Existem dois tipos principais de câncer do colo de útero, o carcinoma de células escamosas e o adenocarcinoma. Cerca de 80% a 90% dos cânceres cervicais são carcinomas de células escamosas.
Durante as 3 últimas décadas os adenocarcinomas cervicais estão se tornando cada vez mais comuns. Esse tipo de câncer de colo do útero se desenvolve a partir das células glandulares produtoras de muco do endocervice. Com menos frequência estão os cânceres do colo do útero que têm características comuns aos carcinomas de células escamosas e aos adenocarcinomas, são os denominados carcinomas adenoescamosos ou carcinomas mistos.
As células normais do colo do útero podem gradualmente desenvolver mudanças pré-cancerosas que se transformam em câncer. Essas mudanças pré-cancerosas podem ser denominadas neoplasia intraepitelial cervical, lesão intraepitelial escamosa e displasia. Estas alterações podem ser detectadas por exames anuais de prevenção (Papanicolaou).
Embora quase todos os cânceres cervicais sejam ou carcinomas de células escamosas ou adenocarcinomas, outros tipos de câncer também pode se desenvolver no útero. Por exemplo, melanoma, sarcoma, e linfoma, que ocorrem mais frequentemente em outras partes do corpo.
Tratamentos
Fonte: http://www.oncoguia.org.br/conteudo
Após o diagnóstico e estadiamento do câncer, o médico discutirá com o paciente as opções de tratamento. É importante ter tempo e poder avaliar todas as possibilidades de terapia. A decisão por determinado tipo de tratamento leva em conta o estado de saúde geral do paciente, o tipo de tumor, o estadiamento e as chances de cura da doença.
Em função das opções de tratamento definidas para cada paciente, a equipe médica deverá ser formada por especialistas, como ginecologista, oncologista, cirurgião e radioterapeuta. Mas, muitos outros profissionais poderão estar envolvidos durante o tratamento, como, enfermeiros, nutricionistas, fisioterapeutas, assistentes sociais e psicólogos.
As principais opções de tratamento para o câncer de colo do útero são: cirurgia, radioterapia e quimioterapia, que podem ser realizados isoladamente ou em combinação, dependendo do estágio da doença.
É importante discutir todas as opções terapêuticas, incluindo metas e possíveis efeitos colaterais, com seu médico, para ajudar a tomar a decisão que melhor se adapta às suas necessidades.
Fonte: http://www.oncoguia.org.br/conteudo

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