sexta-feira, 29 de maio de 2015

31 DE MAIO - DIA MUNDIAL SEM TABACO



A ONU (Organização das Nações Unidas) instituiu, no ano de 1987, o Dia Mundial sem tabaco (31 de maio de cada ano). É uma data voltada para a conscientização das pessoas sobre os efeitos nocivos do cigarro e outros produtos que utilizam o tabaco em sua composição. 

As ações comemorativas são articuladas com as secretarias Estaduais e Municipais de Saúde dos 26 estados e Distrito Federal, envolvendo, também, a sociedade.

quinta-feira, 28 de maio de 2015

TABAGISMO ESTÁ ENTRE AS PRINCIPAIS CAUSAS DE MORTE DESTE SÉCULO

Para conscientizar a população no Dia Mundial Sem Tabaco, neste domingo, 31 de maio, coordenadora do Programa Antitabagismo do HCor explica que o cigarro está entre os pilares das chamadas Doenças Crônicas não Transmissíveis (DCNTs) que, segundo a OMS, já são responsáveis por mais de 60% das mortes ocorridas neste século.

Até o final do século XX, a maior parte dos óbitos ocorria em função de doenças infectocontagiosas. Hoje em dia, porém, o quadro é bem diferente. Desde o início do século XXI, mais de 60% das mortes foram causadas pelas chamadas Doenças Crônicas não Transmissíveis (DCNTs), segundo dados da Organização Mundial de Saúde (OMS). Cada vez mais presentes no estilo de vida moderno, enfermidades desse tipo são provocadas, basicamente, pela má alimentação e por hábitos prejudiciais à saúde, como o alcoolismo e, principalmente, o tabagismo. “Embora o cigarro tenha sido bastante combatido nos últimos anos, ele ainda está entre as principais causas das DCNT. Por isso, podemos afirmar que ele contribui ativamente com a taxa de mortalidade gerada em função do problema que abrange também hipertensão, diabetes, obesidade e câncer de diferentes tipos”, afirma a psicóloga Silvia Cury, coordenadora do Programa de Controle do Fumo do Hospital do Coração (HCor).

Consequências – Para conscientizar a população no Dia Mundial Sem Tabaco, neste domingo, 31 de maio, Silvia aponta quais medidas podem ser tomadas para o controle e prevenção do tabagismo e, consequentemente, das DCNTs associadas a ele. “Entre elas estão infarto agudo do miocárdio, derrame, trombose, bronquite, enfisema, além de câncer no pulmão, boca, laringe, faringe, esôfago, pâncreas, rim, bexiga, colo do útero, entre outras regiões do corpo”, enumera a psicóloga do HCor. “Isso sem contar efeitos colaterais como impotência sexual nos homens, entre outros problemas graves como complicações na gravidez, aneurismas arteriais, úlcera do apa relho digestivo e infecções respiratórias das mais diversas”, complementa.

Causas – De acordo com o último levantamento realizado por órgãos ligados ao Ministério da Saúde, o cigarro é consumido com frequência por cerca de 11% da população brasileira e causa mais de 200 mil mortes por ano no país, matando aproximadamente 23 pessoas por hora. “Além de ser incentivado por fatores socioculturais, o tabagista geralmente tem um perfil permeado por ansiedade, depressão, estresse, emoções negativas e positivas. Por isso, é importante junto ao tratamento medicamentoso associar o acompanhamento psicológico”, explica a psicóloga.

Tratamento – No Programa de Controle do Fumo do HCor, por exemplo, a equipe de psicologia e médicos de diferentes especialidades prestam auxílio aos dependentes de nicotina por meio de um tratamento com nove sessões de duração. Neste processo, os fumantes são medicados, de acordo com a suas respectivas necessidades, e são acompanhados por terapia psicológica, cujo objetivo é tratar a dependência física e psicológica do cigarro. “Paralelamente, também apoiamos ações preventivas em escolas, a partir da 8.ª série, com o objetivo de alertar para os perigos trazidos pelo cigarro”, diz Silvia. “Embora a dependência de nicotina possa ser tratada, a maio r arma contra o fumo ainda é evitá-lo”, conclui a psicóloga do HCor.

FUMANTES COM DEPRESSÃO

Os fumantes têm em geral mais depressão do que as pessoas que não fumam.

Os fumantes com depressão podem ter maior dificuldade para deixar de fumar pois tendem a ter:

- maior grau de dependência da nicotina (faça o teste de Fagerstöm para verificar o seu grau de dependência) ;

- mais sintomas de abstinência quando param de fumar: mais insônia, irritabilidade, dificuldade de concentração, inquietação, tontura, fissura etc.

- piora da depressão ou início de novo episódio de depressão quando deixam o cigarro (a nicotina parece exercer algum efeito antidepressivo nos indivíduos com depressão).

Quanto mais sintomas de depressão o indivíduo tiver no momento, maior dificuldade ele vai apresentar para parar de fumar.

O que fazer ?
- Apesar destas dificuldades, se você estiver vivendo esta situação, não desista de sua intenção de parar de fumar.

- Procure um psiquiatra para orientá-lo quanto ao tratamento mais adequado:

- ele poderá identificar e abordar outros transtornos e sintomas psiquiátricos que necessitem de tratamento além da depressão (transtornos ansiosos, dependências químicas etc.);

- frequentemente, é necessário tratar primeiramente a depressão (se os sintomas estiverem intensos) para depois tratar o tabagismo;

- se a sua depressão for moderada a grave, o tratamento de eleição é inicialmente medicamentoso (antidepressivos);

- se a sua depressão for leve ou houver indicação, o psiquiatra pode encaminhar você para a psicoterapia;

- A psicoterapia pode auxiliar você a entender a relação que você estabeleceu ao longo de anos com o cigarro. Este pode exercer uma função psicológica na sua vida, como uma muleta para lidar com situações de angústia e frustração, como extensão dos momentos de prazer e como companheiro para aplacar a solidão. O psicoterapeuta pode ajudar você a desenvolver recursos internos para lidar com a falta do cigarro e adquirir uma nova identidade, agora de “ex-fumante”.

Fonte: http://www.tabagismo.hu.usp.br/fumantes-com-depressao.html

quarta-feira, 27 de maio de 2015

FUNCIONÁRIOS E PACIENTES DO CIS/AMURES PARTICIPAM DO DIA DO DESAFIO



Os funcionários e os pacientes do CIS/AMURES arregaçaram as mangas e por algumas minutos fizeram exercícios físicos, com o auxilio da Terapeuta Ocupacional Paula Passos. Foram aproximadamente 50 pessoas nos períodos da manhã e tarde participando do Dia do Desafio, evento que ocorre anualmente em diversos países e estimula a prática de atividades físicas em uma disputa saudável 







DIA DO DESAFIO

O Dia do Desafio é uma campanha mundial de incentivo à vida ativa e à adoção de hábitos saudáveis para as pessoas de todas as idades e acontece anualmente na última quarta-feira do mês de maio, por meio de ações comunitárias. As cidades participantes devem moblilizar o maior número de pessoas para à prática de esportes e atividades físicas. 

terça-feira, 26 de maio de 2015

TABAGISMO E DEPENDÊNCIA PSICOLÓGICA

O fumante desenvolve a dependência psicológica após vários anos no hábito de fumar.
 Repetindo o mesmo comportamento instala-se a Dependência Comportamental.  Estabelece uma condição automática. Se depara com os gatilhos: disparadores do comportamento de fumar. Então fuma depois do café, das refeições, entre outros.

Poderá também desenvolver a Dependência Emocional.
O cigarro ganha um lugar importante na vida do tabagista, onde imagina que não saberá mais viver sem ele. Em alguns casos, sofre um luto com sua retirada, a mesma sensação da perda de um ente querido.
Cria representações como: cigarro-amigo, cigarro-antidepressivo, cigarro-calmante.
Delega a ele um poder de resolver todos os seus problemas. Um falso poder, uma ilusão. O que torna mais difícil sua retirada. Tem medo da perda desse aliado que resolve tudo ilusoriamente.
O cigarro ocupa o lugar da falta, do vazio, da solidão.
Precisará agora mudar essa relação mágica que criou com o cigarro.

No Grupo Psicológico do Programa Antitabágico do HU-USP, poderá obter um tratamento para esta dependência. O papel deste é de fortalecer o indivíduo até o ponto em que estando mais forte que o cigarro, consegue parar.

Vai conhecer e aprender novas técnicas e estratégias que irão ajudá-lo no seu objetivo de parar de fumar. Nomear os motivos que o levam a acender o cigarro.
Aprenderá técnicas de adiamento, de substituição, entre outras.

Terá com a equipe e os participantes, o apoio que irá fortalecer o seu compromisso. Este é sem dúvida um grande diferencial.

Fonte: Psicóloga Edinalva Cruz

segunda-feira, 25 de maio de 2015

COMO PARAR DE FUMAR

Essa ajuda pode ser participar de um Programa de Antitabagismo.

Somente você pode decidir parar de fumar. Outros podem desejar ou pedir que você pare, mas a decisão é somente sua.

Existem várias idéias que reforçam essa decisão.

Acreditar que você pode ficar doente se continuar fumando.

Acreditar que você pode fazer uma tentativa sincera de parar de fumar.

Acreditar que os benefícios em longo prazo de parar de fumar superam a ilusão de prazer imediato que o cigarro oferece.

Tomada a decisão de parar, é necessário buscar ajuda. Essa ajuda pode ser tratamento médico ou o apoio de um “padrinho”. O padrinho pode ser um amigo ou parente, ex-fumante ou não fumante, que possa dar apoio. Alguém a quem recorrer nos momentos mais difíceis.

sexta-feira, 22 de maio de 2015

NALÚ GANHA FESTA SURPRESA DOS FUNCIONÁRIOS DO CIS/AMURES


No dia 21 de maio a gerente executiva do CIS/AMURES, Nalú Julio soprou as velinhas e os funcionários e amigos não deixaram a data passar em branco. Uma festa surpresa foi preparada para aniversariante, com bolo, salgadinho e tudo que ela merece.