terça-feira, 30 de abril de 2013

CIS/AMURES PROMOVE 1º SEMINÁRIO DE COMBATE AO TABAGISMO







Durante todo o dia de hoje, o Consórcio Intermunicipal de Saúde (CIS/Amures) promove o 1º Seminário de Combate ao Tabagismo. O evento está acontecendo na Facvest em Lages e conta com a participação de mais de 50 pessoas. Entre gestores de saúde, enfermeiros, farmacêuticos, psicólogos e agentes de saúde da região da AMURES. O encontro faz alusão ao dia mundial de combate ao tabagismo (dia 31 de maio) e pretende capacitar os profissionais na prevenção contra o vicio do fumo.

No período da manhã o pneumologista, Doutor Marcio Ávila mostrou aos presentes dados alarmantes sobre o assunto. Nos casos em que o paciente está tentando parar de fumar, 80% falham em apenas um mês. “5% dos pacientes com êxito, permanecem com abstinência da nicotina durante seis meses”, informou o Doutor. Ávila sugeriu que os profissionais de saúde precisam ser multiplicadores de informações a respeito dos males do cigarro. Assim, não só os profissionais farão a prevenção, mas os pacientes também passarão adiante esses dados.

O cigarro contém cerca de 4.700 substâncias tóxicas e é responsável por provocar: tosse, mau hálito, perde de resistência física e imunológica, aparência envelhecida, infertilidade na mulher e impotência no homem. O fumo também é um dos principais responsáveis pelas mortes causadas por: doenças cardiovasculares e pulmonares, câncer de pulmão, rim, laringe, cabeça, bexiga, esôfago, estômago, entre outros.

De acordo com a coordenadora do CIS/AMURES, Nalú Terezinha Júlio, com a adesão dos participantes ao 1º Seminário, em 2014 será promovido a 2ª edição.

Texto Liana Fernandes

PROGRAMAÇÃO 1º SEMINARIO DO CIS/AMURES - COMBATE AO TABAGISMO


DATA: 30/04/2013

LOCAL :  CENTRO UNIVERSITÁRIO FACVEST


                PROGRAMAÇÃO
HORA
09:00
Abertura
Nalu Julio
09:10
Malefícios do Tabagismo
Dr. Marcio Avila
09:40
Debates
10:10
 Fatores Emocionais que influenciam no consumo do Tabagismo
Vera A. C. Correia
10:40
Grupo de Auto- Ajuda no Combate a Hipertensão e Tabagismo.
Cirlei A. de Oliveira
11:10
Atividade Física no Combate ao Tabagismo
Ângela Sens
13:30
Debates
14:20
Formação de Multiplicadores no Combate ao Tabagismo
Magali T. Grafi
15:00
Proposta do CIS
Nalu, Vera, Cirlei e Angela

FONTE: CIS AMURES AS

segunda-feira, 22 de abril de 2013

CAMPANHA DE PREVENÇÃO A DIABETES E HIPERTENSÃO

A exemplo, do que  faz-se todos os meses, neste mês de abril, diariamente está sendo realizado no Consorcio Intermunicipal de Saúde, orientações sobre as doenças que acometem muitas pessoas independente da idade, a hipertensão e Diabetes. A referida atividade esta sendo elaborada e aplicada por uma equipe multiprofissional aos pacientes que comparecem a instituição para consultas e exames.

Hipertensão:

Hipertensão é uma doença democrática que acomete crianças, adultos e idosos, homens e mulheres de todas as classes sociais e condições financeiras. Popularmente conhecida como “pressão alta”, está relacionada com a força que o sangue faz contra as paredes das artérias para conseguir circular por todo o corpo. O estreitamento das artérias aumenta a necessidade de o coração bombear com mais força para impulsionar o sangue e recebê-lo de volta. Como consequência, a hipertensão dilata o coração e danifica as artérias.Os valores da pressão arterial não são sempre os mesmos durante o dia. Geralmente caem, quando dormimos ou estamos relaxados, e sobem com a atividade física, agitação, estresse.Considera-se hipertensa a pessoa que, medindo a pressão arterial em repouso, apresenta valores iguais ou acima de 14 por 9 (140mmHg X 90mmHg). Hipertensos têm maior propensão para apresentar comprometimentos vasculares, tanto cerebrais, quanto cardíacos.

Sintomas

Hipertensão arterial é doença traiçoeira, só provoca sintomas em fases muito avançadas ou quando a pressão arterial aumenta de forma abrupta e exagerada. Algumas pessoas, porém, podem apresentar sintomas, como dores de cabeça, no peito e tonturas, entre outros, que representam um sinal de alerta.

Tratamento

O objetivo do tratamento deve ser não deixar a pressão ultrapassar os valores de 12 por 8.Nos casos de hipertensão leve, com a mínima entre 9 e 10, tenta-se primeiro o tratamento não medicamentoso, que é muito importante e envolve mudanças nos hábitos de vida. A pessoa precisa praticar exercícios físicos, não exagerar no sal e na bebida alcoólica, controlar o estresse e o peso, levar vida saudável, enfim.Como existe nítida relação entre pressão alta e aumento do peso corporal, perder 10% do peso corpóreo é uma forma eficaz de reduzir os níveis da pressão. Por exemplo, a cada 1kg de peso eliminado, a pressão do hipertenso cai de 1,3mmHg a 1,6mmHg em média.Se o indivíduo tem a pressão discretamente aumentada e não consegue controlá-la fazendo exercícios, reduzindo a ingestão de bebidas alcoólicas e perdendo peso, ou se já tem os níveis mínimos mais elevados (11 ou 12 de pressão mínima), é necessário introduzir medicação para deixar os vasos mais relaxados.Todos os remédios para hipertensão são vasodilatadores e agem de diferentes maneiras. Os mais antigos, entre eles os diuréticos, por exemplo, se no início fazem a pessoa perder um pouquinho mais de sal e de água, também ajudam a reduzir a reatividade dos vasos. Os mais modernos costumam ser mais tolerados e provocam menos efeitos colaterais.É sempre possível controlar a pressão arterial desde que haja adesão ao tratamento. Para tanto, o paciente precisa fazer sua parte: tomar os remédios corretamente e mudar os hábitos de vida.

Recomendações

* Não pense que basta tomar os remédios para resolver seu problema de pressão arterial elevada. Você precisa também promover algumas mudanças no seu estilo de vida;
* Coma sal com moderação. Ele é um mineral importante para o organismo e não deve ser eliminado da dieta dos hipertensos. Esqueça, porém, do saleiro depois que colocou a comida no prato e evite os alimentos processados que, em geral, contêm mais sal.
* Adote dieta rica em frutas, cereais integrais e laticínios com baixo teor de gordura. Assim, você estará ingerindo menos sódio e mais potássio, cálcio e magnésio, nutrientes necessários para quem precisa baixar a pressão;
* Não fume. Entre outros danos ao organismo, o cigarro estreita o calibre das artérias, o que dificulta ainda mais a circulação do sangue;
* Saiba que o estresse pode aumentar a pressão arterial. Atividade física, técnicas de relaxamento, psicoterapia podem contribuir para o controle do estresse e da pressão arterial;
* Não interrompa o uso da medicação nem diminua a dosagem por sua conta. Siga as indicações de seu médico e tome os remédios rigorosamente nos horários prescritos;
* Meça a pressão arterial com regularidade e anote os valores para que seu médico possa avaliar a eficácia do tratamento;
* Não esqueça que hipertensão é uma doença crônica e que complicações podem ser prevenidas com o uso de drogas anti-hipertensivas e mudanças no estilo de vida.

Diabetes:

Diabetes Mellitus é uma doença do metabolismo da glicose causada pela falta ou má absorção de insulina, hormônio produzido pelo pâncreas e cuja função é quebrar as moléculas de glicose para transformá-las em energia a fim de que seja aproveitada por todas as células. A ausência total ou parcial desse hormônio interfere não só na queima do açúcar como na sua transformação em outras substâncias (proteínas, músculos e gordura).

Na verdade, não se trata de uma doença única, mas de um conjunto de doenças com uma característica em comum: aumento da concentração de glicose no sangue provocado por duas diferentes situações:

a) Diabetes tipo I – o pâncreas produz pouca ou nenhuma insulina. A instalação da doença ocorre mais na infância e adolescência e é insulinodependente, isto é, exige a aplicação de injeções diárias de insulina;
b) Diabetes tipo II – as células são resistentes à ação da insulina. A incidência da doença que pode não ser insulinodependente, em geral, acomete as pessoas depois dos 40 anos de idade;
c) Diabetes gestacional – ocorre durante a gravidez e, na maior parte dos casos, é provocado pelo aumento excessivo de peso da mãe;
d) Diabetes associados a outras patologias como as pancreatites alcoólicas, uso de certos medicamentos, etc.

Sintomas

* Poliúria – a pessoa urina demais e desidrata, sente muita sede (polidpsia);
* Aumento do apetite;
* Alterações visuais;
* Impotência sexual;
* Infecções fúngicas na pele e nas unhas;
* Feridas, especialmente nos membros inferiores, que demoram a cicatrizar;
* Neuropatias diabéticas provocada pelo comprometimento das terminações nervosas;
* Distúrbios cardíacos e renais.
Fatores de risco
* Obesidade (inclusive a obesidade infantil);
* Hereditariedade;
* Falta de atividade física regular;
* Hipertensão;
* Níveis altos de colesterol e triglicérides;
* Medicamentos, como os à base de cortisona;
* Idade acima dos 40 anos (para o diabetes tipo II);
* Estresse emocional.

Recomendações

* O tratamento do diabetes exige, além do acompanhamento médico especializado, os cuidados de uma equipe multidisciplinar. Procure seguir as orientações desses profissionais;
* A dieta alimentar deve ser observada criteriosamente. Procure ajuda para elaborar o cardápio adequado para seu caso. Não é necessário que você se prive por toda a vida dos alimentos de que mais gosta. Uma vez ou outra, você poderá saboreá-los desde que o faça com parcimônia;
* Um programa regular de exercícios físicos irá ajudá-lo a controlar o nível de açúcar no sangue. Coloque-os como prioridade em sua rotina de vida;
* O fumo provoca estreitamento das artérias e veias. Como o diabetes compromete a circulação nos pequenos vasos sangüíneos (retina e rins) e nos grandes vasos (coração e cérebro), fumar pode acelerar o processo e o aparecimento de complicações;
* O controle da pressão arterial e dos níveis de colesterol e triglicérides deve ser feito com regularidade;
* Medicamentos à base de cortisona aumentam os níveis de glicose no sangue. Não se automedique;
* O diagnóstico precoce é o primeiro passo para o sucesso do tratamento. Não minimize seus sintomas. Procure logo um serviço de saúde se está urinando demais e sentindo muita sede e muita fome.

Tratamento

O diabetes não pode ser dissociado de outras doenças glandulares. Além da obesidade, outros distúrbios metabólicos (excesso de cortisona, do hormônio do crescimento ou maior produção de adrenalina pelas supra-renais) podem estar associados ao diabetes.

O tipo I é também chamado de insulinodependente, porque exige o uso de insulina por via injetável para suprir o organismo desse hormônio que deixou de ser produzido pelo pâncreas. A suspensão da medicação pode provocar a cetoacidose diabética, distúrbio metabólico que pode colocar a vida em risco.

O tipo II não depende da aplicação de insulina e pode ser controlado por medicamentos ministrados por via oral. A doença descompensada pode levar ao coma hiperosmolar, uma complicação grave que pode ser fatal.

Dieta alimentar equilibrada é fundamental para o controle do diabetes. A orientação de uma nutricionista e o acompanhamento de psicólogos e psiquiatras podem ajudar muito a reduzir o peso e, como conseqüência, cria a possibilidade de usar doses menores de remédios.
Atividade física é de extrema importância para reduzir o nível da glicose nos dois tipos de diabetes.


sexta-feira, 19 de abril de 2013

DINÂMICA 05 BOLAS

DATA: 19/04/2013


DINÂMICA 05 BOLAS


NÚMERO DE PARTICIPANTES: 13
OBJETIVO: TRABALHAR EM EQUIPE E AVALIAÇÃO DE PROCESSOS E COMUNICAÇÃO.

O Facilitador solicita que os participantes fiquem e círculos, conta-se o número de participantes.

A bola passa de mão em mão só que deve ter um espaço entre os participantes de duas pessoas e vai aumentando o número bolas.Cada participante tem um número, e vai falando o seu número cada vez que passa a bola.

Antes de iniciar explica-se ao participantes que deverão fazer um plano de estratégias e que todos deverão passar a bola de uma mesma forma, se caso alguém errar devera recomeçar todo novamente.

Com o tempo o facilitador pede que o numero 5 por exemplo se retire do circulo, e que os outros continue na equipe, e depois de um tempo solicite que mais alguns se retirem. Com isso vai sobrecarregando   os demais participantes pois não conseguiram repassar as bolas. Pois não poderão fechar a roda deverão ficar em seu lugar  durante a atividade.

Com isso todos perceberão que se precisam de todos da equipe para que haja um bom desenvolvimento no trabalho e  que a comunicação e essencial pra uma bom relacionamento interpessoal.

quinta-feira, 18 de abril de 2013

DINÂMICA GRIPE H1N1

DATA: 18/04/2013

GRIPE H1N1

A gripe H1N1, ou influenza A, é provocada pelo vírus H1N1 da influenza do tipo A. Ele é resultado da combinação de segmentos genéticos do vírus humano da gripe, do vírus da gripe aviária e do vírus da gripe suína, que infectaram porcos simultaneamente.

O período de incubação varia de 3 a 5 dias. A transmissão pode ocorrer antes de aparecerem os sintomas. Ela se dá pelo contato direto com os animais ou com objetos contaminados e de pessoa para pessoa, por via aérea ou por meio de partículas de saliva e de secreções das vias respiratórias. Experiências recentes indicam que esse vírus não é tão agressivo quanto se imaginava.

Segundo a OMS e o CDC (Center for Deseases Control), um centro de controle de enfermidades, nos Estados Unidos, não há risco de esse vírus ser transmitido através da ingestão de carne de porco, porque ele será eliminado durante o cozimento em temperatura elevada (71º Celsius).

Sintomas

Os sintomas da gripe H1N1 são semelhantes aos causados pelos vírus de outras gripes. No entanto, requer cuidados especiais a pessoa que apresentar febre alta, acima de 38º, 39º, de início repentino, dor muscular, de cabeça, de garganta e nas articulações, irritação nos olhos, tosse, coriza, cansaço e inapetência. Em alguns casos, também podem ocorrer vômitos e diarreia.

Diagnóstico

Existem testes laboratoriais rápidos que revelam se a pessoa foi infectada por algum vírus da gripe. No caso do H1N1, como se trata de uma cepa nova, o resultado demora aproximadamente 15 dias. No entanto, nos Estados Unidos, já foram desenvolvidos “kits” para diagnóstico, que aceleram o processo de identificação do H1N1.

Vacina

A vacina contra a influenza tipo A é feita com o vírus (H1N1) da doença inativo e fracionado. Os efeitos colaterais são insignificantes se comparados com os benefícios que pode trazer na prevenção de uma doença sujeita a complicações graves em muitos casos. Existe ainda uma vacina com ação trivalente, pois imuniza contra o H1N1e o H3N2 da influenza A e contra o da influenza B.

É bom lembrar que a vacina contra gripe sazonal que está sendo distribuída atualmente no Brasil foi preparada a partir de uma seleção de subtipos de vírus que representavam ameaça antes de aparecer o H1N1, uma variante nova de vírus influenza tipo A.

Tratamento

É de extrema importância evitar a auto medicação. O uso dos remédios sem orientação médica pode facilitar o aparecimento de cepas resistentes à medicação Os princípios ativos fosfato de oseltamivir e zanamivir, presentes em alguns antigripais (Tamiflu e Relenza) e já utilizados no tratamento da gripe aviária, têm-se mostrado eficazes contra o vírus H1N1, especialmente se ministrados nas primeiras 48 horas, que se seguem ao aparecimento dos sintomas.

Recomendações

Para proteger-se contra a infecção ou evitar a transmissão do vírus, o Center Deseases Control (CDC) recomenda:

* Lavar frequentemente as mãos com bastante água e sabão ou desinfetá-las com produtos à base de álcool;
* Jogar fora os lenços descartáveis usados para cobrir a boca e o nariz, ao tossir ou espirrar;
* Evitar aglomerações e o contato com pessoas doentes;
* Não levar as mãos aos olhos, boca ou nariz depois de ter tocado em objetos de uso coletivo;
* Não compartilhar copos, talheres ou objetos de uso pessoal;
* Suspender, na medida do possível, as viagens para os lugares onde haja casos da doença;
* Procurar assistência médica se surgirem sintomas que possam ser confundidos com os da infecção pelo vírus da influenza tipo A.

sexta-feira, 12 de abril de 2013

DINÂMICA VOU VIAJAR

DATA: 12/04/2013


DINÂMICA: VOU VIAJAR....


NÚMERO DE PARTICIPANTES: 13

OBJETIVO: CONCENTRAÇÃO, RACIOCÍNIO RÁPIDO E INTERAÇÃO DO GRUPO.

Nesta dinâmica não tem vencedores ou perdedores.

A dinâmica e aplicada primeiramente em dois grupos, onde deve-se escolher um líder que deve induzir o grupo quando necessário a auto ajuda. Cada equipe se posicionara em forma de circulo, afastado do outro grupo. Sendo assim cada líder de sua equipe vai ate o seu circulo e fala eu vou viajar e vou levar ...... tal objeto, o seguinte a sua esquerda vai falar eu vou levar ..... do líder e também....... ai acrescente uma objeto a sua escolha e assim sucessivamente.

A dinâmica procede com cada um mencionando um objeto a sua escolha e seus respectivos donos. Depois se junta os dois grupos  faz a mesma sequencia, só que no grande grupo, se houver erro da parte de algum colega recomeçara novamente.

Conclusão: os grupos interagiram bem, onde poucos erros e trocas de objetos, todos participaram e contribuíram para um ótimo encontro.

quinta-feira, 11 de abril de 2013

DINÂMICA BUNKER

DATA: 11/04/2013
DINÂMICA: BUNKER

NÚMERO DE PARTICIPANTES: 13

MATERIAL: COPIA DO TEXTO ABAIXO

DAQUI A 40 ANOS UM COMETA IRÁ DESTRUIR TODA A VIDA HUMANA DA TERRA, A QUAL ENTRARÁ NUM PERÍODO DE 03 MESES DE FRIO E ESCURIDÃO. OS CIENTISTAS ACHAM QUE A TERRA NÃO TERÁ CONDIÇÕES DE MANTER A VIDA HUMANA. VOCÊS ESTÃO SEGUROS NUM BANKER QUE OS MANTERÁ EM CONDIÇÕES APERTADAS MAS TOLERÁVEIS DURANTE 06 MESES PASSADOS OS QUAIS PODERÃO SAIR  VIVER LA FORA. ATE ONDE SABEM VOCÊS SERÃO AS ÚNICAS  PESSOAS DO MUNDO QUE IRÃO SOBREVIVER. O BUNKER TEM CAPACIDADE PARA MAIS CINCO PESSOAS, E AS PORTAS SO SERÃO FECHADAS QUANDO A CAPACIDADE ESTIVER COMPLETA. HÁ 16 PESSOAS LA FORA, DENTRE AS QUAIS PODERÃO ESCOLHER OS OUTROS 05 SOBREVIVENTES.

OBJETIVOS: DESENVOLVER O TRABALHO EM EQUIPE, CAPACIDADE DE NEGOCIAÇÃO, GESTÃO DE CONFLITOS, RESOLUÇÃO DE PROBLEMAS.

DESENROLAR:  Distribuir os papeis dos sobreviventes em potencial aos participantes para que defendam sua causa e sobrevivência. Disponibilizar 15 minutos para chegarem numa conclusão. Ponha em discussão qual foi a base para chegar a uma conclusão.

Tamara: bióloga, colombiana, 31 anos, especialista de renome mundial sobre ecologia da Amazônia e os possíveis efeitos de um inverno nuclear. Durante em seu trabalho desenvolveu conhecimento sobre reprodução animal. Locomove-se em uma cadeira de rodas.

Lu: Engenheira mecânica chinesa, 34 anos, estava verificando o sistema de ventilação do bunker quando surgiu a emergência. Tem profundos conhecimentos de sistema de controle informatizados.

Renata: Dentista australiana, 25 anos ainda em boa forma física. Sofre de uma doença fatal.

Maura: cozinheira, 46 anos , divorciada, trabalha num restaurante, te grande experiência em alimentação. Após os divorcio uma seria de romances fracassados a levou ao alcoolismo.

Gustavo: menino de 08 anos, mimado, inteligente  e um pouco precoce. Os professores e psicólogos preveem um futuro brilhante.

Marcia: psicanalista, 57 anos, trabalhou com psicoterapia, muito conceituada, cega.

Andrea: menina, uma criança de 10 anos muito mimada que quando contrariada chora descontroladamente.

Manoela: baba, 35 anos, cuidava de crianças ate que se envolveu num caso de agressão a uma delas.

Paula: excelente advogada de 49 anos, reconhecida pelo seu brilhantismo em todo o mundo no que se refere a causas cíveis. .....

CONCLUSÃO: Diante ao desafio do grupo, todos defenderam seus papeis no tempo estipulado, de forma organizada, se comunicaram e chegaram à conclusão que deveriam salvar, as duas crianças, metalúrgica, professora e a cozinheira.