quinta-feira, 27 de outubro de 2011

DINÂMICA "O QUE FAZER PARA NÃO ROTULAR PACIENTE"

O QUE FAZER PARA NÃO ROTULAR O PACIENTE.

 “Humanização deve trabalhar até mais com o funcionário do que propriamente com o paciente; o nosso trabalhador é exigido demais nesse ambiente hostil”.
 Se a realidade dos hospitais é difícil de mudar, pelo menos o ambiente de trabalho pode ser suavizado.  (Milza Cintra)

1. O que melhora a relação com nossos pacientes:
-Tratar o paciente pelo nome, olhando em seus olhos e se interando de sua patologia é a melhor maneira de se iniciar um atendimento humanizado, marcado pelo bom relacionamento pessoal e pela dedicação de tempo e atenção necessários, esclarecendo dúvidas e compreendendo suas expectativas, com registro adequado de todas as informações a respeito do mesmo.
-Apesar da grande quantidade de situações que passam por nós todos os dias, não devemos reduzir o paciente a um número de prontuário ou por alguma característica de seu caso. Isso traz frieza ao atendimento e menospreza a real importância que um paciente tem em nossas mãos.
- Atualizar-se constantemente por meio de participação em cursos, capacitações e especializações, se possível.
- Estar disponível nas situações de urgência, sabendo que essa disponibilidade requer administração flexível das atividades.
Por parte do paciente cabe lembrar que como qualquer outro ser humano, o médico tem virtudes e defeitos, observando que o trabalho médico é uma atividade naturalmente desgastante.
- Respeitar a autonomia profissional e os limites de atuação do médico.
Ele não pode ser responsabilizado, por exemplo, por todas as falhas dos serviços de saúde, muitas vezes sucateado por seus gestores. Nesse sentido, é direito do paciente denunciar e reivindicar para que o Estado cumpra sua obrigação. Existem órgãos competentes para isso, como os Conselhos de Saúde e o Ministério Público, além da direção dos próprios serviços.

Facilitadores: Neiva e Shandyego
27/10/2011.

Relatório das dinâmicas

Data: 27/10/2011.

Facilitadores: Neiva e Shandyego.

Título central/dinâmica: o que fazer para não rotular o paciente.


Material utilizado: Pesquisa internet. 


Número de participantes: 13 participantes


Desenvolvimento da dinâmica: leitura de material, explanação sobre o assunto e discussões desenvolvidas pelo grupo.


Objetivo central:
- Enfatizar a importância de não se rotular o paciente por características de sua patologia ou por códigos ou números;
- Entender como as pessoas reagem quando não são bem atendidas ou quando não se sentem plenamente entendidas pelos profissionais da saúde em seus atendimentos.
- Entender que o profissional médico também tem fraquezas e anseios e que não se concentra nele todos os problemas da saúde pública no Brasil.

Objetivo alcançado: promoção do debate, entendimento do assunto abordado e discussões sobre como o profissional pode se aperfeiçoar através de capacitações, cursos e especializações oferecidas ou não pela empresa onde trabalha.

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