Como vocês podem perceber, durante todo mês estamos postando
assuntos referentes a depressão. Este está sendo o tema abordado no CIS/AMURES
durante todo o mês de julho. A terapeuta ocupacional, Paula de Lima Passos e a
enfermeira, Cirlei de Oliveira Arruda ministram todas as terças e
quintas-feiras, para os pacientes que aguardam as consultas, mini palestras explicativas
sobre o assunto. O que é depressão, qual o tratamento deve ser feito se diagnosticado.
terça-feira, 22 de julho de 2014
segunda-feira, 21 de julho de 2014
O que é depressão pós-parto?
A depressão pós-parto é uma depressão moderada ou grave que acomete uma mulher após ela ter dado à luz um bebê. Ela pode ocorrer logo após o parto ou até um ano depois. Na maioria das vezes, ocorre dentro de 3 meses após o parto.
Causas
As mulheres geralmente apresentam alterações no humor durante a gravidez, especialmente depois da gravidez. Elas são causadas por alterações nos níveis hormonais. Muitos fatores não hormonais também podem afetar o humor durante esse período:
- Alterações no corpo causadas pela gravidez e pelo parto
- Mudanças no trabalho e nas relações sociais
- Ter menos tempo e liberdade
- Privação de sono
- Preocupações com a habilidade como mãe
A depressão pós-parto pode ocorrer quando a tristeza após o parto não desaparece ou quando os sinais da depressão aparecem um mês após o parto.
quinta-feira, 17 de julho de 2014
Depressão infantil pode aparecer a partir dos 4 anos
Sob a forma de noites mal dormidas, insociabilidade, tristeza, alterações de humor como irritação e choro frequente, sofrimento moral e sentimento de rejeição, uma epidemia silenciosa pode se espalhar entre as crianças de todo o País, independentemente de condição social, econômica e cultural. Provocada por fatores que vão desde a predisposição genética até a experiência de episódios traumáticos no ambiente familiar, a depressão infantil traz problemas de gente grande para a mente ainda em desenvolvimento das crianças.
Entre os pequenos, o índice de depressão também é preocupante. Nos últimos 10 anos, de acordo com a OMS, o número de diagnósticos em crianças entre 6 e 12 anos passou de 4,5 para 8%, o que representa um problema ascendente. "Setenta por cento dos adultos que apresentam quadro de depressão crônica têm histórico desde o período da infância. Ou seja, se não tratarmos o paciente enquanto criança, podemos contribuir para que ele se transforme em um adulto depressivo", conta Fábio Barbirato Nascimento da Silva, neuropsiquiatra especialista em infância e adolescência da Associação Brasileira de Psiquiatria.
O transtorno pode ser diagnosticado em crianças a partir dos 4 anos. Até os 9 anos, é indicado tratamento apenas à base de terapia. A partir dessa idade, de acordo com o quadro do paciente, pode ser recomendado o uso de medicação em paralelo ao acompanhamento psicológico. "A terapia sozinha fará um trabalho eficiente em longo prazo. No entanto, em crianças mais velhas, o uso de medicamento tem efeito bastante satisfatório quando acompanhado do trabalho psicológico, levando à resolução do problema em apenas dois meses em 95% do casos", completa.
Sintomas principais
O Manual de Estatística e Diagnóstico de Transtornos Mentais determina a necessidade de identificar pelo menos cinco destes sintomas, com durabilidade de duas semanas, para comprovação do quadro. Fique atenta a esses sinais para saber quando levar seu filho para uma avaliação profissional.
1. Alteração de humor, com irritabilidade e ou choro fácil
2. Ansiedade
3. Desinteresse em atividades sociais, como ir a escola, brincar com os amigos ou com brinquedos
4. Falta de atenção e queda no rendimento escolar
5. Distúrbios de sono, como dificuldade pra dormir ou ter sono o dia inteiro
6. Perda de energia física e mental
7. Reclamações por cansaço ou ficar sem energia
8. Sofrimento moral ou insatisfação consigo mesmo, sentimento de que nada do que faz está certo
9. Dores na barriga, na cabeça ou nas pernas
10. Sentimento de rejeição
11. Condutas antissociais e destrutivas
12. Distúrbios de peso, emagrecer ou engordar demais
13. Enurese e encoprese (xixi na cama e eliminação involuntária das fezes)
terça-feira, 15 de julho de 2014
Documentário retrata a vida de pessoas com depressão, assista
“Dentro de nós- as respostas sobre a depressão” apresenta uma visão ampliada sobre uma das doenças mais incapacitantes segundo a Organização Mundial de Saúde encarando-a além da esfera do biológico e de algo que precisa ser eliminado com medicamentos, mas sim como um chamado do corpo para refletirmos sobre as origens da doença.
Com depoimentos de pessoas que viveram ou convivem com o problema e de profissionais de diversas áreas da saúde, o documentário busca esclarecer sobre as múltiplas possibilidades de causas e de tratamentos do transtorno, encarando o ser humano de forma integral, no qual saúde e doença são reflexo de condições ambientais, psíquicas e emocionais e não meramente de reações orgânicas. Por fim, propõe uma reflexão sobre como podemos evoluir através do olhar mais profundo e honesto sobre nós mesmos e nossos sofrimentos.
sexta-feira, 11 de julho de 2014
Diga adeus à depressão
Todo mundo já sentiu tristeza na vida: após um rompimento ou a perda de uma pessoa querida, por causa do emprego maçante ou da não concretização de um desejo... Nessas situações, é normal chorar e ficar de mau humor. Mas, se com o passar dos dias o desânimo não der espaço para a alegria, o quadro é depressivo. A doença traz um sentimento de vazio e descontentamento severo, que pode perdurar por semanas, meses ou anos. Diferentemente da tristeza, que tem um motivo específico, a depressão nem sempre pode ser explicada.
"Muitas vezes, a paciente não sabe por que está apática e, por isso, sente-se culpada", diz o psiquiatra Raphael Boechat. O mal afeta 350 milhões de pessoas no mundo, segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), e as mulheres têm 50% mais chances de desenvolvê-lo. De acordo com a Associação Brasileira de Psiquiatria, a depressão é de natureza recorrente, ou seja, é possível ter mais de uma crise ao longo da vida. Dados levantados pela organização em 2009 apontam que, dos depressivos submetidos a tratamento, 70% respondem positivamente. Os outros 30% têm resposta parcial ou não apresentam melhora. Saiba mais sobre o problema e como contorná-lo.
Por dentro dessa angústia
· Sintomas clássicos
· Há vários sinais que vêm à tona quando a pessoa está com depressão:
· Tristeza profunda
· Baixa autoestima
· Pessimismo
· Sensação de culpa
· Fadiga constante
· Distúrbio de sono
· Falta ou excesso de apetite
· Dificuldade de raciocínio e concentração
· Isolamento
· Diminuição do desejo sexual
· Dor muscular crônica
"A persistência de três ou mais sintomas é suficiente para colocar a pessoa em estado de alerta e motivá-la a procurar ajuda. O problema, muitas vezes, é que a paciente está tão envolvida no processo depressivo que fica incapaz de notar as alterações. Por isso, é importante que familiares e amigos fiquem atentos", ressalta o psiquiatra Leonard Verea (SP).
Efeitos colaterais
Além de alterar o humor e esgotar a energia das vítimas, a doença abala a imunidade, eleva o risco de menopausa precoce e de ataques cardíacos, acelera a degeneração das células nervosas e a perda de memória.
Aliados da superação
· Diagnóstico precoce
O primeiro passo para vencer a doença é identificá-la o quanto antes e, assim, buscar o tratamento adequado. Para isso é preciso livrar-se do preconceito e procurar ajuda de um especialista que seja capaz de reconhecer os sintomas. Infelizmente, no Brasil, falta preparo de uma parcela de profissionais de saúde para encaminhar o paciente para a terapia correta. Se não for tratada devidamente, a depressão pode levar a uma incapacidade de gerenciar a própria vida e à perda da responsabilidade em relação aos outros.
· Medicamentos
"É ilusão acreditar que a pessoa depressiva pode se curar sozinha apenas adotando uma postura diferente, por exemplo. A enfermidade causa desequilíbrios fisiológicos, que dependem de medicação para ser ajustados", diz o psicoterapeuta Geraldo Possendoro, professor da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp). Existem mais de 36 tipos de antidepressivos disponíveis no mercado e somente o psiquiatra pode recomendar a versão certa para cada caso, bem como a dose e a periodicidade do tratamento.
· Métodos complementares
O médico pode sugerir também a estimulação cerebral eletromagnética, que ajuda o órgão a trabalhar de forma adequada. Paralelamente, é interessante fazer psicoterapia ou sessões de hipnose. "A primeira ajuda a paciente a entender o que está acontecendo no seu inconsciente, a lidar com as emoções e a relaxar. Já a segunda possibilita a modificação de padrões de pensamento nocivos", explica Leonard Verea.
quarta-feira, 9 de julho de 2014
Bombas de insulina podem controlar o diabetes melhor do que injeções
Pesquisadores da Universidade de Caen descobriram que o controle do diabetes pode ser mais efetivo com as bombas de insulina do que com as injeções diárias da substância. Os resultados foram publicados dia 2 de julho no jornal The Lancet.
Do tamanho de um celular, a bomba de insulina é um equipamento que controla a infusão de insulina de forma continuada durante 24 horas. A bomba contém um compartimento interno de armazenamento de insulina. Nela é utilizada a insulina ultrarrápida (lispro ou asparte), que é infundida no subcutâneo lentamente em microdoses por meio de um cateter. Dentro do equipamento existe um sistema computadorizado interno, que é programado pelo médico assistente, no qual é possível inserir a quantidade de insulina que será necessária para as 24 horas do dia.
O estudo foi financiado pelo fabricante de dispositivos médicos Medtronic e incluiu 331 pessoas com idades entre 30 a 75 anos. Todos os pacientes tinham diabetes tipo 2 mal controlado e estavam usando múltiplas injeções diárias de insulina para controlar seus níveis de açúcar no sangue.
Durante o estudo, os pacientes foram aleatoriamente designados para continuar usando injeções ou mudar para uma bomba de insulina.
Após seis meses, os pacientes que usaram a bomba de insulina tiveram uma redução muito maior nos níveis médios de açúcar no sangue do que aqueles que usaram injeções, segundo o estudo. De acordo com os autores, o dobro de pacientes no grupo bomba atingiu o intervalo alvo de controle de açúcar no sangue, foram 55% de paciente usando a bomba com a doença controlada contra 28% que conseguiu manejar a doença com injeções diárias.
No final do estudo, os pacientes no grupo da bomba precisavam de uma diária de insulina 20% inferior, se comparado com o grupo que prosseguiu com tratamento tradicional. Os pacientes do grupo bomba também passaram quase três horas a menos por dia com níveis elevados de açúcar no sangue em comparação com o grupo das injeções.
Segundo os cientistas, esses resultados abrem uma nova opção de tratamento para aqueles indivíduos que estão falhando no tratamento tradicional. Muitas pessoas com diabetes tipo 2 trabalham duro para maximizar o benefício das injeções diárias de insulina, mas não conseguem manter seus valores de glicose no sangue dentro do ideal, afirmam os autores. Para essas pessoas, as bombas de insulina podem ser uma opção.
quarta-feira, 2 de julho de 2014
Exercícios simples e automassagem aliviam dor no pescoço
Quando a pessoa não apresenta histórico de traumas ou lesões na região é evidente que ela está sofrendo de estresse e tensão muscular, sendo assim alguns auto alongamentos e automassagens são indicadas.
Rode a cabeça para o lado direito e em seguida incline levemente a cabeça para frente. Com a mão direita, faça uma leve pressão para alongar os músculos que ficam à esquerda do pescoço. Pode-se fazer esse alongamento de três a quatro vezes por dia, com três séries de 30 segundos de cada lado.
A pessoa deve fazer inclinar levemente a cabeça para frente e com as mãos na parte de trás fazer uma leve pressão para alongar os músculos desta região. Pode-se fazer esse alongamento de três a quatro vezes por dia, com três séries de 30 segundos de cada lado.
A pessoa pode localizar o ponto doloroso e com a polpa dos dedos realizar pequenas pressões e movimentos circulares sobre o local de dor para minimizar a tensão. Também é indicado durante o banho deixar a água morna cair sobre a região e aplicar a automassagem. Pode-se realizar essa automassagem de três a quatro vezes por dia, por até um minuto em cada região.
Esses auto alongamentos e automassagem são indicados apenas para pessoas com dores desencadeadas por tensões ou estresse, pessoas com lesões na coluna, como hérnias de disco, protusões discais, traumas, entre outros, devem sempre procurar um profissional para avaliar sua real condição antes de fazer qualquer tratamento por conta própria.
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