quinta-feira, 8 de outubro de 2015

AOS 26, MULHER RETIRA OS SEIOS PARA EVITAR CÂNCER DE MAMA

Charley Wood foi diagnosticada com o gene cancerígeno BRCA1 aos 26 anos. Depois de ser informada pelo médico que tinha cerca de 85% de chance de ter câncer de mama , ela decidiu passar pela cirurgia de retirada dos seios para diminuir os riscos da doença. As informações são do Daily Mail .



Quando tinha 17 anos, Charley viu sua mãe morrer de câncer no ovário. O gene cancerígeno em seu corpo é hereditário, e logo que o descobriu pediu ao médico para pessar pela mastectomia.

"Meus seios eram como bombas relógio, eu queria eliminar o risco de desenvolver câncer de mama o máximo possível", afirmou em entrevista.

"Quando minha mãe morreu, eu não pensei que poderia haver uma ligação genética, mas minha avó e tia também morreram de câncer no ovário, então resolvi fazer os exames. Assim que o médico disse que o resultado tinha sido positivo para BRCA eu pedi para ser submetida à mastectomia. Eu não queria correr o risco de não estar viva para ver os filhos que eu posso ter no futuro crescerem", contou.

Logo após a retirada dos seios, Charley passou pela cirurgia de reconstrução das mamas e ficou com os movimentos limitados nos meses que se seguiram. "Após a operação eu tinha um dreno de cada lado do meu corpo. Meus seios estavam cobertos com fita médica - eu não os vi por 12 dias", falou sobre o pós operatório.

"Por um tempo é praticamente impossível fazer qualquer coisa", afirmou ao dizer que contou com ajuda das amigas para tomar banho e se vestir.

Para ajudar no processo de recuperação, Charley passou a fotografar o seu dia a dia e a escrever sobre sua decisão em um blog . "Decidi falar sobre minhas experiências para que outras mulheres que estão nessa situação vejam como é a realidade da operação. Foram alguns meses bem difíceis, mas eu não me arrependo".

Falando sobre a possibilidade de ter filhos no futuro, ela afirma que espera que a medicina avance pra que eles não herdem o gene cancerígeno.

"É aterrorizador quando você recebe a notícia que tem o gene BRCA1, mas isso não precisa ser o fim do mundo", completou Charley.

Fonte Terra.com

quarta-feira, 7 de outubro de 2015

CÂNCER DE MAMA É A CAUSA MAIOR DE MORTES NAS REGIÕES MAIS POBRES DO PAÍS

O câncer de mama tem atingido muito as regiões mais pobres do país, é o que diz a taxa de mortalidade. Os estados com mais doentes são, Maranhão, que chegou a 11,2%, em segundo lugar ficou o Piauí, com 9,8%, e em terceiro a Paraíba, com 9,3%, avaliado com as regiões ricas, confirma o estudo de sociedade brasileira de mastologia.

A taxa de mortalidade avaliada por esse tipo de câncer de mama em um intervalo de dez anos, entre 2002 e 2011, em todos os locais, relacionou os dados com o IDH (Índice de Desenvolvimento Humano).

Nas regiões ricas teve uma queda significativa na variação de taxa, como em São Paulo, Paraná, Rio Grande do Sul e no Distrito Federal, todos tiveram uma taxa negativa em média de 1,7% ao ano. O periódico BMC Public Health, disse que as razões pelo aumento dessa taxa é a falta de recursos para tratamento do câncer de mama nesses estados mais pobres, trazendo dificuldade de acesso para a população que precisa. 

Foram muitas mulheres que morreram com câncer de mama na Paraíba, o registro mostra que em 2013 foram 212 óbitos, 2014 com 241 óbitos e em 2015 já são 143 mortes até agora, afirmou a Secretária de Saúde da Paraíba. Decorrentes tanto óbitos, a Secretária de Saúde ampliou o acesso de diagnóstico precoce e tratamento do câncer de mama, tudo para diminuir as taxas de mortalidade através do exame clínico das mamas (mamografia) todo ano, a partir dos 40 anos, e mulheres acima dos 50 anos a cada dois anos, afirmou a Assessoria de comunicação do órgão.

Fonte BLASTING NEWS

CIENTISTAS DESCOBREM PISTA GENÉTICA SOBRE REINCIDÊNCIA DE CÂNCER DE MAMA


Segundo pesquisa, cânceres que reaparecem têm maior probabilidade de conter certos genes ou combinação de genes

Cientistas dizem ter descoberto uma nova pista genética sobre a reincidência de alguns cânceres de mama, o que pode levar a maior eficiência do tratamento.

Uma equipe de cientistas do Instituto Wellcome Trust Sanger de Cambridge, na Inglaterra, descobriu que os cânceres que reaparecem têm maior probabilidade de conter certos genes ou combinação de genes.

Segundo eles, a chave para o sucesso do tratamento está em atacar esses genes o mais cedo possível.

As conclusões do estudo estão sendo apresentadas no Congresso de Câncer Europeu em Viena, na Áustria.

Uma em cada cinco pessoas com câncer de mama voltam a ter a doença ─ ou no mesmo local do tumor original ou em outra parte do corpo.

No Brasil, o câncer de mama é o que mais mata mulheres. São cerca de 50 mil novos casos por ano e 10 mil mortes.

Lucy Yates, oncologista do Instituto Sanger de Cambridge, e sua equipe analisaram dados de tumores de 1 mil pacientes com câncer incluindo 161 pessoas cuja doença voltou ou se espalhou (metástase).

Quando compararam os tumores primários e secundários, eles constataram que diferenças genéticas e outras mutações presentes em cânceres secundários são relativamente pouco comuns em tumores diagnosticados pela primeira vez.

Yates diz que as conclusões sugerem que o complemento de genes de câncer em alguns cânceres primários podem torná-los mais propensos a reaparecer no futuro, enquanto genes de câncer adicionais adquiridos após o diagnóstico podem provocar a reincidência da doença.

Segundo ela, os médicos podem usar esse conhecimento para identificar pacientes com alto risco de reincidência de câncer e escolher o melhor tratamento para atacar mutações genéticas específicas.

Isso significa, segundo Yates, colher amostras do tecido do câncer para acompanhar como a doença está evoluindo e se modificando.

"Mais pesquisas são necessárias para validar essas descobertas em conjunto de dados muito maiores, mas acreditamos que no futuro será possível no momento do diagnóstico olhar para os genes do câncer de um indivíduo e determinar se a doença tem probabilidade de reaparecer no futuro e, nesse caso, escolher um tratamento personalizado para previni-la".

Segundo Peter Naredi, co-presidente do congresso, os resultados da pesquisa foram "muito importantes na era da medicina de precisão".

"Esse estudo destaca que devemos considerar a reincidência do cancer como um novo evento e cuidadosamente escolher o melhor tratamento para um tumor recorrente em vez de apenas se fiar na informação da primeira ocorrência".

Jorge Reis-Filho, do Memorial Sloan Kettering Cancer Centre em Nova York, nos Estados Unidos, afirmou que o estudo demonstra "a importância de analisar características genéticas de metástases quando se escolhe o tratamento".

Fonte BEM ESTAR

terça-feira, 6 de outubro de 2015

ONCOLOGISTA LISTA MITOS E VERDADES SOBRE O CÂNCER DE MAMA, CONFIRA!



O câncer de mama é o segundo tipo mais comum entre mulheres no Brasil e o primeiro no Mundo. Apesar disso, pesquisa Datafolha mostrou que 15% das brasileiras com idade entre 40 e 69 anos nunca fizeram a mamografia, principal exame para detectar o tumor.

“Se o câncer de mama for diagnosticado em estágio precoce as chances de cura são enormes, próximo a 98% em alguns casos”, ressalta o coordenador do Centro de Oncologia do Hospital Santa Catarina, doutor Antonio Cavaleiro de Macedo.

O especialista listou seis questões-chave sobre a doença:

Apenas as mulheres podem ter câncer de mama?
MITO. Embora o público feminino seja o mais atingido pelas ações de prevenção, 1% dos casos diagnosticados ocorre em homens.

O autoexame substitui a mamografia?
MITO. É importância que as mulheres realizem o autoexame, que pode indicar alterações na mama e, em alguns casos, alertar a paciente a procurar atendimento imediato. No entanto, o autoexame não substitui a mamografia, tampouco a consulta regular ao médico.

Excesso de peso ou gordura pode potencializar os riscos da doença? 
VERDADE. Pesquisa realizada pelo Hospital de Base de Brasília revela que mulheres com excesso de gordura e que estão acima de 10 quilos do peso ideal possuem 40% a mais de chances de desenvolver câncer de mama se comparadas às mulheres com alimentação saudável e peso proporcional. Isso acontece porque o tecido gorduroso aumenta os níveis de estrogênio.

Caso o tumor seja detectado, a mama é retirada por completa?
MITO. Com os avanços da Medicina, alguns casos não requerem a retirada da mama por completo – ficando a cirurgia restrita às áreas afetadas. Hoje, há procedimentos cirúrgicos em que se retira somente o necessário, conservando e preservando o seio da paciente ao máximo. Em casos de tumores grandes, a opção mais utilizada ainda é a mastectomia (remoção total da mama) – por isso a importância de diagnosticar o quanto antes a doença.

Consumo excessivo de álcool pode influenciar no desenvolvimento do tumor?
VERDADE. Consumir bebidas alcoólicas em excesso pode potencializar, sim, o desenvolvimento do câncer de mama, já que aumenta a circulação dos hormônios femininos e altera a função hepática.

Menstruar cedo ou ser mãe após os 30 anos aumenta a probabilidade de desenvolver a doença?
VERDADE. Mulheres que menstruam mais vezes no decorrer da vida ficam mais expostas aos hormônios estrogênio e progesterona, o que pode ser prejudicial à saúde e aumentar a probabilidade de desenvolver o câncer de mama. Com isso, o estrogênio estimula as células da glândula mamária a se reproduzirem.

Outubro Rosa

Para conscientizar a população sobre a doença, vários monumentos espalhados pelo mundo, inclusive em Belo Horizonte, ganham iluminação rosa no mês de outubro.

O Movimento Outubro Rosa foi criado nos Estados Unidos na década de 90 do século passado e se espalhou pelo mundo. A iniciativa chegou ao Brasil em 2002, com a iluminação em tom rosa do Mausoléu do Soldado Constitucionalista, em São Paulo.

Segundo o Ministério da Saúde, anualmente surgem cerca de 50 mil casos de câncer de mama no país.

Fonte: http://www.hojeemdia.com.br/horizontes/a-saude/oncologista-lista-mitos-e-verdades-sobre-o-cancer-de-mama-confira-1.350603

segunda-feira, 5 de outubro de 2015

PESQUISA MOSTRA CONEXÃO ENTRE MENOPAUSA E CÂNCER DE MAMA

Um grupo de pesquisadores das Universidades de Cambridge e Exeter estabeleceu uma conexão entre a idade com que uma mulher entra na menopausa e o câncer de mama, mostrou um estudo divulgado nesta segunda-feira pela revista "Nature Genetics".

A pesquisa indicou que as mulheres que têm menopausa antes dos 40 anos são menos propensas a desenvolver este tipo de câncer; no entanto, têm mais probabilidades de sofrer de outras doenças, como a osteoporose e o diabetes tipo dois.

Além disso, os pesquisadores descobriram que, por cada ano que a menopausa demora a aparecer, o risco de câncer de mama sobre 6%.

A co-autora do estudo Deborah Thompson, do departamento de Saúde Pública e Atenção Primária da Universidade de Cambridge, indicou que isto é porque quem teve menopausa mais cedo "estiveram menos expostas ao estrogênio durante sua vida".

Além disso, a investigação concluiu que a idade natural da menopausa, que marca o final da vida reprodutiva da mulher, é geneticamente determinada.

Os autores realizaram um estudo de associação do genoma completo de 70 mil mulheres de ascendência europeia e identificaram no total 56 variantes genéticas associadas com a idade natural desta etapa reprodutiva.

Por sua vez, Anna Murray, geneticista da Universidade de Exeter, explicou que a pesquisa ajudou a compreender como acontece o envelhecimento reprodutivo feminino e que isto poderia dirigir "ao desenvolvimento de novos tratamentos para evitar a menopausa precoce".

"Muitas mulheres hoje em dia optam por ter filhos em uma idade mais avançada, mas podem ter dificuldades para conceber de forma natural porque a fertilidade começa a diminuir, pelo menos, dez anos antes da menopausa", acrescentou.

A descoberta sugere que as células reprodutivas dos ovários que reparam o DNA de maneira mais eficiente sobrevivem mais tempo, e isto se traduz em um atraso da menopausa.

Fonte EXAME.COM

quinta-feira, 1 de outubro de 2015

CIS/AMURES LANÇA CAMPANHA OUTUBRO ROSA


O Consórcio Intermunicipal de Saúde (CIS/AMURES) lançou na manhã desta quinta-feira (01/10) a campanha Outubro Rosa. Com participação dos colaboradores, pacientes e do mastologista Dr. Fernando Vequi. Durante todo o mês os profissionais vão fazer trabalhos de sensibilização, com panfletagem e mini-palestras. Mensalmente cerca de 800 pacientes de 25 municípios passam por ali.

Em sua fala o Dr. Fernando Vequi ressaltou a importância da prevenção e do diagnostico precoce. “O câncer mais frequente nas mulheres, é o de mama, no entanto é também o que apresenta maior índice de cura, se detectado precocemente. Para isso é realizar o auto exame e a mamografia é essencial. Em Lages e Região as Secretarias Municipais de Saúde disponibilizam nas unidades básicas os exames preventivos sem custo para a população feminina em especial para as mulheres a partir dos 40 anos, ressaltou. 




No Brasil, no ano passado foram descobertos mais de 57 mil novos casos de câncer de mama. Em Santa Catarina, em torno de 1,6 mil mulheres foram diagnosticadas com a doença. A Diretora Executiva do CIS/AMURES, Nalú Júlio enfatizou que o Consórcio Intermunicipal de Saúde oferece aos 25 (vinte e cinco) municípios consorciados consultas e exames com o mastologista. Serviço este custeado pelas Prefeituras dos respectivos municípios. Durante o mês de Outubro os usuários que passarem pelo Consórcio Intermunicipal de Saúde receberão informações a respeito do assunto. A equipe do Consórcio fala sempre que, as mulheres tem o dever de ficar atentas e os homens de cuidar das mulheres de suas vidas (mães, esposas, filhas, irmãs, etc).




O CIS/AMURES está “vestido” de Rosa e também arrecadando lenços, chapéus e outros adereços, que serão doados para mulheres com a doença.



01/10 - DIA INTERNACIONAL DO IDOSO