado o elevado grau de despersonalização. Na realidade, não existem diferenças de comportamento entre os indivíduos viciados no álcool e os dependentes da medicação psiquiátrica.Existe, por vezes, a errónea tendência para classificar o doente mental como deficiente mental, mas são condições de doença distintas. O doente mental sofre de perturbação cognitiva da memória, ao passo que o portador de deficiência mental apresenta uma imperfeição congénita do cérebro, com atrofiamento da memória.
Então, sejamos coerentes face à razão, o doente mental não é louco, doido, tarado, esquizofrénico ou débil mental, tudo isto são rótulos pejorativos e inadequados. O que estimula o estado de despersonalização dos doentes é a sobrecarga medicamentosa e os electrochoques.
Na prática clínica surgem-me doentes em adiantado estado de despersonalização, nalguns casos, a tomarem mais de duas dezenas de comprimidos por dia e já submetidos aos electrochoques. Da parte dos psiquiatras, haviam recebido o veredicto de que a doença era crónica e que teriam de aprender a viver com esse terrível estigma para o resto da vida. No entanto, hoje encontram-se literalmente curados e livres da medicação psiquiátrica. Será milagre? Não. Os milagres não existem. O que eu tratei foram as causas traumáticas oriundas da infância e que afectavam a personalidade e o comportamento.
Então, sendo assim comprova-se que ninguém está imune às práticas da Psiquiatria, independentemente da condição social, cultural, académica e financeira.
Alguns Exemplos:
- O Nerd;
- O Alcoólatra;
- A questão do Bullyng nos colégios;
- A criança Imperativa, que sofre de deficit de atenção;
- O homossexual.
- O atendimento ao Paciente, ser chamado pelo nome, e não por um Nº de Prontuário, nos Hospitais pelo o Nº do Leito.
Eu sou burro(a), nada do que eu faço dá certo!Quantas vezes você diz isso por dia? Quantas vezes você afirma e reafirma falsas idéias a seu respeito?
O que você está tentando fazer: algo que conhece e lhe dá prazer ou tenta realizar o que está na moda ou que agrada a maioria?
A que apelo está atendendo: ao seu próprio ou do grupo ao qual pertence?
Muitas são as oportunidades e realizações, da mesma forma que diversas são as potencialidades humanas.
O que acontece, geralmente, é que um indivíduo com grande potencial para uma determinada área desvia sua atenção para outros campos mais lucrativos, mas que embotam sua criatividade, seus sentidos. Sem conseguir adaptar-se cria rótulos pejorativos para si mesmo.
O ser humano não é burro, ao contrário, é dotado de inteligência e poder criativo. Tem diante de si inúmeros caminhos ou escolhas. Todavia, não ouve sua interioridade. Age por impulso, interesses diversos e não mais inventa, descobre, inova... Faz cópias! Copia o que é comercial, o que traz “status”; copia o que faz o outro feliz na vã tentativa de preencher seu vazio existencial porque, despido do sentimento de autovalor, visa o que está fora, aquilo que lhe dá a ilusão de segurança, poder e sucesso.
A inteligência se sobressai na execução de uma tarefa que toca o homem em sua sensibilidade. Não há poder criativo onde não há envolvimento. O homem não é, nem está burro. O homem é levado pelas circunstâncias e está ausente de si mesmo, contrariando sua natureza, seus dons e vivenciando apenas o supérfluo, o momentâneo.
Ser inteligente não é saber tudo, conhecer tudo, ter todas as respostas, mas conhecer e respeitar suas limitações, saber aproveitar seus dons naturais. Ser inteligente é valorizar seus atributos, aperfeiçoar, buscar conhecimento.
Se o homem tivesse o poder de saber todas as coisas, não precisaria do outro, viveria sozinho, não desenvolveria o altruísmo, os sentimentos de amor e amizade. Vivemos em grupos também por conta de nossas limitações, interagimos aprendendo e ensinando, criando e vendo criar, porque se não construímos prédios, sabemos construir máquinas; se não sabemos costurar, sabemos cozinhar e assim por diante, servindo aos nossos propósitos e a serviço do grupo em que vivemos.
O que você está tentando fazer: algo que conhece e lhe dá prazer ou tenta realizar o que está na moda ou que agrada a maioria?
A que apelo está atendendo: ao seu próprio ou do grupo ao qual pertence?
Muitas são as oportunidades e realizações, da mesma forma que diversas são as potencialidades humanas.
O que acontece, geralmente, é que um indivíduo com grande potencial para uma determinada área desvia sua atenção para outros campos mais lucrativos, mas que embotam sua criatividade, seus sentidos. Sem conseguir adaptar-se cria rótulos pejorativos para si mesmo.
O ser humano não é burro, ao contrário, é dotado de inteligência e poder criativo. Tem diante de si inúmeros caminhos ou escolhas. Todavia, não ouve sua interioridade. Age por impulso, interesses diversos e não mais inventa, descobre, inova... Faz cópias! Copia o que é comercial, o que traz “status”; copia o que faz o outro feliz na vã tentativa de preencher seu vazio existencial porque, despido do sentimento de autovalor, visa o que está fora, aquilo que lhe dá a ilusão de segurança, poder e sucesso.
A inteligência se sobressai na execução de uma tarefa que toca o homem em sua sensibilidade. Não há poder criativo onde não há envolvimento. O homem não é, nem está burro. O homem é levado pelas circunstâncias e está ausente de si mesmo, contrariando sua natureza, seus dons e vivenciando apenas o supérfluo, o momentâneo.
Ser inteligente não é saber tudo, conhecer tudo, ter todas as respostas, mas conhecer e respeitar suas limitações, saber aproveitar seus dons naturais. Ser inteligente é valorizar seus atributos, aperfeiçoar, buscar conhecimento.
Se o homem tivesse o poder de saber todas as coisas, não precisaria do outro, viveria sozinho, não desenvolveria o altruísmo, os sentimentos de amor e amizade. Vivemos em grupos também por conta de nossas limitações, interagimos aprendendo e ensinando, criando e vendo criar, porque se não construímos prédios, sabemos construir máquinas; se não sabemos costurar, sabemos cozinhar e assim por diante, servindo aos nossos propósitos e a serviço do grupo em que vivemos.
Dinâmica: Rótulos Pejorativos no Atendimento.
Liderada por: Juciane e Silvana.

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