quarta-feira, 9 de março de 2016

DIA INTERNACIONAL DA MULHER NO CIS AMURES









Em comemoração ao dia Internacional da Mulher, a equipe do CIS/AMURES, confeccionou e distribuiu a todas as mulheres que compareceram na sede, para os diversos atendimentos um mimo.

O mimo distribuído foi uma forma de carinho, com que a equipe tem o hábito de atender os usuários do serviço.

Na oportunidade, a terapeuta Ocupacional, Paula Passos, que presta serviços ao CIS/AMURES, fez 10 minutos de exercícios com as mulheres presentes.

Coordenaram os trabalhos as enfermeiras: Cirlei Aparecida Oliveira e Ritchelly Aparecida Cardoso.

QUEM TEM SAÚDE, TEM TUDO!



Você já ouviu alguém falar que, quando uma pessoa tem saúde, tem tudo? No entanto, é preciso olhar para a vida de uma forma completa. Porque devagar se vai aprendendo que há muito mais entre a doença e a saúde do que vislumbra nossa vã filosofia. “Numa visão integral, a saúde envolve estar bem físico e psiquicamente. Pois, na verdade, tudo é uma coisa só”, reflete o psicólogo e coordenador do curso de Psicologia da PUC-SP, Hélio Roberto Deliberador.

Se o equilíbrio entre mente e corpo é o alicerce da saúde, muitos cuidados os envolvem. A alimentação, o uso do corpo para atividades, a entrega aos momentos prazerosos, os relacionamentos pessoais, a maneira de encarar a vida, os exercícios intelectuais, a postura emocional, tudo tem alguma participação no conjunto de fatores que atuam sobre o bem-estar, a disposição, a energia e o bom funcionamento da existência.

O que é possível mudar

Quando se fala em saúde, uma das primeiras coisas que se pode pensar é no seu contraponto mais direto: a doença. E, para que se instale uma disfunção, alguns fatores exercem influência. Segundo explica o médico cardiologista da Unifesp, Silvio Reggi, os fatores de risco podem ser subdivididos em modificáveis e em não-modificáveis.

Entre os não-modificáveis, estão: o envelhecimento, pois, à medida que passam os anos de vida, aumentam riscos; o sexo, tendo, por exemplo, maior incidência de problemas cardíacos entre os homens e de osteoporose entre as mulheres; e os fatores genéticos.

Já entre os riscos modificáveis, sobre os quais se pode intervir para diminuir ou mesmo suprimir, estão, por exemplo, o sedentarismo e o tabagismo.

Reggi também cita os fatores intermediários, que sofrem influência de fatores não-modificáveis, como a herança genética, e de fatores modificáveis, como o meio ambiente que atua sobre o organismo. Assim, em casos de problemas com colesterol, diabetes ou hipertensão, abolindo o sedentarismo e adotando uma dieta adequada, diminui- se a incidência envolvendo tais problemas. Mas não é só isso, pois, conforme explica o cardiologista, pode haver também um aspecto da constituição genética que atue junto.

Coloque a teoria na prática

Algumas das práticas de vida que contribuem para a saúde já são bem conhecidas pela maioria das pessoas. Mesmo assim, os hábitos continuam sendo grandes resistências para quem quer mudar sua condição física e mental.

Quem não sabe que carnes gordurosas e frituras fazem mal à saúde, enquanto uma maçã e uma colherada de aveia fazem bem? Mas, na hora de comer, quais são as escolhas? “Vamos pensar que o homem é uma máquina e toda máquina precisa de combustível e outros componentes para funcionar perfeitamente. Se não colocamos combustível adulterado no carro, por que fazemos isso com nosso corpo?”, provoca a nutricionista e professora da Faculdade de Medicina da Unesp, Silvia Papini-Berto.

O caso da alimentação é emblemático de como tantas vezes deixamos de lado as opções de vida mais saudáveis. Por isso, não custa atentar para algumas orientações físicas e psíquicas a fim de construir uma saúde integralmente forte.

Fonte: http://revistavivasaude.uol.com.br/

segunda-feira, 7 de março de 2016



O sono, que é um estado fisiológico complexo que não pode ser evitado, não é resultado de uma atividade cerebral reduzida, mas sim um estado de consciência diferenciado. Durante o sono, a pessoa não apresenta movimentos propositais e seus olhos podem estar fechados ou entreabertos. O indivíduo também não apresenta resposta a alguns estímulos auditivos, visuais ou mesmo dolorosos, que deverão possuir maior intensidade para serem percebidos.

O sono, além de ser um momento extremamente relaxante, é um processo vital para nosso organismo. Sem ele, nosso organismo passaria a apresentar problemas graves, como prejuízos à capacidade de memorização, cognição e desempenho motor, além de irritabilidade, cansaço, dores de cabeça, visão turva e alterações no metabolismo. Estima-se que, a cada 24 horas sem dormir, uma pessoa diminua em 25% sua capacidade de realizar trabalho mental. Em experimentos com outros animais, a privação do sono causou a morte deles em poucos dias, o que comprova a importância de uma boa noite de sono.

O sono pode ser dividido em duas fases distintas: REM (Movimentos Oculares Rápidos) e NREM (Sem Movimentos Oculares Rápidos). O sono REM apresenta apenas um estágio, enquanto o NREM apresenta quatro estágios de sono diferentes. Observe a seguir as principais características dessas duas fases do sono:

- Sono NREM - representa aproximadamente 75% do sono de uma pessoa e é considerado um sono fisiologicamente tranquilo, com baixa frequência cardíaca e respiratória. Nessa fase, observa-se um aumento da atividade parassimpática e, no decorrer de cada estágio, ocorrem alterações nos níveis de consciência. No estágio quatro, por exemplo, o indivíduo encontra-se profundamente relaxado e alheio ao mundo ao seu redor, enquanto no estágio um o sono apresenta-se muito leve, sendo considerado um período de transição entre o estado de vigília e sono.

- Sono REM - só ocorre após um período de sono NREM e apresenta uma série de alterações fisiológicas, como frequência cardíaca e respiratória elevadas, assim como a pressão arterial e o fluxo sanguíneo cerebral. Nesse sono, ocorrem atividades cerebrais importantes para a memória e o aprendizado. Muito semelhante à vigília, esse sono representa 25% do total do sono de um indivíduo e é a fase em que ocorrem os sonhos.

O sono de uma pessoa está organizado em ciclos, nos quais os estágios REM e NREM alternam-se, sendo o sono NREM encontrado, normalmente, na primeira metade do período de sono. Em média, por noite, uma pessoa apresenta cinco desses ciclos, que podem ser influenciados pela idade, temperatura, doenças e uso de determinados medicamentos.

A seguir, veja algumas dicas para ter uma melhor qualidade de sono:

- Ter horários regulares para dormir e acordar, mesmo nos finais de semana;

- Durma sempre em locais limpos, escuros, frescos e livres de barulhos. Comprar um bom colchão e travesseiro também é fundamental;

- Tente criar uma rotina relaxante antes da hora de dormir. Um bom banho e ouvir música podem ajudar a melhorar o sono;

- Procure não ingerir refrigerantes, café e álcool perto do horário de dormir. Comer perto desse horário também deve ser evitado, assim como fumar;

- Evite ficar na cama quando não está com sono;

- Não use medicamentos para dormir sem prescrição médica.

FELIZ DIA INTERNACIONAL DA MULHER



 A Equipe CIS AMURES deseja um Feliz Dia Internacional da Mulher!

TRATAMENTO NÃO INVASIVO PARA DOENÇAS NEUROLÓGICAS



A vida agitada da rotina da grande maioria da população afeta negativamente a saúde de muita gente, em especial causando doenças na esfera mental e psicológica. Apesar de quase sempre tais desconfortos passarem despercebidos (para muitas pessoas algo normal ou que faz parte do dia a dia), pode ser extremamente prejudicial conviver com uma condição neurológica negativa. No entanto, o tratamento para este tipo de condição médica sempre necessitou ser invasivo, com o uso de medicamentos. Será possível outra opção?

Segundo a Organização Mundial da Saúde, 700 milhões de pessoas no mundo sofrem com doenças neurológicas por ano, sendo que isso representa um terço dos casos de doenças não transmissíveis. Tão preocupante é a estimativa de que cerca de uma a cada três dessas pessoas não possui acompanhamento médico, o que pode gerar terríveis consequências. No entanto, muitas pessoas que procuram ajuda profissional encontram tratamento apenas através de remédios que podem não eliminar o problema, havendo ainda o risco de o medicamento causar dependência.

Dessa forma, é necessário opções mais eficientes para tratar doenças neurológicas e existe uma nova técnica que parece ter saído de histórias de ficção, mas é bem real: a Estimulação Magnética Transcraniana, ou EMTr. Este procedimento neurofisiológico não invasivo permite a indução de um campo magnético no cérebro sem causar qualquer tipo de dor. Os impulsos magnéticos atravessam o crânio e o tecido cerebral, sendo focados em partes específicas do órgão, produzindo respostas através da excitação ou inibição dos mesmos.

A EMTr foi aprovada no Brasil como prática médica em 2012 pelo Conselho Federal de Medicina, sendo especialmente efetiva para quem possui depressão de alto grau e a doença não responde através do tratamento com remédios. Além disso, a Estimulação Magnética Transcraniana pode ser utilizada para o controle de transtornos psiquiátricos como a bipolaridade e até mesmo alucinações auditivas causadas pela esquizofrenia, por exemplo. O tratamento ainda é indicado para dependentes químicos com grande dificuldade em largar o vício em drogas.

A ação do EMTr em nosso cérebro funciona da mesma forma que a de aprendizado, realizando repetidamente determinada tarefa ocorre a ativação de neurônios que “aprendem” e uma nova memória é criada. Na Estimulação Magnética Transcraniana essa lembrança é induzida através da aplicação de correntes no córtex. Com isso, é criado um “código” capaz de aumentar ou reduzir a frequência da atividade neural.

Cerca de 4 a cada 5 pacientes respondem de forma positiva à EMTr, e os efeitos benéficos geralmente aparecem após a primeira semana de tratamento. A grande vantagem desta técnica em relação aos tratamentos convencionais acontece devido à falta de resposta de mais de 30% da população aos remédios antidepressivos devido a uma resistência natural do organismo ao medicamento. Da mesma forma, a Estimulação Magnética pode ser usada por mulheres com depressão pós-parto, que, assim, não precisam utilizar medicamentos e interromper a amamentação.

O tratamento é contraindicado para algumas pessoas, como quem possui histórico com cirurgias que necessitavam de implantes de componentes metálicos (clipes de aneurisma, válvula de derivação ventricular e implante coclear, por exemplo). Este método não provoca crises convulsivas e pode ser aplicado no consultório médico, pois a EMTr não requer a internação ou ambiente hospitalar. Esta técnica é opção mais segura e efetiva para tratamento neurológico com o bônus de ainda não ser invasivo.

Drª Luciana Mesko Moraes – Psiquiatra Especialista em Dependência Química | CRM 23363

Fonte: http://memoria.ebc.com.br/agenciabrasil/noticia/2013-05-20/oms-doencas-mentais-e-neurologicas-atingem-cerca-de-700-milhoes-de-pessoas-alerta-oms

COMER À NOITE CAUSA GANHO DE PESO?



Muitas pessoas erroneamente acreditam que a comida que se ingere é igual em qualquer momento do dia ou horário. A ciência refuta essa afirmação, sendo muito enfática sobre como nosso corpo reage de forma diferente em períodos distintos de nosso dia a dia. Dessa forma, se torna muito importante saber quando se deve comer e quando é necessário se alimentar pouco ou ficar em jejum, porque, respondendo à pergunta do título, comer muito à noite pode sim ser responsável pelo ganho de peso em algumas pessoas, mas depende.

Sim, há um grande debate sobre o assunto. O Departamento de Controle de Peso, setor da Rede de Informação de Agricultura dos Estados Unidos afirma que não importa o momento do dia que você come, o que importa para que você perca peso é a quantidade de calorias que você perde em relação às calorias ingeridas durante o dia. Sendo assim, o quanto de exercícios você faz determina o ganho ou perda de peso, sem precisar se preocupar com a “hora de comer” correta, e sim com as calorias do alimento.

No entanto, um estudo publicado na revista Obesity faz com que confusão em relação ao tema aumente, pois afirma que comer à noite levou a um ganho de peso duas vezes maior em relação a quem não se alimentava durante este período, mesmo com o mesmo número de calorias ingerido durante o dia. Mesmo assim, os pesquisadores da Universidade de Northwestern que realizaram este estudo, fizeram a experiência em ratos, sendo que os resultados não são conclusivos.

Mesmo assim, é bom tomar cuidado com a alimentação noturna, porque algumas “armadilhas” são criadas por nós mesmos. Geralmente é nesse momento do dia que escolhemos para relaxar, após trabalho ou estudo, e assim, para se livrar do estresse e até mesmo do tédio, não é raro descontarmos em comidas gordurosas ou refeições exageradas. Na grande maioria das vezes as escolhas acabam em doces como chocolates ou alimentos fritos, sendo que isso é extremamente prejudicial para a saúde, principalmente se ocorre com frequência.

Contudo, o que mais faz com que deva ser evitada essa alimentação à noite é a maior dificuldade com que o sistema digestivo tem em trabalhar, sendo possível uma indigestão, além de possivelmente causar insônia. Uma refeição leve algumas horas antes de dormir provavelmente não tenha efeitos ruins, o grande problema acontece com o exagero nas calorias no curto período para que a digestão ocorra antes de dormir. Para quem deseja perder peso, recomenda-se consumir 90% das calorias antes das 20h, e praticar exercícios físicos regularmente.

Fonte: http://www.webmd.com/diet/features/diet-truth-myth-eating-night-causes-weight-gain